Descrição:
De l'imprimerie de Didot jeune, Paris, 1795. In-8º de 207-(1) págs. Encadernação (feitura séc. XX) inteira de pele mosqueada gravada a ouro nas pastas com cercaduras. Lombada com decoração barroca a florões e dizeres dourados sobre rótulo de pele vermelha. Seixas douradas e corte das folhas brunidas a ouro fino. Ilustrado em extra-texto com sete gravuras abertas em chapa de aço de Bacquoy, Ponce, Patas, Eisen e Martini. Nítida impressão sobre papel encorpado mantendo a sonoridade original do papel. Gravuras delicadamente protegidas por papel transparente.
Descrição:
Livraria Bertrand, Lisboa, s.d.. In-12º de 197 págs. Brochado. Cabeça da lombada com ligeiro defeito de manuseamento.
Descrição:
In-8º de 25 págs. Br. S.l. 1914. Br. (edição Livraria Alfarrabista Miguel de Carvalho, Figueira da Foz, 2022). Edição limitada a 200 exemplares.
Trata-se de um fac-simile da edição originalmente publicado em 1914, raríssima e desconhecida na Biblioteca Nacional e no acervo da Sala Figueirense da Biblioteca Municipal da Figueira da Foz. O Folclore Pornografico da Figueira da Foz não é um livro de Pornografia como nos pretende dizê-lo o título do livro. Trata-se antes de uma recolha de Cancioneiros, Devocionário, Superstições, Costumes, Adágios e Contos Tradicionais da região da Figueira da Foz cujo conteúdo, popular e brejeiro, de cariz desveladamente erótico, revela acima de tudo a linguagem que as gentes utilizavam para traduzir aquilo que constituía conteúdo proibido nos meios sociais castos e púdicos. Julgamos que este "Folclore" constituiu recolha de Cardoso Marta e Augusto Pinto, pois os mesmos editaram em 1911 e 1913 um "Folclore da Figueira da Foz" em dois tomos, obras que seguem a mesma sistematização que a sua congénere "pornográfica" de linguagem sem pudores, a qual parece ter sido amputada daquelas primeiras edições.