Descrição:
sub-título: Predicados en Roma a la Reyna de Suecia, CHRISTINA ALEXANDRA, en lengua italiana, por el Reverendissimo Padre ANTONIO VIERA, de la Compañia de Jesu, natural de Lisboa, Predicador de la Magestad del-Rey D. PEdro II nuestro señor, y traducidos en lengua Castellana por el mismo Author.
En la Officina de Miguels Deslandes, Lisboa, 1695. In-4º de (16)-125-(40) Encadernação moderna (2ª metade séc. XX), inteira de pele com lombada em cinco casas fechadas e rótulo de pele vermelha com dizeres dourados. O aparo marginal é antigo, preservando ainda assim largas margens. Ex-libris moderno no verso da pasta anterior. Muito pequena galeria de xilógago junto à charneira, restaurada e resolvida.
Edição primitiva, de esmerada execução tipográfica, com cabeções e vinhetas tipográficas de bela execução técnica, bonitas e distintas letras capitulares, OMISSA EM IMPRESSÕES DESLANDIANAS de Xavier da Cunha.
O contexto histórico que permitiu o encontro do padre António Vieira com a rainha Cristina I da Suécia, desde 1654, com a rainha viver em Roma depois de ter abdicado do trono sueco e de se converter ao catolicismo. O seu palácio era um pólo de atracção de artistas, intelectuais e religiosos. Tal como acontecera em Estocolmo, a rainha, dotada de grande inteligência e cultura, mas com uma personalidade misteriosa e controversa, continua em Roma a rodear-se das figuras mais célebres da Europa, uma das quais fora Descartes falecido, em 1650, durante a sua estada na corte nórdica. Com António Vieira a viver em Roma desde 1669, a sua fama de pregador acaba por chegar aos ouvidos da rainha, que o convida para pregar no seu palácio. Ficou célebre o confronto de oratória entre o padre António Vieira e o Padre Jerónimo Catâneo, que decorreu no ano de 1664, no palácio da rainha e, no qual, a Catâneo foi proposto defender o riso de Demócrito perante os males do mundo e a Vieira defender o pranto e as lágrimas de Heraclito perante os mesmos males. Só em 1675, após o Breve do Papa Clemente X em que louva António Vieira e o isenta da Inquisição é que este poderá regressar finalmente a Lisboa. A rainha Cristina chegará ainda a convidá-lo, em 1679, para ser seu confessor, mas António Vieira recusa de novo esta proposta. Nesta época, António Vieira prega em italiano, a rainha escuta alguns dos seus sermões – de que este é um dos exemplos – e chega mesmo a convidá-lo para seu pregador. António Vieira recusa o convite porque diz ser o pregador do seu rei D. Pedro II e ainda não ter terminado aquilo que o trouxera a Roma – a revisão do seu processo na Inquisição.
Obra ímpar da nossa prosa barroca, nos quais se aliam a grande capacidade de análise racional, de bom senso e clarividência a um misticismo profético.
Avila Perez, 7994
Azevedo Samodães, II, 3512
Catálogo Rasonado de Garcia Perez, p. 570
Descrição:
Estúdios Cor, Lisboa, 1962. In-8º de 389-(1) págs. Brochado.
Impecável; não fosse o ligeiro foxing que a brochura apresenta na lombada, este exemplar teria a classificação de pristine.
PRIMEIRA EDIÇÃO, do livro massivamente apreendido poucos dias após o seu lançamento, pelo regime de Marcello Caetano, considerado com "conteúdo insanavelmente pornográfico e atentatório da moral pública". A obra foi imediatamente proibida e recolhida pela PIDE/DGS das livrarias. A obra é resultado de um trabalho colectivo de escrita por Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, e conhecidas como as "Três Marias". Integrada na Coleção «Serpente» , sendo seu número inaugural, a obra teve Natália Correia na direção literária, que insistiu em publicar o texto na íntegra, recusando-se a realizar os cortes sugeridos pela censura.
As autoras e o editor foram alvo de um mediático processo judicial, tendo iniciado o processo das "Três Marias"em outubro de 1973 e ganhou uma enorme projeção internacional, tornando-se na primeira grande causa feminista global, apoiada por figuras como Simone de Beauvoir e Marguerite Duras. O processo acabou por ser extinto e anulado após a Revolução de 25 de Abril de 1974, permitindo que o livro voltasse a circular livremente a partir da sua segunda edição
PEÇA DE COLECÇÃO.
Descrição:
Typ. de j. L. de Sousa, Porto, 1849. In-8º de XII-209 págs. Encadernação coeva, meia inglesa em pele castanha, com ferros sêcos e dizeres dourados, ao alto, junto da cabeça na lombada. Aparo marginal generalizado, sinais de alguim manuseamento, charneiras quebradas, cantos amassados. Miolo relativamente limpo, com ocasionais e insignificantes manchas, próprias da acção do tempo sobre papel fino, mantendo a saúde e sonoridade original. Rúbrica de posse antiga na página de rosto.
Bom exemplar desta PRIMEIRA (e única) EDIÇÃO DESTE RARÍSSIMO LIVRO DE POESIA ULTRA-ROMÂNTICA (e único título publicado) pelo autor responsável pelas revistas literárias Lyra da Mocidade e O Novo Trovador. Colaborador ainda nas revistas literárias Bardo e A Grinalda e também fundador do jornal de propósitos políticos O Clamor Público, Alexandre José da Silva Braga (1829-1895), amigo de Camilo Castelo Branco e Coelho Lousada, notabilizou-se também pela sua oratória em defesa da causa popular, discursos estes que nunca foram impressos.
As única referências bibliofílicas registadas são as das magníficas bibliotecas de 1) Fernando Pessoa (que o admirava) e 2) do bibliófilo Laureano Barros (nº765, vol.I, p. 167), estando, portanto, ausentes das imponentes bibliotecas de literatura portuguesa séc. XIX e XX.
Igualmente AUSENTE NA BIBLIOTECA NACIONAL.
Descrição:
(Tipografia Atlântida), Coimbra, 1941. In-8º de 38-(2) págs. Brochado, cujas capas apresentam-se com ligeiras e insignifcantes manchas e com muito pequenos cortes marginais, próprios da dimensão desfasada da do miolo, este muito conservado e limpo.
MUITO RARO, em primeira e única edição, integrado na capital colecção da bibliografia que marca o início do movimento neo-realista português - o NOVO CANCIONEIRO - de que é o volume inaugura, ostentando uma datada e expressiva DEDICATÓRIA AUTÓGRAFA, pelo punho do autor.
Descrição:
Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1944. In- 8º de 130 – (3) págs. Encadernação inteira de pele vermelha com cercadura dourada nas pastas e dizeres, também dourados, na lombada. Conserva as capas de brochura. ligeiro aparo à cabeça. BELÍSSIMO EXEMPLAR
PRIMEIRA EDIÇÃO
Camilo Pessanha (1867-1926) é um dos maiores poetas da modernidade portuguesa, essencialmente simbolista, sendo uma referência essencial da poesia contemporânea. O fascínio de Pessanha pelo Oriente e pela China em particular é testemunhada aqui com a reunião do conjunto de estudos e ensaios sobre a civilização, literatura e cultura chinesas. Foram aqui reunidas a tradução das oito elegias chinesas, que remontam à dinastia Ming, publicadas no periódico macaense O Progresso e, ainda, a tradução de alguns provérbios chineses.
Descrição:
Portugália (Lisboa, 1963). In-8º de L-(1)-99-(2) págs. Brochado com uma ténue mancha de humidade, restrita à capa. Miolo impecável, muito limpo. Inserido na colecção "Poetas de Hoje" (nº 12).
As priemiras cinquenta páginas com numeração romana são ocupadas com o rico e extenso prefácio de E.M. de Melo e Castro.
PRIMEIRA EDIÇÃO do sexto livro de poesia, dos mais de cinquenta publicados em vida, autor (1924-2013) de uma grande originalidade de escrita, caracterizada por uma riqueza de imagens tacteis e visuais, testemunha de fusão com a natureza e o erotismo. Foi galardoado com vários prémios de poesia, entre os quais o Prémio Pessoa, em 1988.
Descrição:
Livraria Editora Guimarães & C.ª. Lisboa, 1911. In-8º de 8º de 173 págs. Encadernação coeva, meia inglesa em pele azul escura com 5 casas abertas decorada a ouro através de filetes simples e dizeres. Aparo marginal, e acidez própria da qualidade do papel sob acção do tempo. Falho de capas de brochura. Muito ilustrado ao longo do texto.
PRIMEIRA EDIÇÃO do trabalho que cremos (ver transcrição abaixo do autor) ser pioneiro em Portugal sobre a tentativa descritiva e classificação das diferentes raças de canídeos, doenças e formas de tratamento, assim como enquadramento jurídico com a transcrição das primeiras regulamentações de finais de séc. XIX. Apresenta inúmeras referências e páginas dedicadas a cães de raça portugesa. No prefácio, o autor diz-nos que " ... Não é um livro original o que fiz. Trabalho de compilação só tem em mira auxiliar o amador de cães na sua tarefa. Não ha, pelo menos que eu conhèça, trabalho algum em português. Em lingua extranha muito e muito ha escrito, bom e mau. Não quero dizer que o meu trabalho supra ou exceda os trabalhos em questão. Acredito mesmo que nada valerá. No entanto alguma vaidade me é licito ter : a de contribuir, ainda que bem pouco, para o bem estar desses animaes tão nobres e dedicados. Muitas dificuldades tive na factura deste livro, isto, devido ao fim a que sobre raças portuguêsas. Infelizmente nada achei. Devido à proficiencia e amabilidade do Ex.mº Sr. João Brandeiro, alguma coisa digo sobre o cão da Serra da Estrella. ..."
Descrição:
Escriptorio do Editor, Lisboa, 1858 (1859 e 1866). In-8º de 3 volumes com XI-260-(2), VII-273 & IX-277-(3) págs. respectivamente. Encadernação coeva, meia inglesa em pele côr castanha, lombada de 4 casas abertas, dourada com vinhetas, filetes e dizeres dourados. Aparo marginal generalizado e ocasionais restauros antigos.
PRIMEIRA (e únicas ?) EDIÇÃO da obra completa. Os volumes apresentam cada um deles distintos títulos (Primeiro Volume - FLORES E AMORES; Segundo Volume - RELIGIÃO E PATRIA & Terceiro Volume - IMPRESSÔES E RECORDAÇÕES) e com prefácios especialmente escritos para cada um deles, a partir de lugares distintos (Pedrouços, Campo Grande e Casa da Anta - Maiorca, Figueira da Foz). No final do segundo volume, umas Composições de Sr. F.G. d'Amorim que o auhor refere na advertencia e ainda acoplado um índice manuscrito em papel distinto.
Com uma carta manuscrita datada (10.II.1887) e autografada por João de Lemos (Seixas Castello Branco), junto à pasta do primeiro volume, em que o autor declara ser ressarcido de um montante de dinheiro respeitante à sua colaboração e direcção no periódico de causa absolutista A Nação.
João de Lemos Seixas Castelo Branco (1819 - 1890) nasceu em Peso da Régua e veio morrer na Figueira da Foz . Estudou Direito até 1846 na Universidade de Coimbra, onde fundou e dirigiu o famoso jornal poético O Trovador em que germinou a sensibilidade ultrarromântica portuguesa, e participaram, entre outros, nomes que viriam a caracterizar-se por grande celebridade, à época, como sejam Luís Augusto Palmeirim e José Freire de Serpa. A própria poesia do autor, integrado na Segunda Geração Romântica, comunga do sentimentalismo de raiz lamartiniana, da melancolia, do saudosismo — sobretudo no que à terra natal e à pátria se referia — e do convencionalismo formal — nomeadamente, aos níveis da métrica e da rima — que caracterizaram muita da literatura ultrarromântica. Lemos era presença comum nos serões românticos da Regeneração, nos quais brindava a burguesia presente com poesias elaboradas propositadamente para recitação e canto ao piano. Lemos colaborou ainda em Revista Universal Lisbonense (1841-1859), a Revista Académica de Coimbra (1845-1854), o Prisma (1842-1843), a Ilustração (1845-1846) e o Cristianismo (1843).
A poesia de Lemos é marcada por um lirismo caracterizado de um sentimentalismo exagerado, com evocações nostálgicas da terra natal e da pátria, e marcado por um certo convencionalismo. Foi um dos nomes maiores do Ultrarromantismo onde um forte desequilíbrio no domínio do pensamento, com um predomínio da emoção, da exaltação do espírito, da melancolia se manifesta profundamente levando ao tédio da vida e, consequentemente, ao desejo da morte, ao fatalismo. A natureza chega a ser muito triste e vai até ao tétrico, ao macabro, com fantasmas, sepulturas, ajustando-se ao estado de alma do poeta. Afirma-se o gosto pelo melodrama tão longe do equilíbrio do drama romântico.
Descrição:
Inquérito, Lisboa, 1943. In-8º de 302-(2) págs. Encadernação moderna, meia francesa com cantos em pele, cor grenat, lombada com 6 casas abertas, florões de enfeite e filetes simples dourados, assim como os dizeres, também dourados. Ligeiro aparo generalizado, preservando as capas de brochura. Rubrica de posse coeva no ante-rosto, ocasionais manchas de humidade e ligeira acidez, própria da qualdiade do papel do período da guerra mundial.
Capa de brochura ilustrada por Manuel Ribeiro de Pavia.
PRIMEIRA EDIÇÃO do PRIMEIRO ROMANCE do autor, e um dos mais significativos do neorealismo nacional, considerado pelo crítico literário Álvaro Manuel Machado como escritor e poeta neo-realista de " ... imagens límpidas, sem retórica ideológica (apesar de a ideologia lá estar, no interior da mensagem do texto, sugerindo microcosmo único de beleza natural, a do Alentejo e também de pequenas frustrações sociais quotidianamente sentidas (...) rigorosos do drama de todos e de cada um no combate pela liberdade e a justiça social, paralelo ao sentido rigoroso do espaço que lhe dá forma ..." (Dicionário de Literatura Portuguesa, Presença, 1996, p. 200).
Descrição:
Livraria Bertrand, Lisboa, 1959. In-8º de 3 volumes com 348-(1), 321-(1) e 349-(1) págs. respectivamente. Encadernação editorial com cartonagem almofadada a verde, gravada a ferros dourados e pigmento negro nas pastas e lombada (sem nervos), com grafismo de João Abel Manta (?). Ilustrado à parte com reproduções, a preto e branco, a partir de pinturas a têmpera sobre cartão (ao todo 30, produzidas entre 1957 e 1959) de Julio Pomar (os originais estão depositados na Fundação Julio Pomar), sendo D. Quixote o tema literário fortemente introduzido no seu imaginário na década de 50. Apresenta ainda um mapa de página dupla, representando uma parte de Espanha que compreende as paragens por onde andou e se aventurou D. Quixote. Não obstante o segundo volume apresentar uma mancha de humidade, que ocupa o canto inferior direito das últimas 100 páginas, este conjunto é muito estimado.
Exemplares da PRIMEIRA EDIÇÃO desta tradução aquiliniana, de uma tiragem especial numerada a rubricada por Aquilino (os exemplares apresentam todos a mesma numeração).
Descrição:
Coimbra Editora, lda, Coimbra, 1945. In-8º de 63-(1) págs. Brochado, impecável. Rúbrica de posse coeva no ante-rosto, de poeta da geração coimbrã de sessenta. Miolo impecável, muito bem conservado.
PRIMEIRA EDIÇÃO do segundo livro de poesia do autor, publicado num ano de significativo frémito mundial e que Oslavldo Silvestre considera ser " ... ao lado de Alcateia, o ponto mais alto do seu empenhamento político, constituindo na sua obra como que um díptico proletário em que encontramos temas, tópicos e mesmo personagens recorrentes ...".
A obra remete-nos aos difíceis tempos vividos pelo regime fascista então vigente. Um livro impregnado de revolta, e sobretudo de sensibilização pela pobreza que imperava em Portugal em geografias rurais menos favorecidos. Uma pátria maternal aqui representada pela "Mãe Pobre" que aclama por um despertar através da incitação à acção ...
Laureano Barros, 4064.
Descrição:
Lisboa. (1917). Tipografia Monteiro & Cardoso. In-8º de 30 págs. Encadernação moderna inteira de percalina azul, com dizeres dourados nas pastas enquadradas por um filete simples, também dourado. Preserva as capas de brochura, ambas com ligeira mancha marginal desvanecida. Ponto de ferro original ausente deixando para trás ligeiramente o papel oxidado. Miolo com estrutura rígida e bem preservado.
PRIMEIRA EDIÇÃO do título que integra o primeiro período literário de Almada Negreiros, onde se inclui também o raríssimo K4, uma das obras capitais do futurismo português. É igualmente uma das primeiras e mais importantes obras do primeiro modernismo português. RARO.
Descrição:
Serviço de Propaganda e Expansão Comercial da Embaixada do Brasil, Lisboa, 1962. In-8º de 32-(2) págs. Brochado. Capa de orginal efeito gráfico, da autoria de Tóssan (António Santos) com janela circular aberta sobre dizeres do título no frontispício. Foxing marginal, concentrado junto à lombada e rúbrica de posse no canto superior direito da página de rosto. Pontos de ferro com ligeira oxidadação.
Catálogo que acompanhou uma exposição de poesia concreta brasileira, em 1962, em Portugal, e apresentação para a restante Europa. Insere colaboração única e exclusiva de poetas concretistas brasileiros tais como Augusto de Campos, Décio Pignateri, Haroldo de Campos, José Lino Grünewald, Manuel Bandeira, Marcelo Moura, Pedro Xisto, Ronaldo Azeredo e Wladimir Dias Pino. Apresenta um préfacio, em jeito de manifesto, assinado pelos fundadores do grupo Noigandres em São Paulo no ano de 1952, os irmãos Campos e Décio Pignateri, intitulado Plano Piloto Para Poesia Concreta em que nele apresentam os princípios da poesia concreta e "poesia-processo". O programa estético aqui exposto defendeu o formalismo praticado nos anos 50 no Brasil e durou um curto período de tempo.
Teve uma tiragem extensa como não podia deixar de ser de uma entidade oficial brasileira de propaganda e expansão comercial como o foi a Embaixada do Brasil.
Obra de interesse bibliográfico enquanto contributo para a história das origens da Poesia Concreta em Portugal.
Descrição:
Sub-Título:
CATÁLOGO DA NOTAVEL E PRECIOSA LIVRARIA QUE FOI ILUSTRE BIBLIÓFILO CONIMBRICENSE CONDE DE AMEAL (Joáo Correia Aires de Campos) dirigido por José dos Santos com uma introdução pelo erudito escritor Gustavo de Matos Sequeira, sob direcção de João Vicente da Silva Coelho.
Tip. da Sociedade de Papelaria Ldª; Porto, 1924. In-4º de (12) - 774 págs. Encadernação inteira de percalina castanha com rdizeres dourados na lombada, 5 casas abertas. Aparo marginal. Preserva as capas de brochura e ostenta um ex-libris heráldico de Eugénio de Castro e Almeida (neto do poeta Eugénio de Castro).
Trata-se do catálogo bibliográfico da talvez da mais imponente biblioteca de livros antigos, desde incunábulos até séc. XIX, que foram vendidos no séc. XX, pelo distinto livreiro e bibliófilo José dos Santos.
DE GRANDE RARIDADE E MAIOR IMPORTÂNCIA COMO FERRAMENTA DE CONSULTA E ESTUDO PARA QUALQUER BIBLIÒFILO DE LIVROS ANTIGOS.
No prefácio lemos as palavras de Matos Sequeira:
" ... A opulenta livraria que vai vender-se e dispersar-se para enriquecimento de outras, neste constante movimento livresco gerado do desmoronamento inevitável das grandes bibliotecas e da organização de novos edifícios bibliográficos, proveio dos ricos mananciais de erudição obtidos pelo desvelo, pelo gôsto e pelo saber do notável coleccionador Conde do Ameal, do Dr. João Correia Aires de Campos, arqueólogo sabedor e eminente bibliófilo, cujo conselho e cujo informe o próprio Inocêncio sôbremodo estimava, do Dr. João de Sande de Magalhães Mexia Salema, antigo lente da Universidade de Coímbra e do Dr. José de Sande de Magalhães Mexia Salema, antigo Ministro e Par do Reino. Reunidas as quatro bibliotecas, que se completaram com a diversidade dos géneros literários coleccionados-por cada um dos seus organizadores, houve, evidentemente, uma valorização e essa valorização denuncia-se aos olhos menos experimentados no exame bibliográfico. A livraria que se apresenta por comodidade epigráfica e por simplicidade descritiva, sob o nome do «Conde do Ameal» é riquíssima em livros de Arte, em edições luxuosas, onde os primores da impressão se juntaram à preciosidade das gravuras, e em artísticas encadernações que guardam condignamente o interêsse dos textos. (...) Espécimes raros, de alto valor bibliográfico, são abundantíssimos também e poucas vezes terá aparecido ao apetite dos colecionadores tanta e tão escolhida iguaria ...".
Descrição:
Portugália Editora, Lisboa, (1963). In-8º de 160-(3) págs. Brochado. Lombada com sinais de manuseamento mais intenso, com ligeira perda de papel à cabeça e pé. Vincos nas capas, e ligeiramente empoeiradas. Rúbrica de posse e alguns sublinhados a tinta negra nos capítulos iniciais.
Importante título na edição original, dos mais significativos de toda a bibliografia de Helder, avaliando as diversas edições que conheceu.
Descrição:
Contraponto, Lisboa, s.d. (1961). In-8º de 30-(1) págs. Brochado. Ocasionais picos de humidade restrito à lombada. Exemplar impecável com miolo muito limpo. Impressão sobre papel mantegueiro encorpado com acabamento a dois pontos com agrafos, estes, rara e excepcionalmente, com quase nenhuma oxidação.
RARA primeira edição do terceiro livro de Herberto Helder.
PEÇA DE COLECÇÃO
Regressado da Europa em 1960, Herberto Helder torna-se encarregado das Bibliotecas Itinerantes da Fundação Gulbenkian e, por isso, esteve em Santarém entre 1961 e 1963, data em que entrou na Emissora Nacional. Em Santarém, Herberto escreveu e publicou o livro de poesia Poemacto, composto e impresso nas Oficinas Gráficas do "Jornal do Ribatejo", o qual dava cobertura aos artigos de Joel Canhão, de Florindo Custódio, de Carlos Oliveira entre outros sócios ativos do CCS e no qual se publicitava as atividades organizadas pelo Círculo Cultural Scalabitano. Para António Ramos Rosa “a experiência de Poemacto” é onde “a poesia herbertiana sofre uma transformação estrutural, onde o jogo verbal e os exercícios sobre a materialidade da linguagem se tornam então dominantes” (Carta de Herberto Helder a Sophia de Mello Breyner Andresen. Fonte: Espólio de Sophia de Mello Breyner Andresen, BNDP).
Descrição:
Na Typ. da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Uteis, Lisboa. In-8º de VI-516-(14) págs. Encadernação coeva, meia inglesa em pele, guardas em papel pintado em tina manual. Lombada decorada a ouro bem ao gosto vitoriano, com rótulo de pele cor de mel, também dourada com dizeres. Aparo marginal carminado com efeito de bolha. Preserva o retrato meio corpo litografado de Ferreira Borges , assinado Alves( Porto) e impressa na Oficina Lithográfica de Manuel Luíz, retrato este isento em alguns exemplares que invulgarmente vão aparecendo no mercado.
Apresenta uma longíssima lista de sobrescritores nas 14 páginas finais, figuras estas que permitiram a edição.
PRIMEIRA EDIÇÃO (omissa por Inocêncio IV, 332) da obra que constitui o nosso primeiro Código Comercial e o primeiro trabalho do género impresso em Portugal. Ainda Inocêncio nos diz serem " ... os diversos e numerosissimos artigos de que se compõe são escriptos cm a clareza e simplicidade que distinguem as producções litterarias do auctor, e que caracterisam o seu estylo; e ainda que didaticamente redigidos não encerram menos o preciso para darem ao leitor uma cabal idéa do assumpto, enriquecendo-o com a legislação respectiva ...".
O prefácio do autor está datado de 1833, data esta que se esperaria sido publicada conjuntamente com o seminal título do autor Direito Commercial Portuguez mas só postumamente é que viu a luz. Nele refere as fontes que usou, o método que seguiu e os objectivos a que se propôs. Adianta também, que " ... somos a única nação que não possui escritores de direito comercial ...". Escrito em Londres durante seu primeiro exílio, o projecto exigiu o estudo de direito e jurisprudência pois tratava-se do PRIMEIRO CÓDIGO PORTUGUÊS, não havendo sequer um Código Civil disponível. Este Dicionário vem na sequência deste estudo. À epoca, a lei portuguesa baseava-se nas Ordenações Filipinas e numa legislação dispersa que se propagou (modificada e revogada) ao longo de dois séculos conturbados. Consultando muitas das entradas do Dicionário, o autor resume a respectiva legislação aplicável, mencionado soluções dos poucos Códigos Comerciais em vigor pela Europa fora. Nas múltiplas entradas, é usada uma linguagem clara e limpa, reforçada pela ortografia da época, podendo dele se perceber a organização da economia, a hierarquia dos agentes económicos, a etimologia das palavras, a origem e uso dos costumes, etc ...
Descrição:
Edições Arvore, Lisboa, 1953. In-8º de 39-(3) págs. Brochado, com ocasionais picos de acidez na capa. Desenhos da capa e do frontispício pela mão do mestre Cipriano Dourado. Cadernos por abrir. Nítida impressão sobre papel de qualidade superior.
Exemplar de uma tiragem fora da "tiragem especial de vinte e cinco exemplares", marcado pelo punho do autor como EXTRA, fazendo-se acompanhar de uma expressiva dedicatória autógrafa e datada. Trata-se do segundo livro do autor, tendo esgotado assim que publicado. - PEÇA DE COLECÇÃO
Apresenta um prefácio intitulado Visão Paradisíaca , de duas páginas, assinado por António Ramos Rosa, um dos fundadores da revista Árvore. Fazemos uma chamada de atenção para o facto do primeiro livro publicado de Ramos Rosa ser em 1958 com Grito Claro e este prefácio estar assinado por ele com a data de 1953. Cremos que se trata do primeiro texto publicado de Ramos Rosa.
José Terra (1928-2014) é o pseudónimo literário de José Fernandes Silva. Poeta, foi ao longo da vida, Professor Universitário, filólogo, historiador, ensaísta, crítico e tradutor. Co-fundador das revistas Árvore (1951-53) e Cassiopeia (1955) que tiveram um papel fundamental na renovação da poesia portuguesa dos anos 50. Publicou quatro livros e colaborou em várias revistas.
Descrição:
Imprensa Nacional, Lisboa, 1893. In-8º de (8)-851-(1) págs. Encadernação artística assinada Dosil-Porto inteira de pele azul, com cercadura simples dourada em ambas as pastas, lombada com 6 casas fechadas, decoração vegetalista com ferros de canto e florão central, e ainda com dizeres também dourados. Cadernos todos por abrir, com apenas ligeiríssimo e insignificante aparo, sem afectar o efeito das margens "jumbo", desencontradas. Ostenta um ex-libris de camoneano portuense. Preserva as capas de brochura (ligeiramente empoeiradas) pontualmente com restauro marginal. Exemplar MUITO LIMPO, com miolo quase pristine.
- EDIÇÃO DE LUXO, de elevado primor na execução gráfica, com frontispício e letras capitulares impressas a duas cores, a negro e vermelho, ricamente adornada com cabeções de enfeite e florões de finissimo desenho.
- Exemplar de EDIÇÃO ÚNICA e da tiragem numerada de 30 exemplares em papel-de-linho-portuguez (azul) pertencente, por atribuição do autor, à escritora MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO.
Obra constituída por trinta e quatro (XXXIV) endechas (estrofes de quatro versos), seguidas das respectivas traduções e antecedidas por um Preâmbulo. De págs. 271 em diante: ENDECHAS A BARBARA ESCRAVA — Texto Camoniano e Traduções: TEXTO PORTUGUEZ DE LUIZ DE CAMOES seguindo-se as 117 traduções em línguas e dialectos distintos (ver na secção "observações deste verbete a autoria das traduções, assim como os respectivos idiomas e dialectos). De págs. 781 seguem-se «Páginas Appendiculares»; «Index-Summario das matérias»; «Índice Onomástico das pessoas e das entidades mythologicas neste livro citadas».O poema aqui referido - Pretidão do Amor -, encontra-se quase no fim do livro Rhytmas de Lvis de Camões (1595) no fólio 159 (de 166). Todo o livro, nos seus géneros poéticos canónicos (sonetos, canções, etc.), enaltece uma figura feminina de classe aristocrática, elogiada pela sua brancura de neve e pelos seus cabelos louros. Mas no fólio 159, porém, deparamos com uma figura feminina bem diferente a quem Camões dedica estas endechas e a mulher por quem ele se declara apaixonado é negra.
Segundo Brito Aranha ( Diccionario Bibliographico Portuguez, tomos XX e XVIII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1911 e 1906) "... a impressão d'este livro começou a 10 de junho de 1893, commemorando o 313.º anniversario do passamento de Luiz de Camões, e finalisou em 31 de dezembro de 1895, commemorando-se tambem por esta fórma a empreza do livreiro-editor Estevam Lopes em mandar imprimir no prelo de Manuel de Lyra, em 1595, pela primeira vez, as Rhytmas de Lvis de Camões ...".
Frederico Lourenço considera, Pretidão de Amor ser um poema onde Camões salienta o estatuto de pessoa escravizada " ... mercê do seu amor por uma escrava, ele incorpora a identidade da amada como pessoa escravizada e define-se a si mesmo como escravo ...".
Xavier da Cunha (1840-1920) foi conservador da Biblioteca Nacional de Lisboa, foi ainda escritor, poeta e bibliógrafo. Publicou poesia lírica sob o pseudónimo de Olímpio de Freitas. As suas obras foram compiladas num volume, em 1910, com prefácio do próprio. Pretidão de amor é uma das suas obras mais conhecidas.
Descrição:
Edições Gama. Lisboa. MCMXLV-MCMXLVI. 1945-1946. In-4º de 3 volumes com 603-(1), 413-(1) e 479-(1) págs. respectivamente. Encadernados meia francesa em pele grenat com lombada decorada ao longo de 5 casas fechadas, ricamente dourada com florões de canto e centrais, e ainda o brasão d'armas ao centro. Edição de cuidada execução gráfica impressa em papel de elevada qualidade. Exemplares excelentes com as capas ligeiramente empoeiradas. Aparo generalizado, corte superior das folhas carminadas.
Trata-se da primeira edição da obra numa tiragem limitada, Ilustrado com várias estampas em separado, entre elas um retrato de D. João II, além de numerosas árvores genealógicas em folhas desdobráveis. Enriquecida ainda com notas, que esclarecem várias questões e onde transcreve documentos, com correcções e aditamentos, índices de cada volume e um índice geral alfabético de toda a obra. Uma obra fundamental dos estudos genealógicos, trabalho realizado com grande rigor e abrangendo o vasto âmbito de todos os descendentes do Príncipe Perfeito.
O ramo principal dos descendentes de D. João II, deu origem à casa de Aveiro (Duques de Aveiro e Marqueses de Torres Novas), que teve um fim trágico, sendo o 8º Duque de Aveiro executado de forma brutal em Janeiro de 1759, acusado de atentar contra a vida do rei D. José.
Inclui prefácio elogioso de D. António Conde de São Payo. O método que o autor seguiu para elaborar este estudo e que lhe tomou 15 anos de trabalho vem cuidadosamente descrito no prólogo da obra.
Descrição:
Descrição:
Descrição:
(Casa Minerva), Coimbra, 1948. In-8º de 61-(6) págs. Brochado.
CHAMADA DE ATENÇÃO: Últimas 4 páginas com vestígios de finissima galeria de xilófagos, sem afectar mancha gráfica.
Apresenta um dedicatória autógrafada de Carlos de Oliveira, datada de 1949. Obra integrada na famosa colecção coimbrã neo-realista denominada "Galo".
Primeira edição.
Descrição:
Livraria Sá da Costa, Lisboa, (1964). In-8º de 301-(1) págs. Brochado em bom estado, com rubrica de posse de antiga professora da Universidade de Coimbra. Muito ilustrado ao longo do texto.
Primeira edição desta obra capital da temática mediavalista na bibliografia portuguesa.
Descrição:
Dada à estampa pela amizade de Anselmo de Moraes (Imprensa Portugueza, Porto, 1889). In-8º de 172 págs. Brochado, com uma pequena mancha de humidade no canto superior direito da capa. Miolo com foxing ocasional. Nítida impressão, a duas cores, de esmerado apuro gráfico, bem ao gosto romântico, com texto emoldurado num filete estilizado cor rosa velho. Charneira com sinais de fragilização por manuseamento intenso. MESMO ASSIM, muito BOM EXEMPLAR.
Valorizado com uma dedicatória autógrafa de Teófilo Braga.
Livro notável e muito interessante sendo seu colector João de Deus, que lhe deu por título da obra o nome da colaboração que Camilo atribuiu ao soneto sentimental. De Camilo insere na página 7 uma carta dirigida a João de Deus e nas páginas 9 e 10 o célebre soneto A Maior Dor Humana. Este poema foi escrito por Camilo a pedido de João de Deus, amigo intimo de Teófilo Braga e dedicado a Teófilo, na ocasião da morte dos dois filhos únicos do douto professor. Foi aqui publicado justificando João de Deus que ele “… d’entre todos, era o que melhor traduzia e condensava todo o sentimento do livro e do fim a que ele se destinava …” (José dos Santos, 1939). Ainda uma outra opinião, a de Guerra Junqueiro que propos ficarem na poesia portuguesa três sonetos: 1) o de Camões (Alma minha gentil que te partiste) 2) o de João de Deus (Foi-se-me pouco a pouco amortecendo) e 3) este de Camilo.
A lista de nomes que colaboraram neste volume totaliza 45 escritores, de que camilo Castelo Branco é o primeiro e termina com Guerra Junqueiro, destacando-se ainda os nomes de Bulhão Pato, Gomes Leal, Luiz Guimarães, Teixeira Bastos, Christovam Ayres, Maria Amália Vaz de Carvalho, Júlio César Machado, Pinheiro Chagas e Alberto Pimentel.
Aulo-Gélio, 2312
CAMILIANA (Soares & Mendonça, 1964) 2620.
José dos Santos (1939), 1109.
Descrição:
Parceria António Maria Pereira, Lisboa, 1928. In-4º de 374-(2) págs. págs. Encadernação coeva, meia inglesa em pele verde escrura com lombada em 5 casas abertas dourada com filetes e dizeres. Apenas aparado à cabeça, mantendo as restantes margens intactas, conservando as bonitas capas de brochura.
"Este livro contém 53 fotogravuras, em 20 folhas de papel “couché”, 31 zincogravuras, cartas politicas, inéditas e semi-inéditas, escritas pelo Senhor D. Manuel II, cartas politicas, inéditas, escritas por D. Fernando II, etc., e cartas politicas, também inéditas, mandadas escrever por D. Pedro IV. As cartas do Senhor D. Manuel, de Teixeira de Sousa, presidente do seu último ministério, e uma das cartas de Serrão Franco, são reprodusidas em zincografia”.
Curioso estudo, segundo alguns críticos e historiadores considerado de referência, sobre a Rainha D. Amélia de Orleans e Bragança, última rainha de Portugal.
Descrição:
Edição Valentim de Carvalho, Lisboa, 1933. In-8º de 114-(6) págs. + XXX estampas ( sendo 8 a cores). Brochado em estado magniífico, com ocasionais, ténues e insignificantes picos de acidez. Miolo em bom estado geral.
TERCEIRA EDIÇÃO deste interessante estudo feito por um dos mais destacados arquitectos da sua época, auemntado relativamente à edição original, além de 6 estampas ainda um prefácio do autor especialmente preparado para a presente edição.
Descrição:
In-8.° de (10)-XXIV-(2)-91-(1) págs. Brochado com os cadernos por abrir. Capa de brochura com ocasionais picos de humidade.
O prefácio de Alberto Pimentel, vem publicado de págs. I a XXIV.
Edição original, INVULGAR.
ALMEIDA MARQUES, 470.
CAMILIANA (SOARES & MENDONÇA,1968), 1077
CONDE DE FOLGOSA, 1262
JOSÉ DOS SANTOS (1916), 79
JOSÉ DOS SANTOS (1939).
Descrição:
Na Impressão Régia, Lisboa, 1812 (e 1817). In-8º de 3 vols com 285-(1) , 345-(1) e 264 págs. respectivamente. Brochados e por aparar, perservados numa folha de papel fino da época. Frontispício do 3º volume com picos de humidade.
Páginas de rosto são gravadas a buril sobre chapas de metal e têm ao centro uma linda gravura assinada D.J. Silva com as armas de Portugal ladeados por dois anjos e a divisa. COM TODOS OS CADERNOS POR ABRIR e com as margens largas por aparar, mantendo as rebarbas e as margens desencontradas. Exemplar de colecção e bibliófilo, recomendando apenas serem albergados em caixas próprias do tipo slipcase.
PRIMEIRA, RARA e única edição.
Sobre esta obra, debruçou-se Almeida Garrett no seu Bosquejo da História da Poesia e Lingua Portugueza, dizendo que " ... António Ribeiro dos Santos foi imitador e emulo de Ferreira; poucos ingenhos, poucos caracteres, poucos estylo ha tão parecidos; senão que o auctor dos coros de Castro era muito maior poeta, e o cantor do Infante D. Henrique muito melhor metrificador. Esta ode ao infante sabio, algumas outras a varios heroes portuguezes, algumas das epistolas, e especialmente os versos que lhe dictava a amisade para o seu Almeno, são de uma elegancia e pureza de linguagem rarissima em os nossos dias ...".
António Ribeiro dos Santos (1745-1818) foi um cronista português, e censor régio. Ficou ainda ligado à criação da instituição que antecedeu a Biblioteca Nacional de Portugal em 1796, pelo decreto de D. Maria I que extinguiu a Real Mesa Censória. Estudou humanidades no Brasil e direito na Universidade de Coimbra, onde se doutorou, tendo exercido o magistério entre 1779 e 1795. Membro efectivo da Academia das Ciências de Lisboa, foi também cronista da Casa de Bragança e censor régio. Homem de vasta cultura, aberto à modernidade no contexto de enciclopedismo que caracterizou a Europa das Luzes, dedicou-se aos estudos linguísticos, mas foi na historiografia que mais se salientou deixando, entre outros, inúmeros estudos sobre o povo e a literatura sacra hebraica, as origens e progressos da poesia portuguesa, a história das matemáticas, as origens e a evolução da tipografia em Portugal. (Wikipédia)
Ávila Perez, 6540 (rara).
Cândido Nazareth, 5887 (rara).
Inocêncio I, 253
Pinto de Matos, 491.
Descrição:
In-8º de 454-(1) págs. Encadernação coeva, meia inglesa em pele vermelha com lombada de 5 casas abertas, gravada a pigmento negro e dourada com dizeres e filetes duplos. Junto ao frontispício vem um bom retrato de Camilo, impresso em separado. Preserva a capa de brochura anterior. Ligeiro aparo marginal. Pequena falha de pele no canto superior direito da lombada. Frontspício com ligeiras manchinhas de humidade,
PRIMEIRA EDIÇÃO desta bastante apreciada colectânea de escritos, primitivamente dada a lume em diversas publicações. BASTANTE INVULGAR.
(Compreende ante-rosto com os dizeres BOHEMIA DO ESPIRITO e verso em branco; frontispício textualmente descrito supra e verso com subscrição tipográfica TYP. DE ARTHUR JOSÉ DE SOUSA & IRMÃO // Largo de São Domingos, 58 – Nº telephonico,
131; página 5ª com PREAMBULO datada na página seguinte; o texto propriamente dito inicia-se na página 7 e decorre até à página 454 incluindo as ERRATAS e o INDICE)
ALMEIDA MARQUES, 353;
CAMILIANA (SOARES & MENDONÇA, 1968), 841;
CARVALHO, 31;
CONDE DA FOLGOSA, 1143;
HENRIQUE MARQUES, 222;
JOSÉ DOS SANTOS (1916), 19;
JOSÉ DOS SANTOS (1939), 91;
MANUEL DOS SANTOS, 269.
Descrição:
Artis (Lisboa, 1963). In-8º de 12 págs e 17 estampas impressas à parte, albergado num "portfólio" cartonado editorial. Integrado na colecção de arte contemporânea.
Com expressiva uma dedicatória autógrafa no frontispício.
Descrição:
Livraria-Editôra da Casa do Estudante do Brasil, Rio de Janeiro, 1949. In-8º de 228-(1) págs. Brochado. Exemplar impecável, com os cadernos por abrir, não obstante o tradicional amarelecimento do papel impresso, desta época. Com carimbos de oferta de editor no ante-rosto.
PRIMEIRA EDIÇÃO deste livro, proibido em Portugal pela censura do Estado Novo (Relatório 2805 de 18 de Abril de 1945).
Encontra-se muito bem conservado, sendo até nestas condições, RARO (PEÇA DE COLECÇÃO).
Terra Morta é um romance de Castro Soromenho (1910-1968), proibido em Portugal e publicado no Rio de Janeiro, em 1949. Neorrealista, a obra retrata a vila de Camaxilo, locus horrendus no Nordeste de Angola, na época colonial. É a descrição da vida patética de uma pequena comunidade de colonos portugueses, comerciantes e funcionários do Estado colonial, que se esforça por manter a todo o custo uma certa honra e dignidade que o estatuto de homem branco, lhes confere. Inúmeras personagens, colonizadores e colonizados, homens e mulheres, interagem no enredo, pela voz do narrador, como se fossem actores históricos, úteis para pensar o Terceiro Império Português. As minas da Diamang e os cânticos dos trabalhadores contratados fazem parte do cenário, sendo, também, a obra um contributo importante para a história do trabalho colonial. O autor deixa uma mensagem não só de opressão, materializada em Camuari, a máscara da morte, como de luta contra esta, contada e cantada em outras histórias de resistência à violência colonial.
Descrição:
Edição do autor, Lourenço Marques, 1959. In-8º de 95 págs. Brochado com rúbrica de posse de poeta coimbrão da geração de sessenta, no frontispício. Capa de brochura e interior com desenhos do próprio autor. Excelente estado de conservação deste exemplar apresentando-se muito fresco e limpo.
LIVRO DE ESTREIA, em PRIMEIRA EDIÇÃO de Rui Knopfli (1932-1997) do qual escreveu António Ramos Rosa na revista Seara Nova " ... a sua voz destaca no concerto da poesia dos últimos anos, pela agressividade corrosiva, pela maneira directa com que fixa a realidade social e os seus próprios sentimentos, pelo sarcasmo com que a vitupera, pela rudeza viril ...". Em 1984 receebu o préio de poesia do PEN club. Fez parte de uma geração de moçambicanos expatriados, que inclui os poetas Alberto de Lacerda, Helder Macedo e Virgílio de Lemos, o cineasta Ruy Guerra, os filósofos Fernando Gil e José Gil, o arquitecto Pancho Miranda Guedes, o fotógrafo Pepe Diniz, a pintora Bertina Lopes e o ensaísta Eugénio Lisboa.
Descrição:
Na officina de Miguel Manescal da Costa, Lisboa, 1761. In-8º de 2 vols. com XVI-169-III e IV-184-XIV respectivamente. Encadernação coeva inteira de carneira, um pouco coçada nos cantos e charneira, lombada com 4 nervos, decoração vegetalista bem ao gosto da época, dourada em casas fechafas e rótulo de pele vermelha, também com dizeres dourados. Guardas coevas em papel pintado em tina manual. Papel saudável mantendo a sonoridade original. Pequena falta de pele no pé da lombada. Mancha de humidade no canto inferior direito das páginas preliminares. Duas rúbricas de posse, uma coeva no verso da folha de guarda, outra moderna, no frontispício.
PRIMEIRA EDIÇÃO, MUITO RARA, não referida nas principais bibliografias consultadas de imponentes colecções de livros antigos.
Aulo-Gélio, 3070: "primeira e bastante rara"
Esta primeira edição não vem referida em Ávila Perez (p. 689)
Inocêncio II, 196. Este bibliógrafo refere-se a esta edição da seguinte forma: " ... a primeira também em 2 volumes feita, me parece, em 1766 ..." subentende-se pela sua incerteza que não conheça esta edição ou não tenha tido acesso a um exemplar.
Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. I, p. 537.
Parnaso Lusitano (1826) t.I, xlij
Pinto de Matos (Manual Bibliographico Portuguez, 1878) p. 483: a primeira edição é rara embora menos estimada que a 2ª, por ser mais completa.
Descrição:
Livraria Civilização, Porto, 1945. In-8º de 321-81) págs. Brochado com os cadernos por abrir.
EXCELENTE EXEMPLAR DA PRIMEIRA EDIÇÃO duma tiragem especial em papel de melhor qualidade, formato superior, numerados e autografados por Teixeira de Pascoaes.
Lê-se no epílogo, palavras do autor: "Este livro, como o São Paulo, escrevi-o para os ateus inconformaveis ou idealistas, os ateoteistas, os que não cabem no passado nem no presente; e ambicionam um conceito da Divindade, fóra desse campo antigo das imaginações fabulosas. Nem me dirijo aos crentes absolutos ou fanaticos, os milionarios da Fé e da Bemaventurança, mas aos pobres de Deus, que o procuram no deserto da vida.
São João de Gatão, 17 de Outubro de 1944.
Descrição:
Edição do autor, Coimbra, 1942. In-8º de 32-(1) págs. Brochado. Capa com ligeiro vinco no canto superior direito. Belo exemplar, bem preservado.
Primeira edição do livro de poemas, dos mais apreciados do autor, escrita num periodo em que Torga se recusava enviar as obras à censura prévia, assumindo os custos de publicações para não causar eventuais prejuizos financeiros e de envolvimento político aos editores. Segundo Fernando Guimarães nesta obra “ … é possível surpreender uma maior contensão, um vivo sentido de unidade dado pelo modo como o poema verbalmente se concentra em certas imagens, uma maestria rítmica que acompanha a surpresa que decorre da visualidade dessas imagens, muito ligadas à revelação de um mundo agrário ou pastoril que sempre se há-de apresentar como denominador comum na obra de Miguel Torga …”.
Descrição:
Typographia da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Uteis, Lisboa, 1844. In-8º de XXIII-469-(8) págs. Encadernação meia francesa em pele cor-de-mel, com guardas em papel marmoreado em tina manual, decoarad na lombada com florões e dizeres a ouro em casas fechadas (encadernação assinada por Silvestre Pinto - Porto). Conserva o fac-simile impresso em grande folha desdobrável do manuscrito autógrafo de Frei Luís de Sousa. Inteiramente por aparar. Mancha tipográfica com alguma acidez, em algumas folhas.
Muito rara PRIMEIRA EDIÇÃO quando completo com o facsimile, como o que se apresenta.
Descrição:
Centelha, Poesia, 1980. In-8º de 239 págs. Brochado com capas ligeiramente empoeiradas. Miolo impecável.
Primeira e única edição de um belo livro de poesia (dos mais belos no último quartel do séc. XX, opinião nossa) escrito por Vitor Raul da Costa Matos (1927-1975) cuja produção literária integra um modelo de poesia nascida de uma preocupação especulativa e filosofante e moldada sobre a experiência existencial. Licenciado e doutorado em Filosofia, foi docente na Universidade de Coimbra e colaborou em peródiocs literários consagrados de que se destacam Árvore, Cadernos do Meio-Dia, Távola Redonda e Eros. Usou o pseudónimo Vitor Matos e Sá; morreu precocemente num acidente de viação.
Descrição:
sub-título: Who Knows Enough About it seguido de Louvor e Desratização de ÁLVARO DE CAMPOS pelo MESMO no lugar. Com 2 Cartas de RAUL LEAL (HENOCH) ao Heterónomo; e a Gravura da universidade.Escrito & Compilado de Jun. 1987 a Set. 1988.
Assírio & Alvim, Lisboa, 1989. In-8º de 119 págs. Brochado, vom estado não obstante possuir pequena rúbrica de posse no frontspício.
Primeira edição.
Inserida na coleção Peninsulares / Literatura .
Descrição:
Livraria Bertrand, Lisboa, (1933). In-8.ºde 285 págs. Encadernação meia inglesa em pele, com lombada elegantemente decorada a ouro, emoldurada em filetes triplos, numa casa única. Preserva as capas de brochura, corte superior das folhas carminada. Restantes margens intactas. Capas ligeiramente amarelecidas, todas por igual. Miolo limpo.
Ostenta uma dedicatória autógrafada, datada de Lisboa, 1963.
Primeira edição, primeiro milhar.
Descrição:
Na officina de Antonio Balle, Valensa, 1746. In-8º de dois tomos com (12)-322-(5) e (4)-300-(2) págs. respectivamente. Encadernação séc. XX inteira de carneira cor de mel, com dourados dispostos em casas abertas na lombada com 5 nervos, e rótulo de pele preta com dizeres também gravados a ouro. Aparo e rúbrica de posse coeva no frontispício, este com canto superior direito restaurado. Miolo em excelente estado de conservação, mantendo a sonoridade original do papel. BELÍSSIMO EXEMPLAR
junto com:
- PIEDADE, P. Fr. Arsenio da - REFLEXOENS APOLOGETICAS A OBRA INTITULADA VERDADEIRO METHODO DE ESTUDAR, DIRIGIDA A PERSUADIR HUM NOVO methodo em Portugal se ensinarem, e aprenderem as sciencias, e refutar o que neste Reino se pratica, expendidas para desaggravo dos Portugueses em huma Carta, quem em respsota de outra se escreveo da Cidade de Lisboa para a de Coimbra ... Na Officina de Francisco Luiz Ameno, Lisboa, 1748. In-8º de 66 págs.
junto com:
- RESPOSTA AS REFLEXOENS que o R. P. M. Fr. Arsenio da Piedade Capucho fez as Livro intitulado: VERDADEIRO METODO DE ESTUDAR. Escrita por outro Religioso da dita Provincia para dezagravo da mesma Religiam, e da Nasam. Na Officina de Antonio Balle, Valensa, 1748. In-8º de 146 págs.
Última folha erradamente encadernada no final, constituindo Advertencia do Impressor a quem ler, isto é, o fólio A1* do presente título.
PRIMEIRA EDIÇÃO (variante B, segundo Maria Teresa Payan Martins, em LIVROS CLANDESTINOS E CONTRAFACÇÕES EM PORTUGAL NO SÈCULO XVIII, 2012, p. 356 - só se conhecem dois exemplares da variante A, depositadas em bibliotecas públicas estrangeiras) APREENDIDA PELA INQUISIÇÃO em 1746, do famoso e violento tratado contra a pedagogia dos Jesuitas. RARÍSSIMA, justamente apreciada e bastante valiosa obra para a Cultura Portuguesa de que é autor LUIS ANTÓNIO VERNEY , o maior da cultura portuguesa do séc. XVIII e quem trouxe, ao marasmo então instalado, o nível da civilização europeia, numa situação social em que a sociedade vivia apoiada nos fanáticos do puro despotismo, com vista isolar o infeliz Portugal da Europa culta, para que não se contaminasse com pensamento moderno.
O VERDADEIRO MÉTODO DE ESTUDAR foi publicada anónima (sob o pseudónimo de um “Barbadinho da Congregação de Itália”) e o seu aparecimento no mundo das letras deu origem a uma violenta e prolongada polémica literária em que esgrimiram, pró e contra a reforma dos estudps, algumas das penas mais consagradas da época. A obra propõe uma profunda reforma do sistema educativo, defendendo a substituição da lógica aristotélica e do formalismo retórico por métodos fundados na razão, na observação, na experiência e no estudo directo das ciências naturais e das línguas modernas. Verney reclama um ensino útil, prático e moderno, alinhado com os modelos europeus mais avançados, criticando a estagnação intelectual portuguesa e apelando a uma renovação que abrangesse não apenas a pedagogia, mas toda a cultura nacional. Pela clareza argumentativa, pela audácia das suas propostas e pelo impacto que exerceu no debate público, “O Verdadeiro Metodo de Estudar” é hoje considerado um dos textos fundadores do pensamento reformista em Portugal e um marco fundamental na preparação da grande Reforma Pombalina da Universidade.
Ávila Perez, 7944 (refere apenas a edição de 1747)
BNP, 869.0-6
Conde de Ameal, 2474
Inocêncio V, 222 e seguintes
Martins (2012), 356 e seguintes
Monteverde 5527 (refere unicamente a edição seguinte de 1747)
Descrição:
Verbo. (Lisboa). 1959. In-8º de 76-(2) págs. Brochado com ligeiro foxing. Miolo muito limpo, impecável. Capa da autoria do próprio.
" ... É um grande texto do modernismo teatral português. O ambiente epocal não perdeu atualidade, se bem que a “vampa”, hoje talvez falasse de outra maneira... ou talvez não. Mas toda a mestria do desenvolvimento dramatúrgico continua profundamente moderno, no sentido da sua contemporaneidade e intemporalidade..." (Duarte Ivo Cruz).
Descrição:
Edições Momento, Lisboa, 1934. 8º de 110 págs. Brochado. Preserva intacto a sobrecapa impressa em papel fino laranja. Nítida impressão sobre papel encorpado hidrófilo, o que justifica o foxing que apresenta habitualmente, tal como quase todos os exemplares que aparecem à venda no mercado.
Insere uma Marginália na qual se apresenta os estudos “António Botto e os problemas da sinceridade” por João Gaspar Simões, “Palavras” de José Régio. No final “os editores transcrevem um breve resumo de crítica na imprensa portuguesa e estrangeira sobre a obra António Botto” .
Primeira edição, invulgar.
Descrição:
sub-título: Conferênciarealizada em Lisboa no Teatro Nacional de Almeida Garret, a convite de Amélia Rey Colaço, repetida em Coimbra no salão nobre da Associação Académica a convite da revista “Presença” e editada nas oficinas gráficas UP de Lisboa. Julho de 1932.
Sem indicação de local de impressão (Oficinas Gráficas UP), Lisboa, 1932. In-8º de 55 págs. Encadernação de execução recente, meia francesa em pele vermelha com cantos, lombada de 4 nervos com decoração dourada em casas abertas, dizeres também dourados. POR APARAR, preserva as capas de brochura, estas um pouco empoeiradas e com ligeiros e insignificantes defeitos de manuseamento. Miolo miuto limpo e fresco. BOM EXEMPLAR.
Ilustrado com uma curiosa autocaricatura de Almada.
Discurso proferido por Almada Negreiros em Lisboa no Teatro D. Maria II, a convite de Amélia Rey Colaço, e repetido em Coimbra, no salão nobre da Associação Académica, a convite da revista «Presença», pouco tempo depois da sua chegada a Lisboa, regressado de Espanha, onde tinha vivido desde 1927.
Descrição:
Edição do autor, sem indicação de local nem data (1916). Folha em harmónica, impressa de ambos os lados ao longo de 7 "páginas". Exemplar preservado numa caixa-estojo, inteira de pele com dizeres dourados pela frente.
Com um catálogo das obras do autor (Obra Literária) e o anúncio da publicação de K4.
PEÇA DE COLECÇÃO E DAS MAIS RARAS DO AUTOR.
Descrição:
(Casa Minerva), Coimbra, 1954. In-4º de 230-(1) págs. Brochado. Belíssima capa de brochura ilustrada por Ruy de Oliveira Santos. Muito raros picos de humidade nas primeiras páginas e com miolo impecável. Insignificantes cortes marginais na capa anterior.
Valorizado por ostentar uma excelente, poética e muito sentida dedicatória autógrafa a João Villaret, datada de Junho de 1954.
PEÇA DE COLECÇÃO do livro que constitui a estreia literária do autor.
Descrição:
Livraria Portugália, Lisboa, 1942. In-8º de 193-(1) págs. Brochado e ilustrado por Manuel Ribeiro de Pavia.
Valorizada pela dedicatória autógrafa neste primeiro livro de contos de teor neo-realista de Manuel da Fonseca, correspondendo a uma colectânea escrita a partir do fim dos anos 20 até ao fim da década de 30. Alguns foram publicados originalmente em jornais e revistas literárias.
PRIMEIRA EDIÇÃO deste belo exemplar.
Descrição:
Edições Paulo Guedes, Lisboa, (1933). In-8º de 192 páginas inumeradas (cadernos numerados de 1 a 12). Encadernação moderna, meia francesa com cantos em pele, lombada de 4 nervos com ferros estilizados e corridos em casas abertas, dizeres igualmente dourados. Preserva capas de brochura ilustrada por Fred Kradofler. Ligeiro aparo marginal.
Exemplar muito limpo, embora papel amarelecido, próprio da sua qualidade.
A Marginália que ocupa cerca de uma vintea de páginas no final da obra, apresenta críticas de Jorge de Faria, Dias da Costa, Arthur Portela, J. Quintanilha, António Inêz, Armando Ferreira e Mário Martins .
PRIMEIRA EDIÇÃO desta peça de Teatro apresentada pela primeira vez no Teatro Nacional de São Carlos, que retrata o bairro lisboeta onde Botto cresceu num ambiente popular e boémio, sem instrução formal aprofundada.
Descrição:
Ex Typographia Regia, Lisboa, 1804. In-8º de 2 volumes com XVIII-607 & 557-(1) págs. respectivamente. Encadernação coeva, meia inglesa em pele azul escura, com dizeres dourados na lombada, limitadas por ferros corridos, também a ouro e a sêco. Nítida impressão sobre papel de boa qualidade, mantendo-se a sonoridade original do papel. Etiquetas de ordem de biblioteca no pé da lombada. Charneiras de ambos os volumes com alguma e insignificante fragilidade, provocada pelos ciclos de abertura e fecho, durante o manuseio da obra. Pé da lombada do segundo volume fissurado na charneira, sem perder qualquer função estrutural de suporte do livro. Segundo volume com uma ténua e quase imperceptível mancha de humidade, à cabeça e circunscrito às primeiras 20 páginas.
Considerada a primeira flora portuguesa, este título é uma obra de botânica descritiva, em latim, com recurso ao sistema de Lineu. Apresenta 1885 espécies, muitas delas desconhecidas então para a ciência, tendo também sido nela realizada pela primeira vez uma nomenclatura botânica portuguesa.
Estando na época anunciada a publicação de Flore Portugaise por parte dos botânicos Link e Hoffmansegg, a publicação da Flora Lusitanica, foi acelerada por ordem do governo, pelos então ministros D. Rodrigo de Sousa Coutinho e D. João d'Almeida de Mello e Castro como oposição de Domingos Vandelli e do P. Velloso.
PRIMEIRA EDIÇÃO da obra classificada como um importante marco na botânica nacional e da ciência portuguesa em geral.
Inocêncio II, 259
Sousa da Câmara, 459 (muito raro)
Descrição:
Livraria Bertrand, Lisboa. S/d. (1946). In 8 de 350 págs. Encadernação modesta, coeva, meia inglesa em estopa, com rótulo dourado com dizeres, sobre percalina azul na lombada. Carimbo de posse com nome do destinatário da dedicatória, na folha de guarda e de rosto. Aparo generalizado, sem capas de brochura. Exemplar muito limpo, muito fresco.
Apresenta uma expressiva dedicatória autógrafa na página de ante-rosto.
Primeira edição deste livro de crónicas (o primeiro de um conjunto de três outros títulos: Geografia Sentimental, Homem da Nave e Arcas Encoiradas) que toma como referência e palco a povoação de Soutosa, ao tempo isolada e desconhecida do país, constituindo " ... um políptico de largo espectro, abrangendo a antropologia e sociologia rural, desenvolvido a partir do conhecimento directo dos sítios e das pessoas, bem como do repositório de memórias e tradições orais que Aquilino compreendia como poucos, e que, ainda hoje, continuam subjacentes no cerne estrutural do homem português...".
Descrição:
Coordenação de Casimiro de Brito e Gastão Cruz. Capa de Manuel Baptista.
Tipografia Ideal, Lisboa, 1971 (a 1972). In 8º de 3 vols com 66-(5), 70-(5) e 74-(2) págs. respectivamente. Brochado. Nítida impressão sobre papel de qualidade e tonalidades distintas (creme e azul claro).
Exemplares em excelente estado de conservação. Apenas as capas do volume correspondente a Novembro é que apresenta raras manchinhas de acidez marginal. BELO CONJUNTO desta invulgar revista literária, com excelente colaboração.
Colaboraram os mais notáveis autores da segunda metade do séc. XX, tais como Carlos de Oliveira, Eugénio de Andrade, Fiama Hasse Pais Brandão, Nuno Guimarães, Ruy Belo, António Ramos Rosa, Armando Silva Carvalho, João Miguel Fernandes Jorge, Jorge de Sena, Sophia de Mello Breyner Andresen, António Franco Alexandre, Fernando Assis Pacheco, Herberto Helder, José Gomes Ferreira e Nuno Júdice.
Descrição:
Fundação calouste Gulbenkian, Lisboa, 1968. In-8º de 273-81) págs. Encadernação editorial com sobrecapa. Ilustrado em separado com fotografias (do autor? - cremos que sim).
Exemplar em excelente estado de conservação, não obstante da rúbrica de posse no frontspício.
EDIÇÃO ORIGINAL de um dos mais importantes títulos, diversas vezes reeditado, da impoenente literatura geográfica do grandioso Orlando Ribeiro.
Descrição:
C.E.P. (Porto) s.d. (1945). In-8º de 35-(1) págs. Brochado com as capas ligeiramente acidifcadas. Miolo impecável.
Apreciada antologia de artigos e páginas políticas de Pessoa, intitulados «A Doença da Disciplina», “O Preconceito da Ordem” e vários “Poemas Insubmissos” seleccionados e editados por Petrus (Pedro Veiga)
Ilustrado com belas vinhetas e reprodução de dois desenhos que retratam Fernando Pessoa, da autoria de Pintor Manuel Lapa, Carlos Ribeiro, respectivamente.
Edição limitada e numerada.
Descrição:
Editora Ulisseia, Lisboa, (1965). In-8º de 56-(5) págs. Brochado, com sobrecapa em "papel alcatrão". Muito bom estado.
Prefácio de António Alçada Baptista. Colecção dirigida por Vítor Silva Tavares. Orientação gráfica de Espiga Pinto.
Livro de poesia que se caracteriza pela sátira a Portugal e aos costumes dos portugueses, pela valorização do cotidiano de pessoas simples e pelas experiências que o poeta vivenciou em seu país. A poesia aqui composta caracteriza-se simplicidade que cerca o cotidiano, distanciando-se da poesia de livros, denominados por ele, "andejantes", ou seja, livros vagos que ornavam as estantes das salas e bibliotecas.
PRIMEIRA EDIÇÃO desta obra, apreendida pela PIDE.
Descrição:
Livraria Francesa. Lisboa. (1945). In-8º de 53-V págs. Brochado em excelente estado de conservação. Edição de delicado apuro gráfico, adornada de três belíssimos desenhos de Manuel Ribeiro de Pavia. Rúbrica de posse no ante-rosto.
Livro escrito durante a sua estadia em Coimbra (1943 e 1946) onde estabelece relações de amizade com alguns dos maiores vultos da literatura e do pensamento portugueses da época, como Miguel Torga, Carlos de Oliveira e Eduardo Lourenço.
Primeira edição do segundo livro enquanto Eugénio de Andrade, e o terceiro enquanto autor, JÁ RARO no mercado.
Descrição:
F. França Amado - Editor, Coimbra, 1901. In-4º de 132 págs. Encadernação não coeva, meia francesa com cantos em pele, lombada com 5 nervos dourada em casas fechadas, com florões de canto, ferros corridos e dizeres dourados. Nítida impresão, por vezes a duas cores, negro e violeta, com um arranjo gráfico distinto, ao gosto arte nova.
Rúbrica de posse coeva no frontspício, foxing ocasional, e leve acidez marginal. Aparo geral, muito ligeiro.
Belo exemplar, bem preservado.
PRIMEIRA EDIÇÃO de um dos primeiros livros de poesia do autor representande do lirismo neorromântico em que explora os temas da melancolia, do bucolismo, e da comunhão com a natureza e o exílio.
Descrição:
(Lisboa. 1922). In-8º de XLI-216-(5) págs. Encadernação moderna, meia francesa em pele vermelha com cantos, lombada de 5 nervos dourada em casas abertas (florões decorativos) e dizeres. Papel da guarda igual à das pastas, produzido em tina mecânica. Preserva capas de brochura e lombada, por aparar. Miolo com ocasionias picos de cidez, próprio da qualidade do papel. Rúbrica de posse coeva no ante-rosto.
Ostenta uma dedicatória autógrafa ao escritor JOÃO DE DEUS filho " ... lembrança de admiração e pelo culto de João de Deus, Affonso Lopes Vieira.".
Primeira edição.
Descrição:
Composto e impresso na Tipografia da “Atlântida”, Coimbra, 1931. In-4.º de 15-(1) págs. Brochado. Muito bem conservado, EXEMPLAR IRREPREENSÍVEL.
Capa da brochura impressa a duas cores, com o aspecto modernista que a revista «Presença» imprimia em todas as suas publicações. Ilustrado com um desenho de José Régio, impresso em página inteira.
Trata-se da primeira incursão na escrita dramática de Branquinho da Fonseca que é não só uma das mais raras e representativas peças do seu teatro, como também uma das apreciadas edições Presença, revista de que o autor foi fundador e director.
Primeira edição, PEÇA DE COLECÇÃO
Descrição:
[Editora Gráfica Portuguesa, Lda], Lisboa. 1958. In-8.º de 60-(4) págs. Brochado. Nítida impressão sobre papel de qualidade superior, encorpado.
Ostenta uma dedicatória autógrafa.
Exemplar em excelente estado de conservação, não obstante os insignificantes picos de humidade da capa anterior.
PRIMEIRA EDIÇÃO de um dos primeiros e mais raros livros de poesia de Natália Correia, ligado à “tendência surrealista da poesia portuguesa”.
Descrição:
Guimarães Editores, Lisboa. 1986. In-4º de 131-(3) págs. Brochado com ligeiros picos de humidade.
Belíssima edição reproduzindo em página inteira 15 gravuras de Durer e ainda, como vinhetas de remate, alguns elementos das mesmas. Bela edição impressa a negro e vermelho.
SUB-TÍTULO: “AGUSTINA BESSA-LUÍS escreve sobre a REVELAÇÃO DE SÃO JOÃO obra ilustrada e gravada no ano de 1498 por ALBRECHT DURER em quinze xilogravuras de folha inteira o qual tudo aqui novamente se publica por GUIMARÃES EDITORES na cidade de Lisboa no ano de 1986 com a versão portuguesa do APOCALIPSE de acordo com a tradução de ANTÓNIO PEREIRA DE FIGUEIREDO da Congregação do Oratório”.
Exemplar numerado e autografado. PRIMEIRA EDIÇÃO
Descrição:
Guimarães Editores, Lisboa. 1986. In-4º de 131-(3) págs. Brochado com ligeiros picos de humidade.
Belíssima edição reproduzindo em página inteira 15 gravuras de Durer e ainda, como vinhetas de remate, alguns elementos das mesmas. Bela edição impressa a negro e vermelho.
SUB-TÍTULO: “AGUSTINA BESSA-LUÍS escreve sobre a REVELAÇÃO DE SÃO JOÃO obra ilustrada e gravada no ano de 1498 por ALBRECHT DURER em quinze xilogravuras de folha inteira o qual tudo aqui novamente se publica por GUIMARÃES EDITORES na cidade de Lisboa no ano de 1986 com a versão portuguesa do APOCALIPSE de acordo com a tradução de ANTÓNIO PEREIRA DE FIGUEIREDO da Congregação do Oratório”.
Exemplar numerado e autografado. PRIMEIRA EDIÇÃO
Descrição:
Guimarães Editores, Lisboa, 1990. In-8º de 84-(3) págs. Brochado, com ilustrações ao longo do texto e em separado de sua filha Mónica Baldaque.
Capas empoeiradas.
PRIMEIRA EDIÇÃO continuação (parte II) do título Dentes de Rato.
Descrição:
Contexto Editora, Lisboa, s.d. (1981). in-8º oblongo com 43-(5) págs. Brochado. Impressão em papel encorpado. Ilustrado com 6 fotografias de Jorge Molder. Inserido na colecção Cábulas de Navegação.
Capas de brochura ligeiramente empoeiradas. BOM EXEMPLAR.
PRIMEIRA EDIÇÃO. É deste livro (poético), da página 9, que vem a conhecida expressão da autora:
"a única solidão é aquela que não tem passado".
Descrição:
s.l. (Secretariado da Propaganda Nacional, Lisboa), s.d. In-8º de 8 págs. Brochado, com os cadernos por abrir. Ponto de ferro insignificantemente oxidado.
EXEMPLAR IMPECÁVEL sem qualquer vinco nem dobra horizontal (como muitas vezes ocorre) - PEÇA DE COLECÇÂO desta primeira edição, autêntica, impressa em papel azul, que se distingue da outra (dada a luz pouco tempo depois, impressa em papel branco) pelo menor número de páginas, proporcional ao tamanho do tipo usado.
Foi proibido de circular pela censura do estado novo.
Descrição:
"Olisipo" Apartado 145, Lisboa, 1921. In-4º de dois opúsculos respectivamente com 20 e 16 págs. Encadernado, preserva todas as quatro capas de brochura.
Encadernação inteira de chagrin côr tabaco com elaborado e estilizado ferro floral gravado a negro na pasta anterior, emoldurada por uma roda art-déco dourada em amnas as pastas. Lombada a 5 nervos, gravada a ouro e pigmento negro, em casas abertas.
PRIMEIRA EDIÇÃO publicada ainda em vida do autor, na sua própria editora.
PEÇA DE COLECÇÃO.
Descrição:
Portugália Editora. Lisboa. 1949. In 8° de 194-(1) págs. Brochado com desenho na capa por Lima de Freitas. Capa anterior com ligeira mancha provocada pela acção química da acidez. Miolo impecável, muito limpo.
Exemplar com rúbrica autógrafa de Vergílio Ferreira (ver foto).
PRIMEIRA EDIÇÃO, dos primeiros livros do autor ( a quarta obra) assim como dos mais raros.
Descrição:
"Olisipo", Apartado 145, 1921. In-4º de 45-(1) págs. Encadernação moderna com capas de brochura. Ilustrado com o seu auto-retrato. Conserva as capas de brochura.
Encadernação inteira de marroquim verde, assinada Invicta Livro, com gravação a negro, no plano anterior, reproduzindo a capa de brochura. Ligeiro e leve aparo à cabeça. Raríssimos picos de acidez. Capa de brochura anteriro com antigo carimbo comercial eliminado (ver foto).
EDIÇÃO ORIGINAL de um dos mais raros títulos representativos da obra literária de Almada Negreiros.
Descrição:
Edição da Renascença Portuguesa, Porto, 1921. In-8.º de 116-(6) págs. Brochado. Ilustrado por João Peralta.
Capas de brochura com picos de humidade e charneira com alguns defeitos de manuseamento. Miolo igualmente apresentando foxing disperso. Bom exemplar, apesar dos defeitos apontados.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Publicações Europa-América, Lisboa, 1960. In-8.º de 183-(2) págs. Brochado. Capa com arranjo gráfico de Sebastião Rodrigues sobre um quadro de Júlio Pomar. Inserido na colecção "Os livros das três abelhas".
Exemplar com insignificantes defeitos de manuseamento e pequena rúbrica de posse no ante-rosto. Apesar dos defeitos apontados, exemplar em muito bom estado de conservação.
Primeira edição.
Descrição:
Olisipo - Sociedade Editora, Lisboa. 1922. In-8º de 72 págs. Enc. com retrato.
Encadernação moderna meia francesa em pele castanha, lombada com quatro nervos, decoração a ouro em casas fechadas. Conserva capas de brochura e o retrato original do autor realizado pela Casa Bobone.
Trata-se da segunda edição, de cuidado apuro gráfico, impressa em papel de linho de grande qualidade. Vem adornado com um retrato original do poeta impresso em papel de prata, e colado à parte e que foi motivo pela sua apreensão efectuada pela censura política e consequentemente retirado do comércio.
Obra icónica da literatura portuguesa do séc. XX.
Descrição:
Na Tipographia da Acad. R. das Sciencias, Lisboa 1799. In-8º de XXVII-425-(1) págs. Enc.
Encadernação séc. XIX, inteira de pele aroboreada, e decorada a ouro com elegantes ferros, ao gosto romântico na lombada. Cabeça da lombada ligeiramente coçada. Corte das folhas carminado. Guardas pintadas em tina manual com cores intensas em torno de azul cobalto, de belíssimo efeito.
Ostenta um ex-libris xilográfico realizado por Ruy Palhé, numerado (tiragem de 50) e assinado.
Nítida impressão sobre papel de boa qualidade e gramagem superior, mantendo a sonoridade original.
As 27 páginas introdutórias são da autoria Stockler (Francico de Borja Garção Stockler) e tecem um perfil critico-biografico do autor.
PRIMEIRA E ÚNICA edição, póstuma.
Alexandre Herculano ( Panorama, vol.III de 1839), p. 197
Inocêncio II, 369.
Manuel Pinheiro Chagas (Portuguezes illustres, 2ª ed. 1873), p. 141–142.
Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, 1991, vol.I, p. 561.
Descrição:
Edições Lusitana, Lisboa, 1920. In-8º de LXXII págs. Enc.
Encadernação, assinada Frederico d'Almeida, meia francesa em pele castanha escura com cantos. Dizeres dourados na lombada. Conserva as capas de brochura (sem badanas) com ligeiros e insignificantes picos de acidez. Exemplar em muito bom estado de conservação. Aparado e carminado à cabeça. Restantes margens intactas e desencontradas.
Obra considerada de referência da história da literatrura portuguesa do séc. XX.
PRIMEIRA EDIÇÃO, JÁ BASTANTE RARA NO MERCADO.
Descrição:
Editorial Inova, Porto, 1973. in-8º de 88-(7) págs. Brochado. Sinais de manuseamento, sem grande expressão.
Valorizado por ostentar uma dedicatória autógrafa ao escritor JOAQUIM NAMORADO.
Primeira edição inserido na Colecção Duas Horas de Leitura (nº 21), da Inova.
Descrição:
Coimbra, 1941-In-8º de 117-III págs. Brochado, com manchinhas de humidade e picos de acidez. Carimbo de posse no anterosto, exemplar com sinais marginais de manuseamento, lombada com ligeira perda de papel à cabeça.
PRIMEIRA EDIÇÃO, justamente apreciada e já muito invulgar.
Descrição:
D. Manuel de Castro e Guilherme de Faria Editores, Lisboa, 1924. In-8º de 21-(1) págs. Brochado. Impressão cuidada em encorpado papel de linho. Cadernos por abrir.
Primeira Edição.
Descrição:
Livraria Bertrand, Lisboa, 1979. In-8º de 195-83) págs. Brochado. Capa de Manuel Dias.
Ligeiros sinais de manuseamento e amarelecimento do papel, próprio da sua qualidade sob acção do tempo. Rúbrica de posse na página de rosto.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Livraria Portuense de Lopes & C.ª - Editores, Porto, 1886. In-8º de 48-126-(1) págs. Encadernação artística inteira de pele cor de mel, com rodas floreadas gravadas a seco nas pastas de canto redondo, igualmente gravado a sêco na lombada de quatro nervos e dizeres dourados, em acasas abertas. Inteiramente por aparar, com os cadernos desencontrados produzindo um belo efeito bibliófilo. Nítida impressão sobre papel de qualdiade superior, de excelente execução e luxuoso grafismo, recorrendo a belíssimas molduras tipográficas, todas distintas em todas as páginas, sem qualquer elementos de repetição, com vinhetas alegóricas, figurativas, faunísticos e florísticos, arquitéctónicos, etc ... Miolo muito limpo, muito fresco sem defeitos apontar. Ligeiros e insignificantes sinais de desgaste nas pastas por mansueamento e frontspício com rúbrica de posse antiga. Apesar dos defeitos, é uma PEÇA DE COLECÇÃO estimada com alguma raridade.
Este exemplar coresponde a uma CONTRAFAÇÃO da primeira edição publicada no mesmo ano com ínfimas diferenças, entre as quais, a mais evidente, apresenta no frontspício a haste da letra T da palavra Sonetos com uma curvatura na edição original e rectilínea na edição contrafeita, característica esta exclusiva no frontspício e na encadernação editorial. Não se conhecem capas de brochura desta edição (nem na original, nem na contrafeita). Edição organizada pelo seu amigo Oliveira Martins, ao longo de cinco períodos cronológicos, segundo as variações ideológicas do espírito do poeta: 1860-1862; 1862-1866; 1864-1874; 1874-1880; 1880-1884. Esta edição apresenta poemas inéditos, nunca publicados anteriormente na edição do Sténio nem na de 1880.
Descrição:
Na Regia Officina Typografia, Lisboa, 1790. In-8º de 248-(2) págs. Encadernação coeva da época inteira de carneira mosqueada com dizeres a ouro na lombada sobre rótulo de pele vermelha. Rubrica de posse coeva no frontspício.
Obra de grande apuro tipográfico magnificamente ilustrada com 16 gravuras de página inteira em extra texto, o frontispício gravado e decorado com figuras alegóricas e o retrato do autor e 12 vinhetas de meia página no começo de cada canto pelos melhores desenhadores e gravadores portugueses da época: Carneiro da Silva, Jerónimo de Barros, Soyé, Frois, João Tomás da Fonseca, Ventura da Silva, Lucius, Ramalho, entre outros. Cremos estar falho do retrato de D. José.
PRIMEIRA EDIÇÃO, MUITO RARA.
Inocêncio V, 316.
Descrição:
Moraes Editores, Lisboa, 1968. In-8º de 67-(4) págs. Brochado. Rúbrica de posse no rosto.
Bom exemplar desta invlugar primeira edição.
Descrição:
Edições 70, Lisboa, 1974. In-8º de 220-(3) págs. Brochado.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Guimarães Editores. (Lisboa. 1966). In-8º de 77-(2) págs. Brochado com a capa anterior prejudicado pela actividade de lepismatídeos
Ostenta uma curiosa dedicatória autógrafa, pelo punho de Nemésio, não datada, a uma declamadora de poesia " ... que tão benevolamente se propõe a dizer poemas meus ...".
Primeira edição deste invulgar livro de poemas.
Descrição:
F. França Amado, oimbra, 1914. In-8º de (7) - 48 págs. Brochado e capa ilustrada por Correia Dias. Capas ligeiramente empoeiradas e com pequeneníssimos cortes marginais.
PRIMEIRA EDIÇÃO do segundo título publicado com uma expressiva dedicatória autógrafa.
Descrição:
Portugália Editora,Lisboa, 1953. In-8º de 42-(4)págs. Brochado com insignificante manchinhas de humidade junto à lombada. Rubrica de posse datada no ante-rosto.
PRIMEIRA EDIÇÃO e capa ilustrada por Lino António.
INVULGAR.
Descrição:
Quarteto, Coimbra, 2001. In-8º de 54 págs. Brochado, como novo.
PRIMEIRA EDIÇÃO e única.
Descrição:
Oficina do Livro, Lisboa, 2002. In-8º de 77 págs. Brochado, como novo.
Descrição:
A(lphonse) Lemerre - éditeur, Paris, 1870. In-8º de 38-(1) págs. CONSERVA CAPAS DE BROCHURA E LOMBADA, encontra-se por aparar e apresenta-se brunido a ouro fino à cabeça. Sólida e de excelente execução, a encadernação é uma meia ingleza com cantos, em marroquin de grão grosseiro, cor turqueza, com papel marmoreado, igual ao das guardas, e dizeres dourados na lombada, com nervos.
EDIÇÃO PRINCEPS, à expensas do autor numa tiragem total de 590 exemplares, dos quais 20 constituem uma edição especial em papel Holanda, outros 10 em papel China e ainda 10 em Whatman. O nosso exemplar não corresponde a nenhum dos especiais, no entanto a impressão é sobre papel de qualidade superior, bastante encorpado (edição especial não declarada ?).
PRIMEIRA E MUITO RARA EDIÇÃO.
PEÇA DE COLECÇÃO.
Descrição:
In-8º de 22 págs. Brochado. Capas de brochura com ligeira acidez junto à lombada, miolo em excelente estado, muito limpo, sem o foxing típico neste tipo de papel, quando ocorre, é de forma ténue, apenas na capa de brochura anterior. Sem defeitos de ordem física assinalar (exemplares houvera que passaram por nossas mãos, apresentavam um ponto de ferro - agrafo - transmitindo intensa oxidação nas suas imediações. O exemplar que se apresenta está intacto em folhas soltas e dobradas, tal como publicado e distribuído de mão em mão.
O presente exemplar não se encontra impresso no habitual (finíssimo) papel de arroz, branco, mas antes em papel encorpado e de côr creme. Apresenta-se impresso com o mesmo tipo, as mesmas dimensões de mancha gráfica, o mesmo ruído tipográfico, a mesma quebra de paginação, as mesmas vinhetas de remate, igualmente sem indicação de local de impressão e tudo absolutamente igual aos exemplares raros impressos em papel de arroz.
Cremos tratar-se de uma VARIANTE DA EDIÇÃO ORIGINAL CLANDESTINA impressa inteiramente igual aos exemplares de finíssimo papel de arroz.
Livrinho perseguido e apreendido pela Polícia Política de então. Desconhecido por alguns bibliófilos e ausente na maioria dos catálogos de primeiras edições
MUITÍSSIMO RARO.
Laureano Barros, 2623; Paulo Quintela, 301.
Descrição:
Officina de Francisco Mendes Lima, Porto, 1760. In 8° com (16)-320 págs. Encadernação coeva em carneira mosqueda, insignificantemente coçada e falho do rótulo com os dizeres dourados. Exemplar com carimbo de posse do eminente Prof Joaquim de Carvalho. Rubrica de posse trabalhada e coeva (Moraes) na última folha de guarda. Belas vinhetas tipográficos de efeito decorativo dispostas ao alto das páginas das licenças do Santo Ofício. Topo da página da dedicatória com brazão de armas de D. Gaspar de Bragança (filho ilegítimo de D. João V).
Primeira e rara edição desta obra setecentista fortemente influenciada pelo pensamento filosófico do John Locke e da sua revolucionária obra «An Essay concerning humane understanding», publicada em Londres em 1690.
Exemplares na Biblioteca Nacional e Biblioteca João Paulo II (UCP).
Descrição:
Renascença Portuguesa, Porto, 1920. In-8º de 213-(2) págs. Brochado. Capa de brochura ilustrada por Sousa Lopes. Acidez geenralizada própria da qualdiade do papel. Rubrica de posse antiga no frontspício. Exemplar em bom estado, muito limpo. Exemplar do terceiro milheiro (2ª edição).
Descrição:
Typographia Aurora do Cavado, Editor R.V., Barcellos, 1894. In-8º de 2 tomos encadernados num volume com 253 e 84 págs. respectivamente. Encadernação moderna inteira de percalina azul com dizeres dourados na lombada. Impressão sobre papel encorpado, ligeiramente acidificado sem no entanto perder, em nada, a sua rigidez e estrutura sólida primitiva. Aparo marginal, insignificante e muiti ténue mancha que ocupa o terço inferior das páginas. Apesar dos defeitos apontados, é um belíssimo exemplar deste livro já raro no mercado, com tiragem reduzida.
Edição original conservando ambas as capas de brochura, restauradas na charneira.
Descrição:
Typ. de Luiz Cardoso, Coimbra, 1900. In-4º de LII-(1) págs. Brochado com capas ligeiramente picadas tipo foxing. Miolo muito limpo, impressão nítida e de elevada qualidade gráfica sobre bom papel de linho, com rebarbas. Lombada com defeito e alguns cadernos semi-desconjuntados.
PRIMEIRA EDIÇÃO ( e única?) do livro de estreia do autor polémico. Ostenta uma dedicatória autógrafa ao cónego Alves Mattoso (1860-1952), tio-avô do historiador José Mattoso, nomeado prelado ao tempo da presente publicação, e, pouco depois, Bispo da Guarda cargo que ocupou até a morte.
MUITO RARO, não referenciado em Laureano Barros.
Descrição:
Livraria José Ollympio, Rio de Janeiro, 1960, In-8º de 486-(2) págs. Brochado.
PRIMEIRA EDIÇÃO, valorizado pela sentida dedicatória autógrafa ao poeta José Osório de Oliveira.
Descrição:
Editora Monteiro Lobato, São Paulo, 1924. In-8º de 112-(2) págs. Brochado. Capas de brochura com raros picos de acidez.
PRIMEIRA EDIÇÃO, de um dos primeiros textos de poesia deste apreciado poeta brasileiro, valorizado pela expressiva dedicatória autógrafa ao poeta José Osório de Oliveira.
Descrição:
Livraria Martins Editora, São Paulo, 1961. In-8º de 178 págs. Brochado. Valorizado pela expressiva e extensa dedicatória autógrafa aos poetas Raquel Bastos e José Osório de Oliveira.
PRIMEIRA EDIÇÃO da obra publicada no Brasil às portas da morte do autor e só póstumamente publicada em Portugal.
Descrição:
Tip. Ramos, Afonso & Moita, Lisboa, 1944. In-8º de 30 págs. Brochado. Separata da Revista Litoral, nº1. Folhas com ligeiras manchas de água marginais.
Este é o exemplar nº 25 da edição especial de 150 exemplares, numerados e assinados pelo autor. Ilustrado com uma fotografia de António Nobre e uma vinheta no começo do texto. Valorizado pela dedicatória aos poetas José Osório de Oliveira e Raquel Bastos.
PRIMEIRA EDIÇÃO de bastante invulgar aparecimento no mercado.
Descrição:
Edições “ Presença”, Coimbra, 1929. In-8º de 70-(1) págs. Encadernação cartonada com dizeres dourados na lombada. PRESERVA AS BONITAS CAPAS DE BROCHURA DE FEITURA TÍPICA PRESENCISTA. Exemplar da tiragem normal e numerada, limiada a 318 exemplares, levando o presente exemplar o número 153. Capa de brochura de original composição sendo de cor branca, ao contrário da das edições especiais de cor verde. Ligeiro aparo à cabeça.
PRIMEIRA EDIÇÃO - RARO
Descrição:
Livraria Civilisação de Eduardo da Costa Santos & sobrinho - Editores, Porto, 1889. In-8.º de 15 págs. Brochado. Exemplar com alguns picos de acidez. Ilustrado com um retrato desenhado de Gomes Leal por Roque Gameiro.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Livraria Universal de Magalhães & Moniz Editores, Porto, 1875. In-8º de 135-(5) págs. Conserva capas de Brochura. Com picos de acidez. Profusamente ilustrado com numerosas gravuras de Emílio Pimentel ao longo do texto e em extra-texto.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Ulisseia, (Lisboa, 1966). In-8º de 98-(5) págs. Brochado.Ilustrado à parte com desenhos infantis. Capas com insignificantes picos de humidade. Miolo impecável.Capa de Leonor Calvet da Costa (5 anos) e arranjo gráfico da obra da responsabilidqde de Cruzeiro Seixas.
Descrição:
Livraria Portugueza e Estrangeira, Coimbra, 1890. In-8º de VIII-51-(1) págs. Nítida impressão sobre papel de linho de boa qualdiade. Exemplar de uma tiragem limitada a 300 unidades numeradas.
Cartonagem coeva, meia inglesa em skivertex cinza, modesta e com dizeres dourados gravados na lombada. Não preserva as capas de brochura.
Ostenta uma expressiva dedicatória autógrafa a Leopoldo Battistini.
PRIMEIRA EDIÇÃO DO LIVRO DE PROA do simbolismo português na literatura.
Descrição:
Edições “Presença”, Coimbra, 1940. In-8º de 92-(4) págs. Brochado com capas ligeiramente amarelecidas por acção do tempo, lombada com ligeiros defeitos de manuseamento e acção ligeira de lepismatídeos. Miolo em bom estado, não obstante a acidez generalizada resultante da fraca qualidade de papel empregado (raras são as obras que, no período da guerra, não apresentam esta característica de papel de menor qualidade).
PRIMEIRA EDIÇÃO ostentando uma dedicatória autógrafa, de uma tiragem total limitada a 450 exemplares. Ilustrado ao longo do texto e na capa de brochura com xilogravuras da autoria de Átila Mendley.
Descrição:
(Tip. Ramos, Afonso & Moita), Lisboa, 1947. In-8º de 97-(5) págs. Brochado. Miolo muito lmpo e fresco. Capas de brochura ligeiramente amarelecidas por acção do tempo, lombada com ligeiros defeitos de manuseamento, frontspício com rubrica de posse safada.
PRIMEIRA EDIÇÃO
Descrição:
Editora Atlântida, Coimbra, 1949. In-8º de XV-189-(2) págs. Brochado com os cadernos por abrir. Não fosse o ligeiro amarelecimento da lombada por acção directa da luz e os raríssimos picos de acidez marginal, o exempalr estaria perfeito.
PRIMEIRA EDIÇÃO da obra, inserida na colecção "Teatro de José Régio", de que compõe o seu terceiro volume.
Descrição:
Em casa de Viuva Moré - Editora, Porto, 1886. [Porto. Typographia de Antonio José da Silva Teixeira]. 2 vols. In-8.° gr. de 262 e 278 págs. respectivamente. Brochados. Capas com picos de acidez, assim como disseminados ao longo do texto.
Primeira e rara edição de um dos mais estimados romances de Camilo. Exemplar pertenceu ao distinto bibliófilo LAureano Barros, cujas anotações manuscritas a lápis encontramos na folha de guarda do primeiro volume, e está descrito no grandioso seu catálogo sob o nº 1179.
Descrição:
Livraria Bertrand, Lisboa, (1958). In-8º de 411-(1) págs. Brochado. Folha de guarda anterior com insignificantes vestígios de fita gomada. Exemplar muito bem conservado, muito atractivo.
PRIMEIRA EDIÇÃO apreendida pela PIDE, proibida a crítica ao livro assim como proibida a reedição da obra.
Descrição:
Composto e Impresso nas Oficinas de "Lúmen", Coimbra, 1925). In-4º de 88 págs. Brochado. Exemplar com miolo irrepreensível e capas de brochura (quase) intactas, estando ligeiramente intervencionadas com reforço das margens, sem rasgões, como habitualmente aparece nos raríssimos exemplares.
PRIMEIRA EDIÇÃO de extrema raridade, quando assim se encontra como o que se apresenta.
Descrição:
Typographia Lusitana, Porto, 1868. In-8º de 235-(3) págs. Encadernação coeva em pele preta, meia inglesa, com dourados ao gosto romantico na lombada. Aparo marginal, falho de ante-rosto. Dedicatória autógrafa (?) safada e vestígios de antigo carimbo, no frontispício. Miolo impecável, muito limpo.
Muito rara primeira edição da estreia literária de Ramalho Ortigão.
Não referido em Laureano Barros. Aulo-Gélio, 2991; Candido Nazareth, 5681 (muito rara); Soares & Mendonca (1968), 3397.
Descrição:
In-8.° de 15-(1) págs. Encadernação meia inglesa em pele cor de mel, com dizeres dourados na lombada. Nítida impressão em papel de linho de cor branca. Ocasionais manchinhas de humidade exclusivas às duas primeiras páginas. Ligeiro furinho de traça no canto inferior esquerdo, junto à charneira, sem afectar a mancha tipográfica. Todos os caracteres impressos na última página, são de tipo e tamanho superior dos das páginas precedentes.
PRIMEIRA E RARÍSSIMA EDIÇÃO dos dois curiosos escritos reunidos em opúsculo. Henrique Marques na sua Bibliographia Camilliana, declara conhecer apenas 2 exemplares desta primeira edição, conhecendo-se na actualidade em mãos de particulares cerca de 10 exemplares (Descrição Bibliográfica Camiliana, 2003). Existe alguma confusão na identificação das edições de O Caleche de 1849, e a de 1889, não havendo diferenças das indicações de local de e data de impressão. No entanto, distinguimo-las todas por comparação com outras que na ocasião tivemos acesso e publicadas as características em 2003 em Descrição Bibliográfica Camiliana . Deste modo, o exemplar que aqui se apresenta, a raríssima e a primeira, apresenta-se conforme pelas seguintes características:
i) - página 3 inicia-se com “Determinou isso a providencia para de uma vez …” versus “cahir no dominio publico, …” da segunda edição;
ii) - página 8 “ São funestos capítulos …” versus “ perdeu o governo do reino …” da segunda edição;
iii) - página 15 “facto na tua admnistração…” versus “Tudo por ti! …” da segunda edição;
iv) - na página 13, lê-se SCENA 4ª e não 4º como na segunda edição;
v) - todo o texto do presente exemplar apresenta o mesmo corpo (ou tamanho) e tipo de caracteres dos da primeira página enquanto que no fac-simile se distinguem nítidamente dois tipos de caracteres diferentes quando comparada a primeira com a segunda página e, por sua vez, esta com as seguintes.
HENRIQUE MARQUES, 9; MANUEL DOS SANTOS,177, 463, 464, 465, 525, 631; JOSÉ DOS SANTOS, 105, ALMEIDA MARQUES, 359; CARVALHO, 36.
Descrição:
Imprensa de J. G. de Sousa Neves, Lisboa 1872-1873. In-4º de 5 números com 55-(1), 33-(1), 35-(1), 43-(1) e 40-(1) págs. respectivamente, encadernados num volume único. Encadernação moderna, meia francesa em chagrin castanho tabaco, com guardas de papel fantasia executados em tina manual. Lombada finamente decorada com dourados floreados em casas fechadas e através dos dizeres.
CONSERVA INTACTOS todas as capas de brochura, estando o exemplar por aparar na íntegra.
O facto das capas de brochura conservarem quase todas elas carimbos a óleo dos correios (apenas o nº 3 está sem carimbo), forma pela qual circulavam na época, permite datar com algum rigor, a sua difusão entre 26 de dezembro de 1872 e 27 de maio de 1873, portanto, uma por final de cada mês.
RARA PUBLICAÇÃO completa, como a que se apresenta, em que Gomes Leal tinha apenas 24 anos quando fundou este periódico.
PEÇA DE COLECÇÃO
Descrição:
Editores-Proprietários Clavel & Cª, Porto, 1882. In-8º de XVI-316-(2) págs. Encadernação coeva (sem capas de brochura) meia francesa em chagrin verde com cantos, bela e finamente dourado na lombada e pastas com filetes duplos. Aparado apenas à cabeça. Ilustrado à parte com três estampas (duas delas desdobráveis, representando a Marqueza de Távora, o palácio dos Condes de Aveiro e a queima dos corpos incriminados na tentativa de regicídio contra D. José I).
PRIMEIRA EDIÇÃO, apreciada e já rara no mercado.
Descrição:
Editora Gráfica Portuguesa, Lisboa, s.d. (1958). In-8º de 34-(1) págs. Encadernação moderna, meia inglesa em pele com papel fantasia de execução artesanal, com dizeres dourados na lombada. Conserva as capas de brochura.
PRIMEIRA EDIÇÃO (póstuma) dos textos deixados inéditos e organizados por Mário Cesariny na importante colecção “Antologia em 1958”.
Descrição:
Livraria Universal de Tavares Cardoso & Cª, Pará, 1875. In-8º de 248 págs. Encadernação moderna, meia francesa em pele, decorada a ouro em casas abertas e rótulos de pele aul escura, também dourada, na lombada. Conserva as capas de brochura e ligeiro aparo à cabeça, com pigmento azul. O papel mantém a sonoridade original do papel,
Magnífico exemplar, em excelente estado, desta PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Edição do autor, Porto, 1955. In-8º de 58-(2) págs. Brochado.
Livro de notável arranjo gráfico da autoria de Amândio Silva, com ilustração de Augusto Gomes. Um livro muito belo, impresso sobre papel de elevada qualidade e gramagem, numa tiragem muito reduzida (250 exemplares).
PRIMEIRA EDIÇÃO da segunda produção literária do autor.
Descrição:
Morais Editores, Lisboa, 1976. In- 8º gr. de 348-(2) págs. Brochado, com ligeiros sinais de manuseamento e algumas, poucas, manchinhas de humidade apenas no ante-rosto. Miolo muito limpo e bem estimado.
Descrição:
(Tipografia do Carvalhido. Porto). 1967. In-8º de 150-(1) págs. Brochado com sobrecapa ilustrada, a partir de fotografia de Eduardo Gageiro. Insignificante defeito no pé da lombada, na sobrecapa.
Primeira edição da segunda obra poética do autor (na verdade é a terceira, pois a primeira, publicada com o autor muito jovem, foi renegada pelo próprio), bastante invulgar.
Descrição:
Editorial Presença, Lisboa, 1968. In-8º de 239-(1) págs. Brochado. Capa de brochura lustrada com fotografia de F.C.E. Não obstante de se encontrar com alguns, muito poucos, sublinados leves a tinta negra, está um exemplar em muito bom estado de conservação.
Primeira edição.
Descrição:
Imprensa Portugal, Lisboa, 1940. In-8º de 103-(1) págs. Brochado. Ilustrado ao longo do texto e em separado. Dizeres e brasão da vila de Oeiras impressos na capa anterior com pigmento dourado. Ocasionais picos de humidade nas primeiras 3 páginas, no sector superior da página. Reforço da charneira com restauro da lombada, pequena falha de papel na cabeça da lombada (área correspondente a meio centímetro quadrado). Belo exemplar, muito limpo, em excelente estado geral de conservação.
PRIMEIRA EDIÇÃO desta muito estimada e valiosa monografia, título de Aquilino Ribeiro, provavelmente, o mais aro de aparecimento no mercado
Descrição:
Editorial Limitada, Lisboa. s.d. [1922]. In-8.º pequeno de 30-82) págs. Brochado, com imperceptíveis e insignificantes picos e manchinha de humidade. Acabamento com ponto em arame, ao contrário do habitual, sem qualquer vestígio de oxidação férrica. Exeplar impecável.
Primeira edição (e única). Invulgar obra, das mais recuadas de Aquilino, inserido na colecção Leitura de Hoje.
Descrição:
(Oficinas da Atlântida, Livraria Editora), Coimbra, 1947. In-8º de 39 págs. Brochado, com ligeiro empoeiramento, praticamente imperceptível. Exemplar com os cadernos por abrir. Raríssimo foxing.
PEÇA DE COLECÇÃO do livro de estreia na poesia da Natália Correia. PRIMEIRA EDIÇÃO do, seguramente, mais raro livro de toda a sua bibliografia.
Descrição:
Lisboa na Impressão Regia, 1830 (Setembro 1830 a Setembro de 1831). In-8º de 27 números, composto maioritariamente por 12 páginas cada: Colecção completa de 27 numeros encadernados num volume. Encadernação meia de pele cor de mel, século XX, com rótulo de pele vermelha gravada cm dizeres a ouro na lombada. Corte coevo das folhas salpicado a pigmento azul indigo. Exemplar acompanhado do retrato que por vezes falta nos exemplares que aparecem no mercado, gravura esta desenhada por H. J. da Silva e gravada por D. J. Silva . Inocêncio, no seu Dicionário Bibliográfico, diz-nos que a obra " ... compõe- se de 27 n.ºs, dos quaes o ultimo sahiu posthumo, tendo ficado incompleto pela morte do auctor ...", dado esse que se obtem também no último parágrafo do último número, onde refere a data de cessão de escrita e do passamento do autor "... por lhe obstar a finalisal-o o ataque das sezões de que lhe sobreveiu a morte ...".
Exemplar apresenta ainda uma folha final, constituída por 2 sonetos assinados J.J.P.L. [Joaquim José Pedro Lopes], intitulados «Por ocasião da sentida morte do Padre J.A. de Macedo» e o «Índice dos títulos dos numeros desta obra».
Publicação periódica completa, de difícil obtenção no mercado e cujas descrições não referem, nem a gravura, nem a folha final.
Inocêncio, IV, 197; Manuel Ferreira, Cat. LXXXII
Descrição:
Livraria Bertrand, Lisboa, 1951. In-4º de 121 págs. Encadernação meia francesa, em pele vermelha, com dizeres a ouro e decoração, também dourada, em casas fechadas na lombada. Conserva as capas de brochura. Edição cuidada com direcção artística de Abel Manta. Ilustrado ao longo do texto a preto e branco e com 12 reproduções a cores e em extra texto de obras do pintor Leal da Câmara.
PRIMEIRA EDIÇÃO, de luxo, numa tiragem limitada, numerada e marcada com sinete do autor.
Descrição:
Coimbra Editora, Coimbra, 1953. In-8º de 211-(1) págs. Brochado com a capa anterior ilustrada por Victor Palla, apresenta ligeiro e insignificante defeito na cabeça da lombada, sem perda de papel.
INVULGAR PRIMEIRA EDIÇÃO deste apreciado livro de Carlos de Oliveira e também um dos mais representativos romances de referência para o século XX português. Conheceu sucessivas edições revistas até 1981, ano da sua morte. Foi ainda, em 1971, objecto de um notável filme de Fernando Lopes.
Descrição:
Livraria de Antonio Maria Pereira. 1895 (e 1896). In-8.° de dois volumes com XLV-(1)-385 págs. e LV-(3)-348-(6) págs. Encadernação coeva meia francesa em pele vermelha, com ferros secos nas pastas e dizeres dourados na lombada sobre pele preta. Profusamente ilustrado. Papel ligeiramente amarelecido próprio da sua qualidade intrínseca sob acção do tempo, ausente (?) de capas de brochura.
Invulgar.
Descrição:
Editor Arnaldo Bordalo, Lisboa, 1912. In-8º de 44-(4) págs. Encadernação meia inglesa em pele verde com rótulo gravado a ouro e ferros secos na pasta anterior.
PRIMEIRA EDIÇÃO desta rara obra da bibliografia de Mário de Sá-Carneiro.
Descrição:
Tipografia da Academia, Lisboa, 1868. In-4º de VIII-97 págs. Encadernação moderna meia inglesa em pele mosqueada com rótulo de pele vermelha na lombada. Guardas em papel fantasia, igual à das pastas. Belo exemplar, falo de capas de brochura. Apresenta as três belíssimas folhas desdobráveis litografadas (impressas pelas célebres oficinas Lithográphicas da Comissão Geológica de Portugal) com exemplos de algumas Antas nacionais e espólio lítico nelas recolhidas. Carimbo de posse, a óleo, de extinta biblioteca pública da Noruega.
Belíssimo exemplar desta obra de referência da arquitectura megalítica portuguesa.
Descrição:
Coimbra Editora, Ldª, Coimbra, 1944. In-8º de (8)-436-(2) págs. Encadernado meia ingelsa em chagrin castanho, com dizeres dourados na lombada. Conserva as capas de brochura (um pouco manuseadas), preservando as badanas impressas e encontra-se todo intacto, isto é, por aparar. Miolo em excelente estado. Inserido na Colecção "Novos Prosadores". Capa de brochura ilustrada por Regina Kasprzykowski.
Primeira e muito rara edição do segundo livro do autor, apreendido pela PIDE.
Laureano Barros, 2203
Descrição:
Livraria de B. L. Garnier, Rio de Janeiro, 1866. In-8º de dois volumes com (7) - 428 e (4) - 522 págs. respectivamente. Encadernação coeva, meia francesa em chagrin fino, brunido e com finos e elaborados dourados dispostos em casas fechadas com dizeres, também dourados, na lombada. Pastas com molduras elaboradas por filetes triplos. Exemplares muito limpos sem manchas. Guardas em papel marmoreado da época. Aparo marginal generalizado. BELÍSSIMOS EXEMPLARES.
Peça de colecção desta primeira edição do importante título do romantismo brasileiro, bastante rara.
Biblioteca Guita e José Mindlin regista um exemplar no seu imponente acervo.
Descrição:
Tavares Cardoso & Irmão, Editores, Lisboa, 1884. In-8º de 30 págs. Brochado, com lombada fragilizada. Miolo em óptimo estado não obstante ocasional foxing.
RARO e muito estimado livrinho de poesia brasileira.
Descrição:
Livraria de B. L. Garnier, Rio de Janeiro, 1864. In-8º de 178 págs. Encadernação antiga (segundo quartel, séc. XX), meia inglesa com cantos em pele azul, ligeiramente cansada na charneira. Guardas em papel fantasia. Conserva as capas de brochura. Pequeno trabalho de traça marginal, sem afectar a mancha tipográfica.
BOM EXEMPLAR desta RARÍSSIMA edição original, especialmente quando preserva as capas, do livro de estreia de um dos escritores mais importantes, senão o maior, escritor do Brasil.
Descrição:
Na Officina de Bernardo da Costa de Carvalho, Impressor do Serenissimo Senhor Infante, Lisboa, S/d. (1722). In-4º de XVIII-156 págs. Encadernação coeva (?) em pele, com decoração dourada moderna na lombada. Ilustrado em extra-texto com 2 gravuras de B. Picart: uma representando de Lisboa antes do terramoto de 1755, encimada por dois anjos segurando o brasão real e a segunda com o retrato do autor datado de 1721. Seguem-se 45 estampas com alfabetos, penas e desenhos caligráficos da autoria de Andrade datadas de 1718. Borba de Morais, na sua Bibliografia Brasileira do Periodo Colonial, p. 136 refere a existência de três impressões, contestando assim a descrição em Inocêncio (V, 336) que refere apenas duas. refere ainda que a primeira tiragem da obra corresponde a que tem 7 folhas preliminares inumeradas além do frontspício e a portada alegórica, situação essa que se verifica no exemplar que se apresenta.
Encadernação ligeiramente coçada, ocasionais picos de humidade em algumas folhas, com raras manchinhas de tinta.
PRIMEIRA TIRAGEM EM PRIMEIRA EDIÇÃO, muito valiosa e rara.
Descrição:
F. França Amado, Editor, Coimbra, 1897. In-8º de 76-(5) págs. Brochado. Capas de brochura com dispersos picos de acidez e pequenos rasgões, sem perda significativa de papel. Lombada com vestígios de actividade de lepismatídeos ( vulgo bichinhos de prata). Miolo impecável muito fresco, com impressão feita sobre papel de linho nacional, de elevada gramagem, cuja tiragem constou de 400 exemplares.
PRIMEIRA EDIÇÃO DO LIVO DE ESTREIA de Afonso Lopes-Vieira.
Descrição:
Na casa de J. P. Aillaud, Paris, 1826. In-8º de (8)-251-(1) págs. Encadernação coeva, meia inglesa em pele vermelha com dizeres dourados na lombada. Etiqueta antiga com número de ordem de biblioteca provada. Rubrica de posse coeva no frontspício. Ocasionais picos de acidez, generlaizada na mancha tipográfica, ao longo do volume. Aparo generalizado. Bonito exemplar.
PRIMEIRA EDIÇÃO, rara.
Descrição:
Livraria Aillaud & Cª, Lisboa, 1902. In-8º de 418-(5) págs. Encadernação editorial em skivertex verde com dizeres dourados nas pastas. Conserva as muito belas capas de brochura (pequena falta de papel no canto inferio esquerdo - ver foto), ligeiramente aparado à cabeça. Impressão em papel couché, ilustrado ao longo do texto (chamamos especial atenção para os "tipos de Coimbra"). Corte superior das folhas brunido a ouro fino. Exemplar com sinais de manuseamento e rúbrica de posse coeva no frontspício.
Primeira edição desta obra que se tornou popular pelas inúmeras edições que veio a conhecer.
Descrição:
Seara Nova Editora, Lisboa, 1947. In. 8.º de 98-(4) págs. Brochado. Exemplar muito limpo e fresco, impresso sobre papel de linho.
PRIMEIRA EDIÇÃO e peça de colecção deste exemplar, que pertence à edição especial em papel de linho, numa tiragem de 100, numerados e rubricados pelo autor, levando este o nº 4.
Descrição:
Livraria Portuense de Clavel & Cª - Editores, Lisboa, 1882. In-8º de 320 págs. Brochado. Capas fragilizadas dada a sua leve gramagem sob acção do manuesamento, provocando falhas de papel. Margens do miolo intactas e ligeiro amarelecimento do papel, dada a sua qualidade intrínseca expostas à acção do tempo. Frontspício com carimbo a óleo da biblioteca privada de Joaquim de Carvalho. A necessitar de encadernação.
PRIMEIRA EDIÇÃO DO LIVRO DE ESTREIA deste eminente Arqueólogo,etnógrafo e antropólogo que foi José Leite de Vasconcelos.
Descrição:
Portugália, Lisboa, 1951. In-8º de 329-(1) págs. Encadernação moderna, meia francesa com cantos em pele verde, ainda com dizeres e florões dourados, gravados na lombada. Inteiramente por aparar e com as capas de brochura conservadas, estas com pequenas machas de humidade. Ligeiro amarelecimento do papel, próprio da sua qualidade intrínseca.
Descrição:
Editorial Estampa (Lisboa, 1971). In-8º de 142-(2) págs. Brochado. Ilustrado com fotografias de Man Ray e de Jacques-André Boiffard, ao longo do texto.
PRIMEIRA EDIÇÃO portuguesa de um dos títulos capitais da literatura francesa do séc. XX, da autoria da figura de proa e/ou disciplinador teórico do movimento surrealista internacional, considerado pelo autor a sua obra-chave, e, aqui, numa excelente tradução de Ernesto Sampaio. Integrada na colecção Novas Direcções..
Descrição:
Charles Scribners Sons, New York, (1969). In-8º de 151 págs.Cartonagem editorial conservando a original dustkacket (no verso, retrato de Hemingway datado de 1937 com autógrafo facsimilado). Preserva a etiqueta original de custo de venda de livraria (ver foto). Contracapa protegida por uma pelicula de celofane anti-acido própria para livros de bibliofilia. Carimbo no ante-rosto. Exemplar sem outros defeitos apontar, e como tal, impecável, muito fresco.
PRIMEIRA IMPRESSÃO DA PRIMEIRA EDIÇÃO , exemplar de colecção de interesse internacional. Este livro teve uma edição simultânea no Canadá, muito menos apreciada pelos bibliófilos.
Descrição:
´Lúmen, Coimbra, 1921. In-8º de 92-(3) págs. Brochado. Nítuda impressão a duas cores, negro e vermelho, sobre papel de linho. Bom exemplar.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
F. França Amado — Editor, Coimbra, 1899. In-8º de 58-(2) págs. Brochado com pequenos defeitos superficiais provocador pela actividade de lepismatidae. Cadernos por abrir,
PRIMEIRA EDIÇÃO
Descrição:
F. frança Amado, editor - Coimbra, s.d. In-8º de 103-(1)-(8) págs. Brochado. Ilustrado à parte com um grande mapa ou planta topográfica desdobrável da cidade e sobre papel couché com vistas de Coimbra, monumentos, fachadas de edifícios, claustros, etc ... Apresenta no final um caderno de 8 páginas cimpressa sobre papel rosa velho com publicadade a casas comerciais locais. Capa de brochura ligeiramente rasgada na charneira, na parte superior. De resto, muito bom exemplar, muito estimado.
Primeira e única edição cuja publicação oficial foi suportada pela Sociedade de Defesa da Propaganda de Coimbra.
Descrição:
Calmann Lévy, Paris, 1882. In-4º de (3) - 203 - (3) págs. Encadernação artística demi-maroquin verde, brunida, com filetes dourados duplos nas pastas, lombada de cinco nervos com fina decoração disposta em casas fechadas.
Encadernação coeva e assinada pelo grandioso encadernador francês RAPALIER (Paul-Romain Rapalier,1858-1900, encadernador preferido do escritor Anatole France). Aparo à cabeça brunido a ouro fino. Apresenta uma gravura não descrita pelas bibliografias consultadas.
Um dos 30 exemplares numerados "Grand Papier" (levando o nosso o nº 15) que compõe a edição original em papel Whatman, depois de 10 em papel China e 10 em papel Japon.
Conserva as raras capas de brochura. Exemplar muito limpo, quase "mint condition".
NESTAS CONDIÇÕES PEÇA DE COLECÇÃO de elevado interesse internacional.
Carteret (Romantique I), 427
Clouzot 94
Vicaire IV, 364-365.
Descrição:
F. França Amado, Coimbra, 1897. In-8º de 77-(1) págs. Brochado com capa ligeiramente empoeirada e pequeníssimas falhas de papel provocado pela acção de lepismatidae. Nítida impressão a duas cores, negro e verde. Miolo bem conservado embora apresentando ligeira acidez marginal. Conserva as badanas.
Invulgar PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Gallimard (Bussière à Saint-Amand), 1983. In-8º de 432-(5) págs. Brochado preservado no papel cebola original. Exemplar muito atractivo pelo seu excepcional estado de conservação para não dizer Mint Condition mantendo intactos todos os seus cadernos.
Exemplar da edição princeps, confinada à limitadíssima tiragem de 144 exemplares, pertencente o presente à edição especial de 57 exemplares numerados (levando este o nº33) impressos sobre papel de elevada gramagem e denominada Vergé Blanc de Hollande correspondendo às famosas, valiosas e procuradas Tirage de tête en grand papier.
PEÇA DE COLECÇÃO e de inestimável interesse da literatura mundial .
Descrição:
Gallimard (Emmanuel Grevin et Fils, Lagny-sur-marne), 1951. In-8º de 282-(2) págs. Brochado preservado no papel cebola original. Exemplar muito atractivo pelo seu excepcional estado de conservação.
Peça de colecção desta PRIMEIRA EDIÇÃO na lingua original, pertencente à tiragem especial limitada a 410 exemplares numerados, levando este exemplar o nº 304, impressos sobre papel Vélin Pur Fil Navarre.
De elevado interesse para a literatura mundial.
Descrição:
Livraria Figueirinhas, Porto, 1945. In-8.º de 199-(3) págs. Brochado. Ilustrado em extra-texto com gravuras a preto e branco coladas sobre cartolina encarcelada. Nítida impressão sobre papel de gramagem e qualidade superior. Capas de brochura impecáveis. Belo Exemplar
INVULGAR.
Descrição:
Centro Bibliográfico, Lisboa, 1951. In-8º de 52-(1) págs. Brochado. Exemplar com as capas de brochura com ligeiríssimos picos de humidade. Cadernos por abrir.
PRIMEIRA EDIÇÃO inserida na colecção Cancioneiro Geral.
Descrição:
Na Regra do Jogo, 1978. In-8º de 49-(7) págs. Brochado, com raro foxing na capa anterior. Muito bom exemplar, em excelente estado. Integrado na colecção inverso.
Descrição:
Na Officina de Miguel Rodrigues, Lisboa, 1772. In-8º de 20 ff. inums - 171-(1) págs. Encadernação coeva, em carneira, com falhas e vestígios de dourados floreados na lombada. Guardas com pertences e notas manuscritas assim como contas aritméticas.
PRIMEIRA E ÚNICA EDIÇÃO.
Inocêncio, t.VI, p. 24
Ferreira de Mira, p. 221 a 227 refere três obras do género publicadas no séc. XVIII, referindo-se a elas muito elementares e insuficientes, mas sendo esta a menos incompleta; BN apresenta um exemplar.
Descrição:
Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1984. In-8º de 55-(7) págs. Brochado.
De invulgar aparecimento no mercado e inserdia na prestigiada colecção Cadernos de Poesia que lhe mereceu um Prémio de Poesia pela APE.
Descrição:
Edições Ágora, Lisboa, 1973. In-8º de 138-(6) págs. Encadernação editorial em tela com sobrecapa em papel com a reprodução de um desenho de Lino.
Descrição:
Livraria Sá da Costa, Lisboa, s.d. (1948). 4º de 32-(2) páginas. Brochado. Mancha de humidade na capa de brochura, miolo bastante limpo. Edição primeira, desta invulgar obra, ilustrada com um auto-retrato do autor, impressa em separado.
Único volume publicado.
Descrição:
Editorial REPÚBLICA, Lisboa, 1975. In-8º de 83 págs. Brochado. Capa de brochura ilustrada por Cruzeiro Seixas, assim como todas as restantes ilustrações da obra.
PRIMEIRA EDIÇÃO (e única). INVULGAR
Descrição:
Na Officina que foy de Miguel Lopes Ferreira, Lisboa, 1737 (e 1738). In-fólio de 15 ff. inums. - 310 e 7 ff. inums. - 330 págs. [ai-dij , Ai - Rr & §i-Sss] respectivamente. Encadernação coeva, inteira de carneira, mosqueado fino e lombada com decoração floreada barroca em casa fechadas, ligeiramente coçadas. Falho de rótulo na lombada. Último caderno solto. Exemplar completo, de estrutura rígida e muito bem conservado, mantendo a sonoridade original do papel. Algumas páginas com anotações marginais, coevas.
PRIMEIRA EDIÇÃO PORTUGUESA da obra que, no género, teve grande aceitação e um elevado número de edições e traduções, escrita quando o autor tinha 27 anos. Tradução de Padre Domingos Rodrigues Faya publicada em portuguyês cerca de meio século depois.
BN ; Monteverde Cunha Lobo, 1811.
Descrição:
Livraria Bertrand, Lisboa, 1954. In-8.º de 229(1) pág. Br. Ilustrado com gravuras em extra-texto sobre papel couché.
Descrição:
Edição de A Renascença Portuguesa, Porto, 1924. In-8º de 207-(1) págs. Brochado. Capas de brochura, ilustrada por Carlos Carneiro, apresenta-se com acidez generalizada.
PRIMEIRA EDIÇÃO bastante invulgar.
Descrição:
Assírio & Alvim, Lisboa, 1989. In-8º de 94-(1) págs. Brochado com ligeiros defeitos, insignificantes de manuseamento. Muito bom exemplar.
Descrição:
Editorial Domingos Barreira, Porto, 1947. In-8º de 241-(1) págs. Brochado. Pequena rúbrica de posse no ante-rosto.
PRIMEIRA EDIÇÃO impressa sobre papel de qualidade e gramagem superior.
Descrição:
Livraria Chardron, Porto,1905. In-8º de (6)-242-(1) págs. Encadernação editorial em skivertex grenat lavrada a ferros dourados na pasta anterior e lombada. Com uma litografia representando o Monumento erigido a Eça de Queiroz segundo a escultura Teixeira de Lopes. Pequena mancha na pasta anterior.
A obra conhece capas de brochura. No entanto, por experiência própria e consulta bibliográfica especializada, quando este título se faz encadernar pela encadernação editorial, as capas nunca são encadernadas juntas. Também são invulgares os exemplares que se fazem acompanhar por esta ilustração, sendo mais comuns os com um retrato do autor.
PRIMEIRA EDIÇÃO (póstuma).
Descrição:
Typographia F. França Amado, Coimbra, 1894. In-8.º de 204-(2) págs. Brochado. Nítida impressão com recurso a duas cores, negro e vermelho, sobre papel de qualidade superior, em linho. Capas de brochura com fortes sinais de manuseamento, etiqueta de ordem de biblioteca privada e capa posterior com trabalho de lepismatídeos. Rubrica de posse coeva no ante-rosto. A necessitar de uma encadernação.
PRIMEIRA EDIÇÃO, rara.
Descrição:
Coimbra Editora, Coimbra, 1948. In-8º de 228-(3) págs. Brochado, com ligeiros picos de humidade. Miolo impecável apresentando os cadernos por abrir. Exemplar com estrutura sólida e muito bem conservado. Carimbo de oferta da Casa Editora no ante-rosto.
Descrição:
Livraria Sá da Costa, Lisboa, 1977. in-8º de 22 págs. Brochado. Exemplar imaculado.
Edição original com uma tiragem limitada a 150 exemplares.
Dos títulos mais difíceis de toda a bibliografia de Carlos de Oliveira. PEÇA DE COLECÇÃO, não mencionado nos catálogos das principais colecções bibliófilas de literatura portuguesa.
Descrição:
Editorial Inquérito, Losboa, 1942. In-8º de 349-(1) págs. Brochado. Rubrica de posse no ante-rosto. Inserido na colecção Os melhores romances dos melhores romancistas.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Porto Editora, Porto, 2015. In-8º de 53-(1) págs. Cartonagem editorial. Exemplar impecável.
Primeira edição, logo esgotada.
Descrição:
Typ. S. e S., Coimbra, 1882. In-4º pequeno de cinco números (de sete) e um suplemento em duas séries. Brochado. Impressão nítida sobre papel de cor laranja, com excepçao do último númro, sobre papel creme. Capa de brochura impressa em separado para albergar todos os números. Foi redactor e fundador, Eugénio de Castro.
A revista tem a seguinte composição dos seus números:
- a primeira série, o primeiro nº tem a data 10 de Setembro de 1882, o nº 2 de 17 de Setembro de 1882, o nº 3º de 24 de Steembro de 1882, o nº 4º de 1 de Outurbo de 1882.;
- a segunda série, composta por três números, tem como nº 1 a data 3 de Dezembro de 1882, o nº 2 a data de 10 de Dezembro de 1882 e o nº 3 a data de 20 de Dezembro de 1882;
- apresenta ainda um Suplemento ao nº 4 (da primeira série) com data 2 de Outubro de 1882 e que é uma folhinha de informação de suspensão de publicação.
No exemplar que se apresenta, falta apenas o nº 1 e 3 da primeira série.
Descrição:
Editorial "Inquérito" Lda, Lisboa, 1945. In-8.º de 110-(7) págs. Brochado. Exemplar em excelente estado de conservação.
Descrição:
Livraria Portugália, Porto, s/d. In-8º de 342-(6) págs. Brochado. Ilustração da capa por Júlio Resende. Capas de brochura posterior ausente. Assinatura de posse na capa e frontspício.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Lisboa, Portugália Editora, 1962. In-8º de 264-(6) págs. Brochado. Miolo limpo, com alguma acidez marginal, própria da qualidade do papel.
PRIMEIRA EDIÇÃO
Descrição:
Moraes Editores, Lisboa, 1977. In-8º de 80-(1) págs. Brochado. Excelente estado de conservação.
Descrição:
Arcádia Editora, Lisboa, 1978. In-8.º de 54 págs. Brochado. Integra a "Colecção Licorne».
Primeira edição.
Descrição:
Tip. Anuário, s/l, 1969. In-8.º de 40 páginas inumeradas. Brochado. Capa e orientação gráfica de Rui Mesquita.
Primeira edição.
Descrição:
Imprensa da Universidade, Coimbra, 1931. In-8º de 290-(2) págs. Brochado. Capa de brochura com alguns picos de acidez, próprio da qualidade do seu papel hidrófilo. Junto ao pé da lombada, pequeno corte da capa.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Faculdadede Medicina de Lisboa, Lisboa, 1925. In-4.° de 194-(3) págs. Brochado apresentadno na capa picos de humidade. Miolo muito limpo, fresco e bem conservado.
PRIMEIRA EDIÇÃO da conferência plenária realizada na Faculdade de Medicina, no Primeiro Centenário da Régia Escola de Cirurgia de Lisboa, em 19 de Dezembro de 1925, depois ampliada e dividida em capítulos, aqui editados.
Descrição:
Guimarães Editores, Lisboa, 1954. In-8º de 295-(4) págs. Brochado. Ligeira acidez generalizada, própria da qualidade do papel.
Capa de brochura da autoria de Cambraia e as ilustrações são de Charrua.
Descrição:
Parceria António Maria Pereira, Lisboa, 1914. In-8.º de 3 volumes com 334, 302 e 372 págs. respectivamente. Encadernações editoriais em skivertx vermelho com ferros vegetalistas gravados a negro e dizeres dourados nas pastas. Exemplares em muito bom estado de conservação.
Primeira edição. INVULGAR.
Descrição:
Edições 70, Lisboa, 1974. In-8º de 220-(3) págs. Brochado.
PRIMEIRA EDIÇÃO. Exemplar impecável ostentanto uma dedicatória autógrafa.
Descrição:
Edição da Casa dos Estudantes do Império, Lisboa (1957). In-8º de 78-(2) págs. Brochado. Capas de brochura com ligeiríssimas e insignificantes manchinhas de humidade.
MUITO RARO.
Descrição:
Livraria Bertrand, Lisboa, 1945. In-8º de 360 págs. Brochado. Em excelente estado de conservação.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1995. In-8º de 91-(1) págs. Brochado. Rúbrica de posse no anterosto. Exemplar em excelente estado, "quase" como novo.
PRIMEIRA EDIÇÃO
Descrição:
Livros Horizonte, Lisboa, 1979. In-8º de 30-(2) págs. Brochado. Rúbrica de posse no frontspício.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Lisboa, (Edição da autora, Gráfica Lisbonense), 1943. In-8º de 282-(6) págs. Brochado. Pequeníssimo, quase imperceptível, trabalho de traça à cabeça do livro. Capas com ocasionais picos de humidade, e em especial, junto do pé da lombada. Miolo em muito bom estado.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Editorial INOVA, Porto, 1974. In-8º de 258-(17) págs. Brochado. Muito bom estado de cosnervação.
Inserido na colecção Coroa da Terra, dirigida por Egito Gonçalves. Capa de brochura e desenhos de Ângelo de Sousa.
Descrição:
Comissão Executiva das Comemorações do Quinto Centenário da Morte do Infante D. Henrique, Lisboa, 1959. In–8º de 184 págs. Br. Capa de brochura ilustrada. Exemplar integrante da Colecção Henriquina.
Descrição:
Editora Arcádia, Lisboa, 1976. In-8º de 92-(3) págs. Brochado.
Descrição:
Publicações Dom Quixote, Lisboa, 1971. In-8º de 289-(4) págs. Brochado. Ilustrado à parte com fotografias belíssimas e artísticas de António Cabrita.
Descrição:
Edição do autor, Coimbra, 1948. In-8º de 79-(5) págs. Brocgado. Integrado na colecção do "Galo", dada a lume em Coimbra e cuja tiragem foi sempre muito restrita. Capa de brochura com alguns picos de acidez e ligeiras manchas marginais.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Invulgar livro de poemas neorealistas.
Descrição:
Portugália Editora, Lisboa, 1940. In-8.º de 54(1) págs. Brochado. Exemplar em excelente estado de conservação. Ilustrado com desenhos do pintor Paulo.
Exemplar enriquecido com uma dedicatória autógrafa à escritora Raquel Bastos.
Descrição:
Guimarães Editores, Lisboa, 1962. In-8.º de 38-(3) págs. Brochado. Integrado na Colecção "Poesia e Verdade".
Ostenta uma dedicatória autógrafa ao escritor José Osório de Oliveira.
Descrição:
Editora da Autora, Rio de Janeiro, 1963. In-8º de 256 págs. Brochado. Exemplar em exceelnte estado de conservação.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Publicações Europa-América, Lisboa, 1970. In-8.º de 124(5) págs. Brochado. Capas com ligeiros defeitos. Miolo em exceelnet estado não obstante o amareleciemnto do papel próprio da sua qualidade sob acção do tempo. Conserva um retrato da autora.
Descrição:
Livraria Bertrand, Amadora, 1982. In. 8.º de 137 págs. Brochado. Capa de brochura ilustrada por Vitor Simões. Exemplar em excelente estado de conservação.
Descrição:
Publicações Dom Quixote, Lisbopa, 1976. In-8º de 63-(3) págs. Brochado. marcas de vincno no canto superior direito. Exemplar em bom estado de conservação
Descrição:
Publicações Dom Quixote. Lisboa. 1983. In-8º de 135-(4) págs. Brochado. Inserido na Colecção Autores de Língua Portuguesa. Capa de brochura ilustrada por Fernando Felgueiras. Exemplar em óptimo estado.
Descrição:
Livraria Morais Editora, Lisboa, 1961. In-8º de 150-(2) págs. Brochado. Em muito bom estado de conservação
Descrição:
Livraria Moraes Editora, Lisboa, 1959. In-8º de 90-(6) págs. Brochado. Exemplar impecávelmente bem conservado.
Descrição:
Barros & Filha, Editores, Porto, 1886. In-8º de 286-(1) págs. Encadernação moderna em percalina castanha. Conserva capas de brochura, estas com restauros e manchas (ver imagem) e está por aparar.
Descrição:
Editorial Caminho (Guide - Artes Gráficas, Lisboa), s.d. (1982). In-8º de 357-(3) págs. Brochado. Exempar muito bem conservado, muito fresco em que se apontam apenas como defeitos os insignificantes e ligeiros vincos na zona de charneira e no canto superior e inferior direito da capa anterior.
Descrição:
Estúdios Cor, Lisboa, (1960). In-8º de 228-(10) págs. Brochado. Miolo bem cosnervado e capas com ligeiras manchinhas desvanecidas de humidade. Capa de brochura ilustrada por Luís Filipe.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Oficinas Gráficas do Empresa do Anuario Comercial. 1936. In-4º de 64 págs. inumeradas. Brochado. Capas de brochura muito limpa, ao contráriod do ante-rosto com picos de acidez.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Ulmeiro, Lisboa, 1985. In-8º de 50-(2) págs. Brochado. Primeira edição.
Descrição:
A Regra do Jogo, Lisboa, 1981. In-8º de 91-(4) págs. Brochado. Capa de brochura de Teresa Ferrand. Muito bom estado de conservação.
PRIMEIRA EDIÇÃO DO LIVRO DE ESTREIA de Hélia Correia.
Descrição:
Relógio d'Água, Lisboa, 1982. In-8º de 135-(1) págs. Brochado. Capa com ligeiros sinais de manuseamento. Miolo muito limpo.
Descrição:
Moraes Editores, Lisboa, 1979. In-8.º de 175-(1) págs. Brochado. Ilustrações de Júlio Pomar impressas sobre página inteira e capa de Sebastião Rodrigues sobre pormenor de "As Amigas " de Júlio Pomar. Exemplar em excelente estado de conservação.
Descrição:
Sociedade Portuguesa de Autores, Lisboa, 1985. In-8º de 96 págs. Brochado. Capas de brochura ligeiramente empoeiradas.
Descrição:
Publicações Europa-América, Lisboa, 1966. In. 8.º de 334 págs. Brochado. PRIMEIRA EDIÇÃO
Descrição:
Publicações Europa-América, Lisboa, 1958. In. 8.º de 515 págs. Brochado. PRIMEIRA EDIÇÃO
Descrição:
Portugália Editora, Lisboa, (1959). In. 8.º de 307(4) págs. Brochado. Capa de brochura de Octávio Clérigo. Primeira edição.
Descrição:
Assirio e Alvim, Lisboa, 1985. In-8º de 113-(6)págs. Brochado.
Descrição:
Assírio & Alvim, Lisboa, 1981. In-8.º de 131(3) págs. Brochado.
Descrição:
Editorial Organizações, Lisboa, 1963. In-8º de 64 págs.Br. Colecção "Antológica Best-Sellers".
Descrição:
Edição do Autor, Lisboa, 1940. In-8º de 71-(3) págs. Encadernado inteira de percalina verde com dizeres dourados na lombada. Preserva as capas de brochura.
RARA e importante obra
Descrição:
Tipografia A. desportida Lda, (1982).In-8.º oblongo de 49(4) págs. Br. Ilustrado.
Descrição:
Contexto Editora, Lisboa, 1981. In-8.º de 148 págs. Brochado. Belíssimo estado de conservação.
Descrição:
Edição do autor, Livraria Nacional, Covilhã, 1962. In-8.º de 41-(3) págs. Br. Desenhos e extratexto de Manuel Baptista
Descrição:
Centro Bibliográfico, Lisboa, 1950. In-8.º de 191-(2) págs. Br. Capas de brochura com ocasionais picos de acidez.
Descrição:
Livraria Ferreira Editora, Lisboa, 1908. In 8º, 2 vols de com 208-IV & 261-XXIII-VII págs. respectivamente. Brochado. Segundo volume inteiramente por abrir e capas com ligeiros picos de acidez. Bons exemplares com miolo muito limpo.
Descrição:
Hugin Editores Lda., Lisboa, 1996. In. 4.º de 127 págs. Br. Capa de brochura ilustrada.
Descrição:
Livraria Nacional, Covilhã, 1961. In-8.º de 64-(2) págs. Brochado. Impecavelmente bem conservado apenas apontando-se como “defeito” um quase imperceptível amarelecimento marginal, provocado pela oxidação do papel desta zona das margens do livro quando em contacto com o ar, ao longo dos seus 60 anos de existência.
Obra invulgar e inserida na apreciada colecção "Pedras Brancas". Capa e desenho impresso em folha desdobrável à parte, da autoria de Manuel Batista.
Descrição:
Editorial “Inquérito” Limitada. Lisboa. (1950). In-8º de 252-(1) págs. Brochado. Pequena falha de papel no pé da lombada. Miolo em muito bom estado de conservação. Capa da brochura ilustrada com um belo desenho a cores de Manuel Ribeiro de Pavia.
PRIMEIRA EDIÇÃO. INVULGAR.
Descrição:
Cosmos, Lisboa, 1964. In-8º oblongo com X-165-(19) págs. Encadernação editorial. Profusamente ilustrado ao longo do texto e em extra-texto com ilustrações de Luís Osório. Encerra também as pautas de música da autoria de Luís Sande Freire.
Descrição:
Livraria Bertrand, Lisboa, sem data (1968-?). In-8º de 357-(1) págs. Br.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Ministério da Educação e Cultura - serviço de documentação, Rio de Janeiro, 1959. In-8º de 363 págs. Br. Rubrica de posse no frontispício.
Primeira edição.
Descrição:
Editora Lux, Lisboa, 1962. In-8º de 51-(1) págs. Br. Ilustrado com um retrato da autora por Alain Brustlein.
Descrição:
Publicações Europa América, Lisboa, 1960. In-8º de 183-(2) págs. Brochado. Inserida na colecção "os livros das três abelhas". PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Iniciativas Editoriais, Lisboa, 1960. In-8.º de 52-(4) págs. Brochado, impecavelmente bem conservado nao obstante uma pequena mancha na capa posterior. Miolo muito limpo e fresco. Apresenta um poema facsimilado.
Descrição:
Publicações Europa-América, Lisboa, 1982. In-8º de 251 págs. Br. Integrado na Colecção Século XX.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Edições Afrodite - Fernando Ribeiro de Mello, Lisboa, 1971. In-8º de 355-V págs. Br. Inserido na "Colecção Clássicos". Profusamente ilustrado com ilustrações de Martim Avilez.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Edição de autor, Olíssipo ( Lisboa), 1936. In-8º de 212-(5) págs. Br. Ilustrado com desenhos de Almada Negreiros. Exemplar de uma Tiragem especial de 260 exemplares em papel Manchester Ledger, edição fora do mercado (este é o número 40). Valorizado pela dedicatória autógrafa.
MUITO RARO.
Descrição:
Seara Nova, Lisboa, 1944. In-8.º de 163-(1) págs. Br. Ilustrado em extra-texto. Valorizado pela dedicatória autógrafa no ante-rosto.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Ática, Lisboa, 1961. In-8º de 133-(2)págs. Br. Ostenta uma rubrica de posse.
PRIMEIRA EDIÇÃO
INVULGAR
Descrição:
Publicações Europa-América, Lisboa, s.d. (1958) In-8º de 231-(5) págs. Br. Capa de brochura ilustrada por Sebastião Rodrigues. Inserido na colecção "Os Livros das Três Abelhas".
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Orfeu, Rio de Janeiro, 1950. In-8º de 45-(5) págs. Br. Capas de brochura envelhecidas. Ilustração da capa de Artur Jorge. Assinatura de posse de José Osório de Oliveira.
PRIMEIRA EDIÇÃO conjunta.
INVULGAR.
Descrição:
Edição do autor, Lisboa, 1958. In-8º de 58-(5) págs. Br. Capa com desenho do autor. Capa de brochura ligeiramente amarelecida. Valorizado pela dedicatória autógrafa à poeta Raquel Bastos.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Editorial Saber, Coimbra, 1953. In-8º de 22-(2) págs. Br. Capa de brochura com desenho de José Contente. Capas de brochura com picos de acidez.
PRIMEIRA EDIÇÃO..
INVULGAR.
Descrição:
Portugália Editora, Lisboa, 1970. In-8º de 105-(7) págs. Br. Capa de João da Câmara Leme.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Typographia da Revista Popular, Lisboa, 1851. In-8º de XXIV-262-(2) págs. Encadernação meia inglesa em pano com dizeres a ouro em rótulo de pele. Sem capas de brochura e ligeiramente aparado. Pequenoa carimbo de posse.
PRIMEIRA EDIÇÃO
INVULGAR
Descrição:
Typ de Francisco Pereira d'Azevedo, Porto, 1854. Dois tomos de 270 e 169 págs encadernados juntos num só volume. Encadernação coeva em pele castanha meia inglesa com dizeres a ouro na lombada. Pequena vinheta de número de ordem de biblioetac particular na lombada.
Descrição:
Typographia de Francisco Pereira De Azevedo, Porto, 1854. In-8º de 363 págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele castanha com dizeres a ouro na lombada. Pequena vinheta de núemro de ordem de biblioteca particular na lombada.
Descrição:
Edição do autor, Lisboa, 1949. In-8º de 53-(3)págs. Br. Capas com alguns picos de acidez. Capa de António Vaz Pereira.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Edição do autor, Lisboa, 1949. In-8º de 53-(3)págs. Br. Capas com alguns picos de acidez. Capa de António Vaz Pereira. Este exemplar é o nº 2 de 5 exemplares em papel bíblia, da Matrena, fora do mercado, numerados e rubricados pelo autor". Valorizado pela expressiva dedicatória autógrafa ao poeta José Osório de Castro a quem o livro também é dedicado.
PRIMEIRA EDIÇÃO do segundo e raro livro do autor.
Descrição:
Edições SEN, Porto, 1950. In-8º de I-106-(4) págs. Br. Ilustrado em extra-texto com uma fotografia do autor. capa de Veloso e Mário Bonito.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Editorial Inova, Porto, 1974. In-8º de 96-(2) págs. Br. Capas de brochura com algum desgaste e miolo amarelecido pelo tempo. Integrado na Colecção Duas Horas de Leitura, com direcção gráfica de Armando Alves.
Descrição:
Typographia. da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Úteis, Lisboa, 1844. In-8º de 112 págs. Encadernação meia francesa em pele com dizeres e florões em pele. Edição muito cuidada, impressa em papel de qualidade superior, ornado com desenhos de inspiração celta no texto, vinhetas e capitulares. CONSERVA CAPA DE BROCHURA anterior.
Descrição:
Coimbra Editora, Coimbra, 1962. In. 8.º de 86-(1) págs. Brochado com rubrica de posse no ante-rosto.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
RARO.
Descrição:
Portugália Editora, Lisboa, s/d. In-8º de 107 págs. Br. Vinheta de Maria Franco. Capa de brochura com algumas picos de acidez.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
RARO.
Descrição:
J.B. Baillière, Paris, 1826. In-8ª de XVI-418-(2)págs. Encadernação inteira de pele marmoreada com ferros neo vitorianos na lombada. Charneiras com ligeiro sinal de cansaço, assim como os os cantos. Guardas em papel francês e corte das folhas marmoreadas ao estilo das guardas.
Miolo muito bem conservado, muito fresco mantendo a sonoridade original do papel.
RARO.
Descrição:
Instituto Alemão da Universidade de Coimbra, Coimbra,1943. In-8º de 240 págs. Br.Ilustrado em extra-texto com vários fac-similes de retratos de Damião de Góis entre os quais o desenho da Galeria Albertina, de Viena, e ainda duas fotografias da caveira de Góis. capa de brochura com alguns picos de acidez.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Editorial Aviz, Lisboa, 1945. In-8.º de XV-I-374-(2) págs. Encadernação meia francesa com dizeres a ouro em rótulos de pele. Conserva capas de brochura. Algumas páginas com alguns picos de acidez.
PRIMEIRA EDIÇÃO (póstuma).
Descrição:
Editora Pax, Braga, 1945. In-8º de 76-(4) págs. Br. Integrado na colecção "Metrópole e Ultramar".
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Verbo, Lisboa, 1977- In-4º de 155-(2) págs. Encadernação editorial. Profusamente ilustrado com belos desenhos a cores e a preto e branco de Akos Szabo. Ostenta uma dedicatória não autógrafa.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Subsidiada por amigos e admiradores do artista, Lisboa, 1913. In-8 º de 296 págs. Encadernação meia inglesa com lombada em sintético com dizeres a dourado. Ilustrado em extra-texto.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Editora Educação Nacional, Porto, 1947. In-8º de 302-(2) págs. Br.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Edição do autor, Lisboa, 1977. In-8º de 40 págs. Br. Capa de Manuel Botelho. Valorizado por uma dedicatória autógrafa.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Edições Ática, Lisboa, 1959. In - 8º de XI-198-(6) págs. Br.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Editôra Educação Nacional, Porto, 1939. In-8º de 278-(10)págs. Br. Ilustrado com um retrato do autor. Cadernos por abrir. Capas de brochura com alguns picos de acidez.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
Descrição:
Edições Romero. Lisboa,s/d. In-8º de In-8º de 414 págs. Br. Capa com pequenas e insignificantes falhas marginais.
PRIMEIRA EDIÇÃO
Descrição:
Portugália Editora, Lisboa, 1962. In-8º de 69-(2) págs. Br. Apresenta um pequeno carimbo editorial de oferta. Apresenta todos os cadernos por abrir. Excelente estado de conservação.
Descrição:
Editorial Verbo, Lisboa, 1963. In-8º de 223-(10)págs. Encadernação editorial em sintético. Com uma ilustração extra-texto de Artur Bual. De uma tiragem especial numerada e assinada pelo autor (fora do mercado os numerados de I a X, sendo este o VI). Valorizada pela expressiva dedicatória autógrafa.
Primeira edição, integrada nas «Obras Completas» do autor.
Descrição:
Ottosgrafica Lda, Lisboa, s/d. In-4º de 166 págs. Encadernação inteira em sintético com florões e dizeres em casas fechadas na lombada. Ilustrado ao longo do texto e com o último retrato do autor. Livro nº 18 duma tiragem especial de 150 assinada pela viúva do autor.
Descrição:
Coimbra Editora Lda, Coimbra, 1938-1946. In. 4.º de 413-(1) e 558-(1) págs. Br. Ilustrado em extra-texto. Edição de uma tiragem especial não declarada e impressa em papel especial.
PRIMEIRA EDIÇÃO. O primeiro volume é RARO.