Descrição:
sub-título: Predicados en Roma a la Reyna de Suecia, CHRISTINA ALEXANDRA, en lengua italiana, por el Reverendissimo Padre ANTONIO VIERA, de la Compañia de Jesu, natural de Lisboa, Predicador de la Magestad del-Rey D. PEdro II nuestro señor, y traducidos en lengua Castellana por el mismo Author.
En la Officina de Miguels Deslandes, Lisboa, 1695. In-4º de (16)-125-(40) Encadernação moderna (2ª metade séc. XX), inteira de pele com lombada em cinco casas fechadas e rótulo de pele vermelha com dizeres dourados. O aparo marginal é antigo, preservando ainda assim largas margens. Ex-libris moderno no verso da pasta anterior. Muito pequena galeria de xilógago junto à charneira, restaurada e resolvida.
Edição primitiva, de esmerada execução tipográfica, com cabeções e vinhetas tipográficas de bela execução técnica, bonitas e distintas letras capitulares, OMISSA EM IMPRESSÕES DESLANDIANAS de Xavier da Cunha.
O contexto histórico que permitiu o encontro do padre António Vieira com a rainha Cristina I da Suécia, desde 1654, com a rainha viver em Roma depois de ter abdicado do trono sueco e de se converter ao catolicismo. O seu palácio era um pólo de atracção de artistas, intelectuais e religiosos. Tal como acontecera em Estocolmo, a rainha, dotada de grande inteligência e cultura, mas com uma personalidade misteriosa e controversa, continua em Roma a rodear-se das figuras mais célebres da Europa, uma das quais fora Descartes falecido, em 1650, durante a sua estada na corte nórdica. Com António Vieira a viver em Roma desde 1669, a sua fama de pregador acaba por chegar aos ouvidos da rainha, que o convida para pregar no seu palácio. Ficou célebre o confronto de oratória entre o padre António Vieira e o Padre Jerónimo Catâneo, que decorreu no ano de 1664, no palácio da rainha e, no qual, a Catâneo foi proposto defender o riso de Demócrito perante os males do mundo e a Vieira defender o pranto e as lágrimas de Heraclito perante os mesmos males. Só em 1675, após o Breve do Papa Clemente X em que louva António Vieira e o isenta da Inquisição é que este poderá regressar finalmente a Lisboa. A rainha Cristina chegará ainda a convidá-lo, em 1679, para ser seu confessor, mas António Vieira recusa de novo esta proposta. Nesta época, António Vieira prega em italiano, a rainha escuta alguns dos seus sermões – de que este é um dos exemplos – e chega mesmo a convidá-lo para seu pregador. António Vieira recusa o convite porque diz ser o pregador do seu rei D. Pedro II e ainda não ter terminado aquilo que o trouxera a Roma – a revisão do seu processo na Inquisição.
Obra ímpar da nossa prosa barroca, nos quais se aliam a grande capacidade de análise racional, de bom senso e clarividência a um misticismo profético.
Avila Perez, 7994
Azevedo Samodães, II, 3512
Catálogo Rasonado de Garcia Perez, p. 570
Descrição:
Estúdios Cor, Lisboa, 1962. In-8º de 389-(1) págs. Brochado.
Impecável; não fosse o ligeiro foxing que a brochura apresenta na lombada, este exemplar teria a classificação de pristine.
PRIMEIRA EDIÇÃO, do livro massivamente apreendido poucos dias após o seu lançamento, pelo regime de Marcello Caetano, considerado com "conteúdo insanavelmente pornográfico e atentatório da moral pública". A obra foi imediatamente proibida e recolhida pela PIDE/DGS das livrarias. A obra é resultado de um trabalho colectivo de escrita por Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, e conhecidas como as "Três Marias". Integrada na Coleção «Serpente» , sendo seu número inaugural, a obra teve Natália Correia na direção literária, que insistiu em publicar o texto na íntegra, recusando-se a realizar os cortes sugeridos pela censura.
As autoras e o editor foram alvo de um mediático processo judicial, tendo iniciado o processo das "Três Marias"em outubro de 1973 e ganhou uma enorme projeção internacional, tornando-se na primeira grande causa feminista global, apoiada por figuras como Simone de Beauvoir e Marguerite Duras. O processo acabou por ser extinto e anulado após a Revolução de 25 de Abril de 1974, permitindo que o livro voltasse a circular livremente a partir da sua segunda edição
PEÇA DE COLECÇÃO.
Descrição:
Typ. de j. L. de Sousa, Porto, 1849. In-8º de XII-209 págs. Encadernação coeva, meia inglesa em pele castanha, com ferros sêcos e dizeres dourados, ao alto, junto da cabeça na lombada. Aparo marginal generalizado, sinais de alguim manuseamento, charneiras quebradas, cantos amassados. Miolo relativamente limpo, com ocasionais e insignificantes manchas, próprias da acção do tempo sobre papel fino, mantendo a saúde e sonoridade original. Rúbrica de posse antiga na página de rosto.
Bom exemplar desta PRIMEIRA (e única) EDIÇÃO DESTE RARÍSSIMO LIVRO DE POESIA ULTRA-ROMÂNTICA (e único título publicado) pelo autor responsável pelas revistas literárias Lyra da Mocidade e O Novo Trovador. Colaborador ainda nas revistas literárias Bardo e A Grinalda e também fundador do jornal de propósitos políticos O Clamor Público, Alexandre José da Silva Braga (1829-1895), amigo de Camilo Castelo Branco e Coelho Lousada, notabilizou-se também pela sua oratória em defesa da causa popular, discursos estes que nunca foram impressos.
As única referências bibliofílicas registadas são as das magníficas bibliotecas de 1) Fernando Pessoa (que o admirava) e 2) do bibliófilo Laureano Barros (nº765, vol.I, p. 167), estando, portanto, ausentes das imponentes bibliotecas de literatura portuguesa séc. XIX e XX.
Igualmente AUSENTE NA BIBLIOTECA NACIONAL.
Descrição:
(Tipografia Atlântida), Coimbra, 1941. In-8º de 38-(2) págs. Brochado, cujas capas apresentam-se com ligeiras e insignifcantes manchas e com muito pequenos cortes marginais, próprios da dimensão desfasada da do miolo, este muito conservado e limpo.
MUITO RARO, em primeira e única edição, integrado na capital colecção da bibliografia que marca o início do movimento neo-realista português - o NOVO CANCIONEIRO - de que é o volume inaugura, ostentando uma datada e expressiva DEDICATÓRIA AUTÓGRAFA, pelo punho do autor.
Descrição:
Tipografia Peninsular, Figueira da Foz, 1925. In-8º de 63-(1)-XXXII-XXXVI-VI-(2) págs. Encadernação moderna, meia francesa em pele grenat (sem cantos), lombada com 4 casas assimétricas abertas decorada a ouro com filetes e dizeres sobre rótulo de pele preta. Grandes margens desencontradas e intactas, preservando as capas de brochura. Estas apresentam, alé, de um pequeno restauro, uma ligeira oxidação e algumas manchas marginais.
Exemplar de uma TIRAGEM ESPECIAL em papel de linho , numerada e autografada pelo Presidente da Comissão (José Salinas Calado) para seu uso exclusivo.
Magnífico catálogo de interesse camiliano, não só pela descrição de peças raras pertencentes a diversos bibliófilos, para além das pertencentes ao município da Figueira da Foz, ali reunidas na exposição, mas pela transcrição e reprodução de várias cartas de Camilo, retratos do escritor, fotografias de personalidades e familiares, assim como de locais referidos nos artigos, brazões, caricaturas (Leal da Camara)além da diversa colaboração ensaística e crítica de camilianistas de proa da época, tais como Henrique Marques, Francisco Canavarro de Valladares, Luis d'Oliveira Guimarães, Sanc'lago Prezado, Pedro Fernandes Tomás, Bourbon e Menezes, H. de C. Ferreira Lima, Eloy do Amaral, Cláudio Basto, etc ...
No final da obra, com frontispício e numeração própria, temos o Catálogo da Exposição Bibliográfica e Iconographica - Publicações diversas (Imp. Lusitaan de A. Veiga, Figueira da foz, 1925) e ainda o Catálogo da Exposição Bibliográfica e Iconographica - Especies Iconographicas e autographos (Typografia Peninsular de Gomes Almeida, Figueira da Foz) realizada nos salões da Associação Comercial da Figueira da Foz no dia 16 de Março de 1925. Salientamos o facto das evocações ao 1º Centenário do Nascimento de Camilo, apenas tiveram lugar em Lisboa, Porto, Vila Real, Famalicão e Figueira da Foz
Descrição:
(Imprensa Libanio da Silva entre outras, Lisboa, 1952 a 1953 ). In-4º Conjunto formado por 13 brochuras de 8 páginas cada, ilustradas e preservadas numa cartolina dobrada ao meio, impressa serigraficamente, numeradas de 1 a 19 (com falhas dos números 7 a 12 e 20). Cremos que apenas se publicaram 20 números, entre Março de 1952 e Junho de 1953.
Conjunto da TIRAGEM ESPECIAL LIMITADOS A 30 EXEMPLARES, impressos em papel de qualidade superior, numerados (todos levam o nº 20) e AUTOGRAFADOS pelos artistas expostos na galeria.
As assinaturas autógrafas constantes no conjunto são de: Almada Negreiros, Fernando Lemos, Carlos Botelho, Cândido Costa Pinto, Júlio Pomar, Lima de Freitas, José Augusto-França, Júlio Resende, António Pedro, Valadas Cordiel, Jorge Oliveira e Hansi Stael.
CONJUNTO VALIOSO E DÍFICIL DE REUNIR.
Interessantes catálogos ilustrados que documentam as exposições individuais de alguns dos mais famosos artistas plásticos da época como Almada Negreiros, António Dacosta, Carlos Botelho, Júlio Pomar, António Pedro, Cândido Costa Pinto, Fernando Lemos, Sarah Afonso, Júlio Lima de Freitas entre muitos outros.
Do entusiasmo resultante da exposição de 1952 (Fernando Lemos, Marcelino Vespeira e Fernando Azevedo) na Casa Jalco em Lisboa, é criada a Galeria de Março, surgida em Março de 1952, inicialmente dirigida por Fernando Lemos, cujas preferências estéticas incidiam nos surrealistas e neo-realisas, e por José-Augusto França, cuja direção deixara quando Lemos partiu para o Brasil. A galeria era propriedade do publicitário Manuel das Neves e teve duas sedes sucessivas: na Avenida António Augusto de Aguiar e na Rua D. Pedro V, em Lisboa.
A galeria abre com uma exposição de Almada Negreiros para dar visibilidade a um vasto leque de autores não académicos: os neorrealistas como Júlio Pomar e Lima de Freitas, a surrealistas como António Pedro, António Dacosta, ou abstracionistas como Fernando Lanhas e Jorge de Oliveira. Sarah Afonso, Edgar Pillet, Carlos Botelho, José Júlio, João Hogan, Júlio Resende, Eurico Gonçalves, Menez são outros artistas que expuseram na galeria. " ... Este espaço, embora importante no esforço que fez para a divulgação do abstraccionismo, ora emergente, foi de vida breve (1952-1954), como o tinham sido a pioneira “UP” (1932-1936), de António Pedro e Tomás de Melo (Tom), a primeira galeria de arte moderna em Lisboa, e mais tarde a “Stop”, no início dos anos quarenta. ..:" (CAM, FCG).
Descrição:
Imprensa Académica, Coimbra, 1910. In-º de 277-(1) págs. Brochado, com sinais de manuseamento, sem perda de rigidez estrutural do livro. Miolo muito bem conservado.
O livro reune textos vários colhidos por Francisco Martins de Carvalho [dedicado à Memória do seu saudoso pai Joaquim Martins de Carvalho fundador e redactor do "Conimbricense"], ora do jornal Conimbricense, de que [seu pai] Joaquim Martins de Carvalho foi fundador e redactor, ora de margens e folhas soltas deixadas por este dentro nos livros da sua vasta biblioteca. Os assuntos que aborda passa pela Universidade de Coimbra e sua história, personalidades culturais, acontecimentos históricos, a Carbonária, Camoneana, Inquisição, Maçonaria, bibliografia e bibliofilia, história local de Coimbra, lutas liberais, Miguelismo, José Agostinho de Macedo, etc ...
Descrição:
Inquérito, Lisboa, 1944. In-4º de XV-315-(1) págs. Brochado. Ocasionais picos de humidade provocado pela qualidade hidrófila do papel, bastante encorpado e poroso. BELO EXEMPLAR inteiramente por abrir, impresso a duas cores, sépia e negro.
Apresenta um poema inédito que ocupa as primeiras XV páginas, seguindo-se a reunião dos títulos mencionados intercalando com belíssimos e igualmente poéticos, reproduções dos desenhos a tinta da china de Paulo Ferreira.
Exemplar de uma tiragem especial em papel encorpado, numerado e rubricado pelo punho de Alberto Serpa, e VALORIZADO com uma belíssima e poética dedicatória de ALBERTO SERPA:
" ... está este volume muito bem nas mãos cuidadosas e amigas de (destinatário) nestes tempos em que a poesia não anda por mãos nenhumas, é isso uma alegria."
PEÇA DE COLECÇÃO.
Descrição:
Inquérito, Lisboa, 1944. In-4º de 257-(2) págs. Brochado, impecavelmente bem conservado, como novo.
Edição definitiva, precedida de algumas notas para o leitor de 1944, com um retrato do autor por Cícero Dias. Nítida impressão a duas cores, azul e negro.
Exemplar de uma tiragem especial em papel encorpado, numerado e rubricado pelo punho de Casais Monteiro.
Descrição:
Livraria Fernando Machado, Porto, 1940. In-8º de 149-(9) págs. Encadernação moderna, de primorosamente bem decorada, de forma original e artística, inteira de percalina azul, com elaborados ferros a ouro na pasta anterior. Edição de belíssima execução grafica com impressão a duas cores, azul e negro, ilustrado com vinhetas de pormenores de selos medievais, desenhos do autor das fortificações abordadas, e outros ornatos tipográficos únicos. Aparo generalizado e capas de brochura preservadas, com ocasionais picos de acidez. Miolo limpo e bem conservado.
As fortificações abordadas na obra correspondem aos Castelos de São Mamede (Guimarães), Póvoa de Lanhoso, Ruínas de Faria, Santa Maria (Leça de Balio), Atalaia de Neiva, Santa Maria da Feira, Melgaço, Praça de Monção, Lapela (Valença), Cerveira (Caminha), Castelo de Braga, Muralhas do Porto, Castelo de Gaia, Cidadela de Bragança, Castelo de Chaves, Montalegre, Torre de Giela, Ponte de Lima, Barcelos, Lamego, Trancoso, Viseu, Fortes do Litoral e Pontes Fortificadas.
Obra INVULGAR e de grande beleza tipográfica.
Descrição:
Livraria Bertrand, Lisboa, 1959. In-8º de 3 volumes com 348-(1), 321-(1) e 349-(1) págs. respectivamente. Encadernação editorial com cartonagem almofadada a verde, gravada a ferros dourados e pigmento negro nas pastas e lombada (sem nervos), com grafismo de João Abel Manta (?). Ilustrado à parte com reproduções, a preto e branco, a partir de pinturas a têmpera sobre cartão (ao todo 30, produzidas entre 1957 e 1959) de Julio Pomar (os originais estão depositados na Fundação Julio Pomar), sendo D. Quixote o tema literário fortemente introduzido no seu imaginário na década de 50. Apresenta ainda um mapa de página dupla, representando uma parte de Espanha que compreende as paragens por onde andou e se aventurou D. Quixote. Não obstante o segundo volume apresentar uma mancha de humidade, que ocupa o canto inferior direito das últimas 100 páginas, este conjunto é muito estimado.
Exemplares da PRIMEIRA EDIÇÃO desta tradução aquiliniana, de uma tiragem especial numerada a rubricada por Aquilino (os exemplares apresentam todos a mesma numeração).
Descrição:
A. Quantin Imprimeur-éditeur, Paris, 1880. In-8º de XLV-221- (2), 2 retratos. Encadernação moderna inteira de pele azul com decoração dourada nas pastas (dizeres emoldurados com filetes e cantos vegetalistas) e lombada, ao longo de 6 casas fechadas, com rótulos de pele castanhas, também douradas com dizeres. Preserva capas de brochura e respectivas badanas, corte superior brunido a ouro fino e seixas douradas. Ostenta um ex-libris no vderso da pasta anterior.
Exempar de uma edição especial limitada a 50 exemplares impressos em papel da China, numerados. Ao contrário do referido na bibliografia especializada, nenhum outro exemplar é referido com duas gravuras reproduzindo o busto de Almeida Garrett, gravados por Boulard fils a água forte.
As notas ocupam as páginas 167 a 221. A tardução é feita em prosa.
PEÇA DE COLECÇÃO.
Conde de Ameal, 59 (tradução muito apreciada e formosa edição)
Monteverde, 98.
Descrição:
Tipographia de Raffaello Giusti, Livrono, 1897 - edição de Antonio de Portugal de Faria.
In-4º de 46 págs. Brochado. Ocasional foxing disperso. Capas com alguns sinais de manuseamento.
Em separado retrato de Camões, reprodução fotográfica do navio Adamastor em Livrono, estampa com fotografia de grupo dos editories do episódio do Adamastor e um fac-simile da gravura que acompanha a tradução dos Lusiadas por Carlo Antoni Paggi (edição de 1658) além do fac simile da assinatura de D. Catharina de Athayde, por quem, diz a lenda, se apaixonara o egrégio poeta. Das páginas 12 a 30 decorre em simultâneo, de um lado tradução do Adamastor por Italiano Adriano Bonaoretti e do outro o episodio extraído dos Lusiadas.
Tiragem especial em papel de qualidade superior limitada a 192 exemplares, com ornatos tipográficos a duas cores, letras capitulares a vermelho, simbólicos do número de versos do Episódio a partir "... da proposta de Joaquim de Araújo para que em memoria de tal sucesso e de tão affectiva reunião das estrophes esculturaes em que o grande epico Luiz de Camões fundiu em bronze a gigantesca criação do "monstro horrendo" ...".
Edição dos sonetos do episodio Adamastor publicada para comemorar a construção do cruzador com mesmo nome, nos estaleiros navais dos irmãos Orlando em Livorno. Esta embarcação portuguesa foi paga por subscrição pública do povo português. Descreve ainda a construção e as várias cerimónias no navio.
Inocêncio XX, 260.
Descrição:
Lisboa. (1917). Tipografia Monteiro & Cardoso. In-8º de 30 págs. Encadernação moderna inteira de percalina azul, com dizeres dourados nas pastas enquadradas por um filete simples, também dourado. Preserva as capas de brochura, ambas com ligeira mancha marginal desvanecida. Ponto de ferro original ausente deixando para trás ligeiramente o papel oxidado. Miolo com estrutura rígida e bem preservado.
PRIMEIRA EDIÇÃO do título que integra o primeiro período literário de Almada Negreiros, onde se inclui também o raríssimo K4, uma das obras capitais do futurismo português. É igualmente uma das primeiras e mais importantes obras do primeiro modernismo português. RARO.
Descrição:
Edição da Agência Geral das Colónias Comemorativa do Duplo Centenário da Fundação e Restauração de Portugal, Lisboa, 1940. In-8º de 157-(5) págs. Brochado. Exemplar ipecável com miolo ligeiramente salpicado com foxing. Muito ilustrado com reproduções de portadas das edições apresentadas. Rúbrica de posse no ante-rosto.
De elevado interesse, pela especialização temática, enquanto ferramenta de consulta e investigação de raras edições quinhentistas a setecentistas.
Do prêmbulo: " ... Em Janeiro de 1934 realizou-se na antiga Biblioteca da Escola Naval uma «Exposição dos Roteiros portugueses até 1700». O exame comparado das preciosas obras, ali expostas, incitou-me a verbetá-las; daqui a origem da Bibliografia Náutica até 1700, que publiquei em Apêndice à 1ª edição de A Marinharia dos Descobrimentos (1934 ). (...) A presente obra, que é uma modificação e ampliação da Bibliografia de 1934, vai ilustrada com as gravuras dos rostos e outras dos Livros impressos até 1700 - com excepção apenas de dois, hoje perdidos. ..."
Descrição:
Sub-Título:
CATÁLOGO DA NOTAVEL E PRECIOSA LIVRARIA QUE FOI ILUSTRE BIBLIÓFILO CONIMBRICENSE CONDE DE AMEAL (Joáo Correia Aires de Campos) dirigido por José dos Santos com uma introdução pelo erudito escritor Gustavo de Matos Sequeira, sob direcção de João Vicente da Silva Coelho.
Tip. da Sociedade de Papelaria Ldª; Porto, 1924. In-4º de (12) - 774 págs. Encadernação inteira de percalina castanha com rdizeres dourados na lombada, 5 casas abertas. Aparo marginal. Preserva as capas de brochura e ostenta um ex-libris heráldico de Eugénio de Castro e Almeida (neto do poeta Eugénio de Castro).
Trata-se do catálogo bibliográfico da talvez da mais imponente biblioteca de livros antigos, desde incunábulos até séc. XIX, que foram vendidos no séc. XX, pelo distinto livreiro e bibliófilo José dos Santos.
DE GRANDE RARIDADE E MAIOR IMPORTÂNCIA COMO FERRAMENTA DE CONSULTA E ESTUDO PARA QUALQUER BIBLIÒFILO DE LIVROS ANTIGOS.
No prefácio lemos as palavras de Matos Sequeira:
" ... A opulenta livraria que vai vender-se e dispersar-se para enriquecimento de outras, neste constante movimento livresco gerado do desmoronamento inevitável das grandes bibliotecas e da organização de novos edifícios bibliográficos, proveio dos ricos mananciais de erudição obtidos pelo desvelo, pelo gôsto e pelo saber do notável coleccionador Conde do Ameal, do Dr. João Correia Aires de Campos, arqueólogo sabedor e eminente bibliófilo, cujo conselho e cujo informe o próprio Inocêncio sôbremodo estimava, do Dr. João de Sande de Magalhães Mexia Salema, antigo lente da Universidade de Coímbra e do Dr. José de Sande de Magalhães Mexia Salema, antigo Ministro e Par do Reino. Reunidas as quatro bibliotecas, que se completaram com a diversidade dos géneros literários coleccionados-por cada um dos seus organizadores, houve, evidentemente, uma valorização e essa valorização denuncia-se aos olhos menos experimentados no exame bibliográfico. A livraria que se apresenta por comodidade epigráfica e por simplicidade descritiva, sob o nome do «Conde do Ameal» é riquíssima em livros de Arte, em edições luxuosas, onde os primores da impressão se juntaram à preciosidade das gravuras, e em artísticas encadernações que guardam condignamente o interêsse dos textos. (...) Espécimes raros, de alto valor bibliográfico, são abundantíssimos também e poucas vezes terá aparecido ao apetite dos colecionadores tanta e tão escolhida iguaria ...".
Descrição:
Sub-Título:
CATÁLOGO DA NOTAVEL E PRECIOSA LIVRARIA QUE FOI ILUSTRE BIBLIÓFILO CONIMBRICENSE CONDE DE AMEAL (Joáo Correia Aires de Campos) dirigido por José dos Santos com uma introdução pelo erudito escritor Gustavo de Matos Sequeira, sob direcção de João Vicente da Silva Coelho.
Tip. da Sociedade de Papelaria Ldª; Porto, 1924. In-4º de (12) - 774 págs. Encadernação inteira de percalina castanha com rdizeres dourados na lombada, 5 casas abertas. Aparo marginal. Preserva as capas de brochura e ostenta um ex-libris heráldico de Eugénio de Castro e Almeida (neto do poeta Eugénio de Castro).
Trata-se do catálogo bibliográfico da talvez da mais imponente biblioteca de livros antigos, desde incunábulos até séc. XIX, que foram vendidos no séc. XX, pelo distinto livreiro e bibliófilo José dos Santos.
DE GRANDE RARIDADE E MAIOR IMPORTÂNCIA COMO FERRAMENTA DE CONSULTA E ESTUDO PARA QUALQUER BIBLIÒFILO DE LIVROS ANTIGOS.
No prefácio lemos as palavras de Matos Sequeira:
" ... A opulenta livraria que vai vender-se e dispersar-se para enriquecimento de outras, neste constante movimento livresco gerado do desmoronamento inevitável das grandes bibliotecas e da organização de novos edifícios bibliográficos, proveio dos ricos mananciais de erudição obtidos pelo desvelo, pelo gôsto e pelo saber do notável coleccionador Conde do Ameal, do Dr. João Correia Aires de Campos, arqueólogo sabedor e eminente bibliófilo, cujo conselho e cujo informe o próprio Inocêncio sôbremodo estimava, do Dr. João de Sande de Magalhães Mexia Salema, antigo lente da Universidade de Coímbra e do Dr. José de Sande de Magalhães Mexia Salema, antigo Ministro e Par do Reino. Reunidas as quatro bibliotecas, que se completaram com a diversidade dos géneros literários coleccionados-por cada um dos seus organizadores, houve, evidentemente, uma valorização e essa valorização denuncia-se aos olhos menos experimentados no exame bibliográfico. A livraria que se apresenta por comodidade epigráfica e por simplicidade descritiva, sob o nome do «Conde do Ameal» é riquíssima em livros de Arte, em edições luxuosas, onde os primores da impressão se juntaram à preciosidade das gravuras, e em artísticas encadernações que guardam condignamente o interêsse dos textos. (...) Espécimes raros, de alto valor bibliográfico, são abundantíssimos também e poucas vezes terá aparecido ao apetite dos colecionadores tanta e tão escolhida iguaria ...".
Descrição:
Contraponto, Lisboa, s.d. (1961). In-8º de 30-(1) págs. Brochado. Ocasionais picos de humidade restrito à lombada. Exemplar impecável com miolo muito limpo. Impressão sobre papel mantegueiro encorpado com acabamento a dois pontos com agrafos, estes, rara e excepcionalmente, com quase nenhuma oxidação.
RARA primeira edição do terceiro livro de Herberto Helder.
PEÇA DE COLECÇÃO
Regressado da Europa em 1960, Herberto Helder torna-se encarregado das Bibliotecas Itinerantes da Fundação Gulbenkian e, por isso, esteve em Santarém entre 1961 e 1963, data em que entrou na Emissora Nacional. Em Santarém, Herberto escreveu e publicou o livro de poesia Poemacto, composto e impresso nas Oficinas Gráficas do "Jornal do Ribatejo", o qual dava cobertura aos artigos de Joel Canhão, de Florindo Custódio, de Carlos Oliveira entre outros sócios ativos do CCS e no qual se publicitava as atividades organizadas pelo Círculo Cultural Scalabitano. Para António Ramos Rosa “a experiência de Poemacto” é onde “a poesia herbertiana sofre uma transformação estrutural, onde o jogo verbal e os exercícios sobre a materialidade da linguagem se tornam então dominantes” (Carta de Herberto Helder a Sophia de Mello Breyner Andresen. Fonte: Espólio de Sophia de Mello Breyner Andresen, BNDP).
Descrição:
Descrição:
Imprensa Nacional, Macau. MCMXLVII (1947). Folhas dobradas e cosidas à maneira oriental, numeradas 20-(4)-(28) págs. Brochado. Foxing exclusivo às capas de brochura, miolo ligeiramente amarelecido em papel originalmente creme e que reproduz em fac-símile, a edição xilográfica impressa em Pequim, em 1704 e das cartas originais dos jesuítas portugueses sobre a questão dos ritos chineses. O texto inclui uma carta de Frei Domingo Navarrete (1616-1686) e respostas.
Charles Boxer (1904-2000) é considerado o maior historiador estrangeiro da expansão portuguesa e começou nesta ctividade tinha 43 anos de idade. Até então ocupou-se na carreira militar ao serviço de sua Magestade (desde 1924). Foi autor de mais de 350 livros e artigos, muitos deles sobre Macau.
Livro de difícil aparecimento no mercado.
Descrição:
Na Regia Officina Typografica, Lisboa. Anno M. DCC. LXXXVI. [1786]. In 8º (36)-316-(1) págs. Brochado, protegido por uma folha de papel antiga (coeva?). Apresenta-se tal como foi publicado, por abrir e com todas as largas margens intactas e desencontradas. Ligeiro foxing na página de ante-rosto e rosto, passando a ser exclusivamente marginal.
Único tomo publicado, em que se conhece o manuscrito da segunda parte, mas nunca foi publicado. RARO e PEÇA DE COLECÇÃO.
Apresenta no texto várias transcrições da epigrafia dos monumentos fúnebres romanos no Algarve.
A narrativa histórica baseia-se em documentos históricos coevos e antigos, principalmente textos latinos, baseados ou transcritos de fontes árabes, gregas e hebraicas.
A obra descreve uma origem dos povos fenícios, romanso e cartagineses que habitaram o Algarve, e toda uma evolução descritiva com base em documentos antigos latinos até o século XIII coincidindo com a conquista territorial aos Mouros pelo rei D. Afonso III.
Inocêncio VII, 441.
Exemplares na BNP e na Academia das Ciências.
Não referido nas principais bibliografias consultadas.
Descrição:
Livraria Bertrand , Lisboa (1961). In-8º de 320-(1) págs. Brochado com algum foxing disperso ao longo do miolo.
Exemplar de uma tiragem especial, limitada, numerada com ilustrações impressas à parte, de página inteira.
Inserido nas Obras Completas de Aquilino Ribeiro.
Descrição:
Tip. Sociedade de Papelaria Ldª, Porto, 1966. In-4º de (14)-478-(1) págs. Brochado em excelente estado de conservação.
Prefácio extenso de Jorge Peixoto.
Dos mais importantes catálogos de bibliotecas produzidos em Portugal, com mais de 3000 títulos, cuja origem remonta ao séc. XVII, de um riquíssimo acervo que testemunha as vocações militares, religiosas e agronómicas da família Sousa da Cãmara. É um acervo que representa imensas colecções, extremamente vaiolosas que só se consegue alcançar através de gerações de pacientes buscas.
Obra de referência bibliográfica.
Descrição:
Tip. Sociedade de Papelaria Ldª, Porto, 1966. In-4º de (14)-478-(1) págs. Brochado em excelente estado de conservação.
Prefácio extenso de Jorge Peixoto.
Dos mais importantes catálogos de bibliotecas produzidos em Portugal, com mais de 3000 títulos, cuja origem remonta ao séc. XVII, de um riquíssimo acervo que testemunha as vocações militares, religiosas e agronómicas da família Sousa da Cãmara. É um acervo que representa imensas colecções, extremamente vaiolosas que só se consegue alcançar através de gerações de pacientes buscas.
Obra de referência bibliográfica.
Descrição:
(Editorial Gleba, Lisboa, s.d.). In-8º de 183-(1) págs. Encadernação editorial em napa castanha escura com dizeres dourados na lombada. Excelente exemplar.
Trata-se da edição especial numerada e com chancela editorial de validação, impressa em papel de melhor qualidade, executada por concessão de Pubicações Europa-América (onde em 1960 foi impressa a primeira edição) à Edetiroal Gleba, incluindo-a na sua justamente apreciada "Colecção Fólio".
"... José Cardoso Pires começou por fazer uma cofissão e uma revelação. Não era homem do teatro e tinha uma péssima ideia do ambiente teatral. - "Não queria nada com o teatro!", explicou sorrindo, que sofrera, em tempos uma dolorosa experiência. Tinha portanto de penitenciar-se ..." (in "Diario de Lisboa", 29-I-1965)
Descrição:
In-8º de 454-(1) págs. Encadernação coeva, meia inglesa em pele vermelha com lombada de 5 casas abertas, gravada a pigmento negro e dourada com dizeres e filetes duplos. Junto ao frontispício vem um bom retrato de Camilo, impresso em separado. Preserva a capa de brochura anterior. Ligeiro aparo marginal. Pequena falha de pele no canto superior direito da lombada. Frontspício com ligeiras manchinhas de humidade,
PRIMEIRA EDIÇÃO desta bastante apreciada colectânea de escritos, primitivamente dada a lume em diversas publicações. BASTANTE INVULGAR.
(Compreende ante-rosto com os dizeres BOHEMIA DO ESPIRITO e verso em branco; frontispício textualmente descrito supra e verso com subscrição tipográfica TYP. DE ARTHUR JOSÉ DE SOUSA & IRMÃO // Largo de São Domingos, 58 – Nº telephonico,
131; página 5ª com PREAMBULO datada na página seguinte; o texto propriamente dito inicia-se na página 7 e decorre até à página 454 incluindo as ERRATAS e o INDICE)
ALMEIDA MARQUES, 353;
CAMILIANA (SOARES & MENDONÇA, 1968), 841;
CARVALHO, 31;
CONDE DA FOLGOSA, 1143;
HENRIQUE MARQUES, 222;
JOSÉ DOS SANTOS (1916), 19;
JOSÉ DOS SANTOS (1939), 91;
MANUEL DOS SANTOS, 269.
Descrição:
Edição do autor, Lourenço Marques, 1959. In-8º de 95 págs. Brochado com rúbrica de posse de poeta coimbrão da geração de sessenta, no frontispício. Capa de brochura e interior com desenhos do próprio autor. Excelente estado de conservação deste exemplar apresentando-se muito fresco e limpo.
LIVRO DE ESTREIA, em PRIMEIRA EDIÇÃO de Rui Knopfli (1932-1997) do qual escreveu António Ramos Rosa na revista Seara Nova " ... a sua voz destaca no concerto da poesia dos últimos anos, pela agressividade corrosiva, pela maneira directa com que fixa a realidade social e os seus próprios sentimentos, pelo sarcasmo com que a vitupera, pela rudeza viril ...". Em 1984 receebu o préio de poesia do PEN club. Fez parte de uma geração de moçambicanos expatriados, que inclui os poetas Alberto de Lacerda, Helder Macedo e Virgílio de Lemos, o cineasta Ruy Guerra, os filósofos Fernando Gil e José Gil, o arquitecto Pancho Miranda Guedes, o fotógrafo Pepe Diniz, a pintora Bertina Lopes e o ensaísta Eugénio Lisboa.
Descrição:
Na officina de Miguel Manescal da Costa, Lisboa, 1761. In-8º de 2 vols. com XVI-169-III e IV-184-XIV respectivamente. Encadernação coeva inteira de carneira, um pouco coçada nos cantos e charneira, lombada com 4 nervos, decoração vegetalista bem ao gosto da época, dourada em casas fechafas e rótulo de pele vermelha, também com dizeres dourados. Guardas coevas em papel pintado em tina manual. Papel saudável mantendo a sonoridade original. Pequena falta de pele no pé da lombada. Mancha de humidade no canto inferior direito das páginas preliminares. Duas rúbricas de posse, uma coeva no verso da folha de guarda, outra moderna, no frontispício.
PRIMEIRA EDIÇÃO, MUITO RARA, não referida nas principais bibliografias consultadas de imponentes colecções de livros antigos.
Aulo-Gélio, 3070: "primeira e bastante rara"
Esta primeira edição não vem referida em Ávila Perez (p. 689)
Inocêncio II, 196. Este bibliógrafo refere-se a esta edição da seguinte forma: " ... a primeira também em 2 volumes feita, me parece, em 1766 ..." subentende-se pela sua incerteza que não conheça esta edição ou não tenha tido acesso a um exemplar.
Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. I, p. 537.
Parnaso Lusitano (1826) t.I, xlij
Pinto de Matos (Manual Bibliographico Portuguez, 1878) p. 483: a primeira edição é rara embora menos estimada que a 2ª, por ser mais completa.
Descrição:
Typographia da Empresa do Diario de Noticias, 1928. In-4ºgr. de LXIV págs. inums. Cartonagem editorial com lombada em pele. Papel encorpado, impresso com elevado rigor estético, bem ao jeito de António Botto. Rótulo de ordem de biblioteca na lombada. Capas com ligeiro foxing. Miolo irrpreensível.
Ostenta uma bonita dedicatória autógrafa ao escrito Alfredo Cunha " ... esta pequena obra da minha adolescência literária ..." datada Lisboa, 1932.
2ª edição, de igual beleza editorial que a primeira impressa em 1919. Ilustraram de igual forma António de Brederode Amorim e António Quaresma.
Descrição:
Na officina de Antonio Balle, Valensa, 1746. In-8º de dois tomos com (12)-322-(5) e (4)-300-(2) págs. respectivamente. Encadernação séc. XX inteira de carneira cor de mel, com dourados dispostos em casas abertas na lombada com 5 nervos, e rótulo de pele preta com dizeres também gravados a ouro. Aparo e rúbrica de posse coeva no frontispício, este com canto superior direito restaurado. Miolo em excelente estado de conservação, mantendo a sonoridade original do papel. BELÍSSIMO EXEMPLAR
junto com:
- PIEDADE, P. Fr. Arsenio da - REFLEXOENS APOLOGETICAS A OBRA INTITULADA VERDADEIRO METHODO DE ESTUDAR, DIRIGIDA A PERSUADIR HUM NOVO methodo em Portugal se ensinarem, e aprenderem as sciencias, e refutar o que neste Reino se pratica, expendidas para desaggravo dos Portugueses em huma Carta, quem em respsota de outra se escreveo da Cidade de Lisboa para a de Coimbra ... Na Officina de Francisco Luiz Ameno, Lisboa, 1748. In-8º de 66 págs.
junto com:
- RESPOSTA AS REFLEXOENS que o R. P. M. Fr. Arsenio da Piedade Capucho fez as Livro intitulado: VERDADEIRO METODO DE ESTUDAR. Escrita por outro Religioso da dita Provincia para dezagravo da mesma Religiam, e da Nasam. Na Officina de Antonio Balle, Valensa, 1748. In-8º de 146 págs.
Última folha erradamente encadernada no final, constituindo Advertencia do Impressor a quem ler, isto é, o fólio A1* do presente título.
PRIMEIRA EDIÇÃO (variante B, segundo Maria Teresa Payan Martins, em LIVROS CLANDESTINOS E CONTRAFACÇÕES EM PORTUGAL NO SÈCULO XVIII, 2012, p. 356 - só se conhecem dois exemplares da variante A, depositadas em bibliotecas públicas estrangeiras) APREENDIDA PELA INQUISIÇÃO em 1746, do famoso e violento tratado contra a pedagogia dos Jesuitas. RARÍSSIMA, justamente apreciada e bastante valiosa obra para a Cultura Portuguesa de que é autor LUIS ANTÓNIO VERNEY , o maior da cultura portuguesa do séc. XVIII e quem trouxe, ao marasmo então instalado, o nível da civilização europeia, numa situação social em que a sociedade vivia apoiada nos fanáticos do puro despotismo, com vista isolar o infeliz Portugal da Europa culta, para que não se contaminasse com pensamento moderno.
O VERDADEIRO MÉTODO DE ESTUDAR foi publicada anónima (sob o pseudónimo de um “Barbadinho da Congregação de Itália”) e o seu aparecimento no mundo das letras deu origem a uma violenta e prolongada polémica literária em que esgrimiram, pró e contra a reforma dos estudps, algumas das penas mais consagradas da época. A obra propõe uma profunda reforma do sistema educativo, defendendo a substituição da lógica aristotélica e do formalismo retórico por métodos fundados na razão, na observação, na experiência e no estudo directo das ciências naturais e das línguas modernas. Verney reclama um ensino útil, prático e moderno, alinhado com os modelos europeus mais avançados, criticando a estagnação intelectual portuguesa e apelando a uma renovação que abrangesse não apenas a pedagogia, mas toda a cultura nacional. Pela clareza argumentativa, pela audácia das suas propostas e pelo impacto que exerceu no debate público, “O Verdadeiro Metodo de Estudar” é hoje considerado um dos textos fundadores do pensamento reformista em Portugal e um marco fundamental na preparação da grande Reforma Pombalina da Universidade.
Ávila Perez, 7944 (refere apenas a edição de 1747)
BNP, 869.0-6
Conde de Ameal, 2474
Inocêncio V, 222 e seguintes
Martins (2012), 356 e seguintes
Monteverde 5527 (refere unicamente a edição seguinte de 1747)
Descrição:
Edição do autor, sem indicação de local nem data (1916). Folha em harmónica, impressa de ambos os lados ao longo de 7 "páginas". Exemplar preservado numa caixa-estojo, inteira de pele com dizeres dourados pela frente.
Com um catálogo das obras do autor (Obra Literária) e o anúncio da publicação de K4.
PEÇA DE COLECÇÃO E DAS MAIS RARAS DO AUTOR.
Descrição:
Livraria Portugália, Lisboa, 1942. In-8º de 193-(1) págs. Brochado e ilustrado por Manuel Ribeiro de Pavia.
Valorizada pela dedicatória autógrafa neste primeiro livro de contos de teor neo-realista de Manuel da Fonseca, correspondendo a uma colectânea escrita a partir do fim dos anos 20 até ao fim da década de 30. Alguns foram publicados originalmente em jornais e revistas literárias.
PRIMEIRA EDIÇÃO deste belo exemplar.
Descrição:
Coordenação de Casimiro de Brito e Gastão Cruz. Capa de Manuel Baptista.
Tipografia Ideal, Lisboa, 1971 (a 1972). In 8º de 3 vols com 66-(5), 70-(5) e 74-(2) págs. respectivamente. Brochado. Nítida impressão sobre papel de qualidade e tonalidades distintas (creme e azul claro).
Exemplares em excelente estado de conservação. Apenas as capas do volume correspondente a Novembro é que apresenta raras manchinhas de acidez marginal. BELO CONJUNTO desta invulgar revista literária, com excelente colaboração.
Colaboraram os mais notáveis autores da segunda metade do séc. XX, tais como Carlos de Oliveira, Eugénio de Andrade, Fiama Hasse Pais Brandão, Nuno Guimarães, Ruy Belo, António Ramos Rosa, Armando Silva Carvalho, João Miguel Fernandes Jorge, Jorge de Sena, Sophia de Mello Breyner Andresen, António Franco Alexandre, Fernando Assis Pacheco, Herberto Helder, José Gomes Ferreira e Nuno Júdice.
Descrição:
Composto e impresso na Tipografia da “Atlântida”, Coimbra, 1931. In-4.º de 15-(1) págs. Brochado. Muito bem conservado, EXEMPLAR IRREPREENSÍVEL.
Capa da brochura impressa a duas cores, com o aspecto modernista que a revista «Presença» imprimia em todas as suas publicações. Ilustrado com um desenho de José Régio, impresso em página inteira.
Trata-se da primeira incursão na escrita dramática de Branquinho da Fonseca que é não só uma das mais raras e representativas peças do seu teatro, como também uma das apreciadas edições Presença, revista de que o autor foi fundador e director.
Primeira edição, PEÇA DE COLECÇÃO
Descrição:
[Editora Gráfica Portuguesa, Lda], Lisboa. 1958. In-8.º de 60-(4) págs. Brochado. Nítida impressão sobre papel de qualidade superior, encorpado.
Ostenta uma dedicatória autógrafa.
Exemplar em excelente estado de conservação, não obstante os insignificantes picos de humidade da capa anterior.
PRIMEIRA EDIÇÃO de um dos primeiros e mais raros livros de poesia de Natália Correia, ligado à “tendência surrealista da poesia portuguesa”.
Descrição:
s.l. (Secretariado da Propaganda Nacional, Lisboa), s.d. In-8º de 8 págs. Brochado, com os cadernos por abrir. Ponto de ferro insignificantemente oxidado.
EXEMPLAR IMPECÁVEL sem qualquer vinco nem dobra horizontal (como muitas vezes ocorre) - PEÇA DE COLECÇÂO desta primeira edição, autêntica, impressa em papel azul, que se distingue da outra (dada a luz pouco tempo depois, impressa em papel branco) pelo menor número de páginas, proporcional ao tamanho do tipo usado.
Foi proibido de circular pela censura do estado novo.
Descrição:
"Olisipo" Apartado 145, Lisboa, 1921. In-4º de dois opúsculos respectivamente com 20 e 16 págs. Encadernado, preserva todas as quatro capas de brochura.
Encadernação inteira de chagrin côr tabaco com elaborado e estilizado ferro floral gravado a negro na pasta anterior, emoldurada por uma roda art-déco dourada em amnas as pastas. Lombada a 5 nervos, gravada a ouro e pigmento negro, em casas abertas.
PRIMEIRA EDIÇÃO publicada ainda em vida do autor, na sua própria editora.
PEÇA DE COLECÇÃO.
Descrição:
Portugália Editora. Lisboa. 1949. In 8° de 194-(1) págs. Brochado com desenho na capa por Lima de Freitas. Capa anterior com ligeira mancha provocada pela acção química da acidez. Miolo impecável, muito limpo.
Exemplar com rúbrica autógrafa de Vergílio Ferreira (ver foto).
PRIMEIRA EDIÇÃO, dos primeiros livros do autor ( a quarta obra) assim como dos mais raros.
Descrição:
"Olisipo", Apartado 145, 1921. In-4º de 45-(1) págs. Encadernação moderna com capas de brochura. Ilustrado com o seu auto-retrato. Conserva as capas de brochura.
Encadernação inteira de marroquim verde, assinada Invicta Livro, com gravação a negro, no plano anterior, reproduzindo a capa de brochura. Ligeiro e leve aparo à cabeça. Raríssimos picos de acidez. Capa de brochura anteriro com antigo carimbo comercial eliminado (ver foto).
EDIÇÃO ORIGINAL de um dos mais raros títulos representativos da obra literária de Almada Negreiros.
Descrição:
Na Tipographia da Acad. R. das Sciencias, Lisboa 1799. In-8º de XXVII-425-(1) págs. Enc.
Encadernação séc. XIX, inteira de pele aroboreada, e decorada a ouro com elegantes ferros, ao gosto romântico na lombada. Cabeça da lombada ligeiramente coçada. Corte das folhas carminado. Guardas pintadas em tina manual com cores intensas em torno de azul cobalto, de belíssimo efeito.
Ostenta um ex-libris xilográfico realizado por Ruy Palhé, numerado (tiragem de 50) e assinado.
Nítida impressão sobre papel de boa qualidade e gramagem superior, mantendo a sonoridade original.
As 27 páginas introdutórias são da autoria Stockler (Francico de Borja Garção Stockler) e tecem um perfil critico-biografico do autor.
PRIMEIRA E ÚNICA edição, póstuma.
Alexandre Herculano ( Panorama, vol.III de 1839), p. 197
Inocêncio II, 369.
Manuel Pinheiro Chagas (Portuguezes illustres, 2ª ed. 1873), p. 141–142.
Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, 1991, vol.I, p. 561.
Descrição:
Edições Lusitana, Lisboa, 1920. In-8º de LXXII págs. Enc.
Encadernação, assinada Frederico d'Almeida, meia francesa em pele castanha escura com cantos. Dizeres dourados na lombada. Conserva as capas de brochura (sem badanas) com ligeiros e insignificantes picos de acidez. Exemplar em muito bom estado de conservação. Aparado e carminado à cabeça. Restantes margens intactas e desencontradas.
Obra considerada de referência da história da literatrura portuguesa do séc. XX.
PRIMEIRA EDIÇÃO, JÁ BASTANTE RARA NO MERCADO.
Descrição:
Coimbra, 1941-In-8º de 117-III págs. Brochado, com manchinhas de humidade e picos de acidez. Carimbo de posse no anterosto, exemplar com sinais marginais de manuseamento, lombada com ligeira perda de papel à cabeça.
PRIMEIRA EDIÇÃO, justamente apreciada e já muito invulgar.
Descrição:
A(lphonse) Lemerre - éditeur, Paris, 1870. In-8º de 38-(1) págs. CONSERVA CAPAS DE BROCHURA E LOMBADA, encontra-se por aparar e apresenta-se brunido a ouro fino à cabeça. Sólida e de excelente execução, a encadernação é uma meia ingleza com cantos, em marroquin de grão grosseiro, cor turqueza, com papel marmoreado, igual ao das guardas, e dizeres dourados na lombada, com nervos.
EDIÇÃO PRINCEPS, à expensas do autor numa tiragem total de 590 exemplares, dos quais 20 constituem uma edição especial em papel Holanda, outros 10 em papel China e ainda 10 em Whatman. O nosso exemplar não corresponde a nenhum dos especiais, no entanto a impressão é sobre papel de qualidade superior, bastante encorpado (edição especial não declarada ?).
PRIMEIRA E MUITO RARA EDIÇÃO.
PEÇA DE COLECÇÃO.
Descrição:
Day & Son (Lithographers to the Queen), London (1859). In-4º de [iv], vii, [iii] seguido de 24 litografias, além do frontispício litografado, por T. Picken (1818-1891). Encadernação editorial em skivertex violeta escura, com pastas lavradas a ferros sêcos vegetalistas (folhas de heras) e dizeres de título, autoria e local de impressão finamente dourados e emoldurados por cenário também florísitico.
Todas as litografias são seguidas de um texto explicativo de página inteira. Nítida impressão de excelente execução gráfica sobre papel de qualidade superior (wove paper). Completo tal como listado. Folhas brunidas a ouro fino, algumas delas apresentando-se soltas. Ocasional foxing. Mancha de humidade no canto inferior direito, e apenas nas duas primeiras folhas.
Sem indicação de data de publicação, as seguintes bibliografias consultadas apontam a data de 1859 como sendo a da presente publicação:
- Abbey (Scenery of Great Britain and Ireland, in Aquatint and Lithography 1770-1860, nº 196, p. 123)
- Tooley (English Plate Books with Coloured Plates 1790-1860, nº. 387).
Esta edição foi publicada, como se diz acima, em 1859, sob título diferente e contem as mesmas vistas da edição publicada em 1853 sob o título "The English Lake District". Contudo, esta edição de luxo, posterior, difere da anterior na ordem e título das litografias.
Descrição:
Hachette et Cie, Paris, 1890. In-4º de 64 págs. cartonado editoral com impressão a cores em ambas as pastas, lombdada em skivertex coevo vermelho. lustrado ao longo do texto e em separado por Gustave Doré. Ocasional foxing e cantos com sinais de manuseamento.
INVULGAR e peça de colecção doreana.
Descrição:
In-8º de 22 págs. Brochado. Capas de brochura com ligeira acidez junto à lombada, miolo em excelente estado, muito limpo, sem o foxing típico neste tipo de papel, quando ocorre, é de forma ténue, apenas na capa de brochura anterior. Sem defeitos de ordem física assinalar (exemplares houvera que passaram por nossas mãos, apresentavam um ponto de ferro - agrafo - transmitindo intensa oxidação nas suas imediações. O exemplar que se apresenta está intacto em folhas soltas e dobradas, tal como publicado e distribuído de mão em mão.
O presente exemplar não se encontra impresso no habitual (finíssimo) papel de arroz, branco, mas antes em papel encorpado e de côr creme. Apresenta-se impresso com o mesmo tipo, as mesmas dimensões de mancha gráfica, o mesmo ruído tipográfico, a mesma quebra de paginação, as mesmas vinhetas de remate, igualmente sem indicação de local de impressão e tudo absolutamente igual aos exemplares raros impressos em papel de arroz.
Cremos tratar-se de uma VARIANTE DA EDIÇÃO ORIGINAL CLANDESTINA impressa inteiramente igual aos exemplares de finíssimo papel de arroz.
Livrinho perseguido e apreendido pela Polícia Política de então. Desconhecido por alguns bibliófilos e ausente na maioria dos catálogos de primeiras edições
MUITÍSSIMO RARO.
Laureano Barros, 2623; Paulo Quintela, 301.
Descrição:
(Lisboa, 1917). In-fólio de 44 x 29 cm. Apresenta-se um pouco empoeirada. Impressão numa única face, num total de 40 exemplares numerados e rubricados pelo proprietário do autógrafo (José de Castro)
Descrição:
Folha avulsa. In-fólio de 8 págs. Br.
PRIMEIRA REIMPRESSÃO executada por processos de reprodução fotozincográfica em tamanho perfeitamente igual ao original, elaborada por incumbência de Gabriel Ribeiro Guimarães, no Porto, nas Oficinas Marques Abreu. Esta reimpressão distingue-se do original por não aparecer a indicação, à esquerda, da tipografia nas modalidades apontadas na descrição bibliográfica anterior; tem uma capa de brochura que não existia no original que diz: Camilo Castelo Branco. Exemplar da tiragem vulgar de uma reprodução prefeitíssima executada em papel de algodão.
Já bastante RARO.
MANUEL DOS SANTOS, 482; JOSÉ DOS SANTOS (1916), 17; JOSÉ DOS SANTOS (1939), 88; CONDE DA FOLGOSA, 1142; CAMILIANA (SOARES & MENDONÇA, 1968), 837; ALMEIDA MARQUES, 352.
Descrição:
Typographia Aurora do Cavado, Editor R.V., Barcellos, 1894. In-8º de 2 tomos encadernados num volume com 253 e 84 págs. respectivamente. Encadernação moderna inteira de percalina azul com dizeres dourados na lombada. Impressão sobre papel encorpado, ligeiramente acidificado sem no entanto perder, em nada, a sua rigidez e estrutura sólida primitiva. Aparo marginal, insignificante e muiti ténue mancha que ocupa o terço inferior das páginas. Apesar dos defeitos apontados, é um belíssimo exemplar deste livro já raro no mercado, com tiragem reduzida.
Edição original conservando ambas as capas de brochura, restauradas na charneira.
Descrição:
Edições “ Presença”, Coimbra, 1929. In-8º de 70-(1) págs. Encadernação cartonada com dizeres dourados na lombada. PRESERVA AS BONITAS CAPAS DE BROCHURA DE FEITURA TÍPICA PRESENCISTA. Exemplar da tiragem normal e numerada, limiada a 318 exemplares, levando o presente exemplar o número 153. Capa de brochura de original composição sendo de cor branca, ao contrário da das edições especiais de cor verde. Ligeiro aparo à cabeça.
PRIMEIRA EDIÇÃO - RARO
Descrição:
Livraria Universal de Magalhães & Moniz Editores, Porto, 1875. In-8º de 135-(5) págs. Conserva capas de Brochura. Com picos de acidez. Profusamente ilustrado com numerosas gravuras de Emílio Pimentel ao longo do texto e em extra-texto.
PRIMEIRA EDIÇÃO.
INVULGAR.
Descrição:
Ulisseia, (Lisboa, 1966). In-8º de 98-(5) págs. Brochado.Ilustrado à parte com desenhos infantis. Capas com insignificantes picos de humidade. Miolo impecável.Capa de Leonor Calvet da Costa (5 anos) e arranjo gráfico da obra da responsabilidqde de Cruzeiro Seixas.
Descrição:
Na Impressão Regia, Lisboa, 1816. In-8º de 44 págs. Encadernação em papel antigo, marmoreado em tina manual. Mancha de humidade restrita à última folha, não impressa, que antecede a capa posterior. Bom exemplar, não aparado, com margens jumbo.
Exemplar que pertenceu à biblioteca de Eugénio de Castro, de quem ostenta a sua assinatura no frontspício, com uma nota manuscrita de sete linhas no verso do ante-rosto, tecendo onsiderações sobre o autor e a edição. Segundo Inocêncio este título teve uma tiragem restrita de 150 exemplares.
RARO.
Descrição:
Em casa de Viuva Moré - Editora, Porto, 1886. [Porto. Typographia de Antonio José da Silva Teixeira]. 2 vols. In-8.° gr. de 262 e 278 págs. respectivamente. Brochados. Capas com picos de acidez, assim como disseminados ao longo do texto.
Primeira e rara edição de um dos mais estimados romances de Camilo. Exemplar pertenceu ao distinto bibliófilo LAureano Barros, cujas anotações manuscritas a lápis encontramos na folha de guarda do primeiro volume, e está descrito no grandioso seu catálogo sob o nº 1179.
Descrição:
Composto e Impresso nas Oficinas de "Lúmen", Coimbra, 1925). In-4º de 88 págs. Brochado. Exemplar com miolo irrepreensível e capas de brochura (quase) intactas, estando ligeiramente intervencionadas com reforço das margens, sem rasgões, como habitualmente aparece nos raríssimos exemplares.
PRIMEIRA EDIÇÃO de extrema raridade, quando assim se encontra como o que se apresenta.
Descrição:
Edição do autor, Porto, 1955. In-8º de 58-(2) págs. Brochado.
Livro de notável arranjo gráfico da autoria de Amândio Silva, com ilustração de Augusto Gomes. Um livro muito belo, impresso sobre papel de elevada qualidade e gramagem, numa tiragem muito reduzida (250 exemplares).
PRIMEIRA EDIÇÃO da segunda produção literária do autor.
Descrição:
Livraria de B. L. Garnier, Rio de Janeiro, 1864. In-8º de 178 págs. Encadernação antiga (segundo quartel, séc. XX), meia inglesa com cantos em pele azul, ligeiramente cansada na charneira. Guardas em papel fantasia. Conserva as capas de brochura. Pequeno trabalho de traça marginal, sem afectar a mancha tipográfica.
BOM EXEMPLAR desta RARÍSSIMA edição original, especialmente quando preserva as capas, do livro de estreia de um dos escritores mais importantes, senão o maior, escritor do Brasil.
Descrição:
Na casa de J. P. Aillaud, Paris, 1826. In-8º de (8)-251-(1) págs. Encadernação coeva, meia inglesa em pele vermelha com dizeres dourados na lombada. Etiqueta antiga com número de ordem de biblioteca provada. Rubrica de posse coeva no frontspício. Ocasionais picos de acidez, generlaizada na mancha tipográfica, ao longo do volume. Aparo generalizado. Bonito exemplar.
PRIMEIRA EDIÇÃO, rara.
Descrição:
Seara Nova Editora, Lisboa, 1947. In. 8.º de 98-(4) págs. Brochado. Exemplar muito limpo e fresco, impresso sobre papel de linho.
PRIMEIRA EDIÇÃO e peça de colecção deste exemplar, que pertence à edição especial em papel de linho, numa tiragem de 100, numerados e rubricados pelo autor, levando este o nº 4.
Descrição:
Calmann Lévy, Paris, 1882. In-4º de (3) - 203 - (3) págs. Encadernação artística demi-maroquin verde, brunida, com filetes dourados duplos nas pastas, lombada de cinco nervos com fina decoração disposta em casas fechadas.
Encadernação coeva e assinada pelo grandioso encadernador francês RAPALIER (Paul-Romain Rapalier,1858-1900, encadernador preferido do escritor Anatole France). Aparo à cabeça brunido a ouro fino. Apresenta uma gravura não descrita pelas bibliografias consultadas.
Um dos 30 exemplares numerados "Grand Papier" (levando o nosso o nº 15) que compõe a edição original em papel Whatman, depois de 10 em papel China e 10 em papel Japon.
Conserva as raras capas de brochura. Exemplar muito limpo, quase "mint condition".
NESTAS CONDIÇÕES PEÇA DE COLECÇÃO de elevado interesse internacional.
Carteret (Romantique I), 427
Clouzot 94
Vicaire IV, 364-365.
Descrição:
Chez Marc Chapuis, Lausanne, 1762. In-4º de XXIV - 116 - 5 ilustrações. Encadernação coeva inteira de carneira com marmoreado azul indigo e carmim, douradas nas pastas com filetes triplos dispostos em cercadura marginal. Lombada dourada com florões vegetativos ao gosto da época, em casas fechadas e rótulo de pele vermelha com direzes também dourados. Guardas em papel pintado, e ex-libris de biblioetca privada antiga (séc. XIX?).
Obra belíssimamente ilustrada por Delamonce com cinco gravuras alegóricas hors-texte gravadas por Gallimard e ainda, ao longo do texto, oito vinhetas das quais cinco são culs-de-lampe, gravadas por Soubeyran. Apresenta encadernado junto ao frontspício uma gravura de página inteira, representando um retrato de Charles Frédéric Margrave de Bade et d'Hachberg realizado por J.-F. Guillibaud e gravado por Will, e ainda, agora no plano do frontspício, uma larga vinheta tipográfica com portrait do autor desenhado por Keller e gravado por Will, ambas realizadas em 1745 (dezasste anos que antecede a impressão desta obra, data da edição anterior no mesmo formato).
PEÇA DE COLECÇÃO hoje já de raro aparecimento no mercado.
Descrição:
Gallimard (Bussière à Saint-Amand), 1983. In-8º de 432-(5) págs. Brochado preservado no papel cebola original. Exemplar muito atractivo pelo seu excepcional estado de conservação para não dizer Mint Condition mantendo intactos todos os seus cadernos.
Exemplar da edição princeps, confinada à limitadíssima tiragem de 144 exemplares, pertencente o presente à edição especial de 57 exemplares numerados (levando este o nº33) impressos sobre papel de elevada gramagem e denominada Vergé Blanc de Hollande correspondendo às famosas, valiosas e procuradas Tirage de tête en grand papier.
PEÇA DE COLECÇÃO e de inestimável interesse da literatura mundial .
Descrição:
Livraria Figueirinhas, Porto, 1945. In-8.º de 199-(3) págs. Brochado. Ilustrado em extra-texto com gravuras a preto e branco coladas sobre cartolina encarcelada. Nítida impressão sobre papel de gramagem e qualidade superior. Capas de brochura impecáveis. Belo Exemplar
INVULGAR.
Descrição:
Edições Ágora, Lisboa, 1973. In-8º de 138-(6) págs. Encadernação editorial em tela com sobrecapa em papel com a reprodução de um desenho de Lino.
Descrição:
Imprensa Nacional, Nova Goa, 1851. In-8º de 39 págs. JUNTO COM: Imprensa Nacional, Lisboa, 1851. In-8º de 24 págs. Envolvido em capa de papel pardo. Carimbos de antiga e extinta biblioteca privada de afamado Professor da Universidade de Coimbra e eminente pensador.
PRIMEIRA EDIÇÃO, muito invulgar seguindo-se da (muito rara) reimpressão, no mesmo ano, em Goa, aumentada de um apêndice, não constante da edição de Lisboa.
Não identificado por Scholberg na sua Bibliography of Goa and the Portuguese in India
São unicamente conhecidos os exemplares da edição de Lisboa depositados na Biblioteca Nacional de Portugal e no Instituto de Investigação Científica e Tropical. Os da edição de Goa não localizámos nenhum exemplar.
Inocêncio (I, p. 333 e VIII, 364) refere a existência da edição de Goa (informação então obtida pelo conselheiro Rivara) mas nunca viu nenhum exemplar.
Descrição:
Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Lisboa, 1986. In. 4.º de (49) págs. Brochado.
Edição especial, limitada a 50 exemplares, assinada pela artista e pelo autores do texto, acompanhando-se de uma água-forte assinada e numerada da série B.
Descrição:
Livraria Chardron, Porto,1905. In-8º de (6)-242-(1) págs. Encadernação editorial em skivertex grenat lavrada a ferros dourados na pasta anterior e lombada. Com uma litografia representando o Monumento erigido a Eça de Queiroz segundo a escultura Teixeira de Lopes. Pequena mancha na pasta anterior.
A obra conhece capas de brochura. No entanto, por experiência própria e consulta bibliográfica especializada, quando este título se faz encadernar pela encadernação editorial, as capas nunca são encadernadas juntas. Também são invulgares os exemplares que se fazem acompanhar por esta ilustração, sendo mais comuns os com um retrato do autor.
PRIMEIRA EDIÇÃO (póstuma).
Descrição:
Typ. S. e S., Coimbra, 1882. In-4º pequeno de cinco números (de sete) e um suplemento em duas séries. Brochado. Impressão nítida sobre papel de cor laranja, com excepçao do último númro, sobre papel creme. Capa de brochura impressa em separado para albergar todos os números. Foi redactor e fundador, Eugénio de Castro.
A revista tem a seguinte composição dos seus números:
- a primeira série, o primeiro nº tem a data 10 de Setembro de 1882, o nº 2 de 17 de Setembro de 1882, o nº 3º de 24 de Steembro de 1882, o nº 4º de 1 de Outurbo de 1882.;
- a segunda série, composta por três números, tem como nº 1 a data 3 de Dezembro de 1882, o nº 2 a data de 10 de Dezembro de 1882 e o nº 3 a data de 20 de Dezembro de 1882;
- apresenta ainda um Suplemento ao nº 4 (da primeira série) com data 2 de Outubro de 1882 e que é uma folhinha de informação de suspensão de publicação.
No exemplar que se apresenta, falta apenas o nº 1 e 3 da primeira série.
Descrição:
Livraria Central Editora, Lisboa, 1934. In-4º de 105-218 págs. Brochado. Ilustrado em extra-texto sobre papel couché. Retrato de Henrique Marques por Roque Gameiro no anterrosto.
Descrição:
Editores Lopes & Ca. Lisboa, Lopes & Ca. Lisboa, 1899. In-fólio oblongo de I - 43 fls., contendo igual número de estampas. Frontispício de bela composição, com figuras e arabescos caligráficos. Encadernação editorial em tela verde e cinzenta com dizeres caligráfico gravados a negro nas pastas. As estampas foram desenhadas por Ventura, e gravadas a buril pelos artistas Lucio e Freitas no ano de 1803. Capas empoeiradas e com alguns defeitos menores de manuseamento mas BOM ESTADO GERAL DE CONSERVAÇÃO.
RARO e é ainda hoje considerado um dos maios belos manuais de caligrafia publicados em Portugal.
Descrição:
Livraria Moraes, Lisboa, 1927. In. 8.º de 192 págs. Br.
Descrição:
Edições 70, Lisboa, 1974. In-8º de 220-(3) págs. Brochado.
PRIMEIRA EDIÇÃO. Exemplar impecável ostentanto uma dedicatória autógrafa.
Descrição:
Livraria Moraes Editora, Lisboa, 1959. In-8º de 90-(6) págs. Brochado. Exemplar impecávelmente bem conservado.
Descrição:
Edição do Autor, Lisboa, 1940. In-8º de 71-(3) págs. Encadernado inteira de percalina verde com dizeres dourados na lombada. Preserva as capas de brochura.
RARA e importante obra
Descrição:
Edição de autor, Olíssipo ( Lisboa), 1936. In-8º de 212-(5) págs. Br. Ilustrado com desenhos de Almada Negreiros. Exemplar de uma Tiragem especial de 260 exemplares em papel Manchester Ledger, edição fora do mercado (este é o número 40). Valorizado pela dedicatória autógrafa.
MUITO RARO.
Descrição:
Edição do autor, Lisboa, 1949. In-8º de 53-(3)págs. Br. Capas com alguns picos de acidez. Capa de António Vaz Pereira. Este exemplar é o nº 2 de 5 exemplares em papel bíblia, da Matrena, fora do mercado, numerados e rubricados pelo autor". Valorizado pela expressiva dedicatória autógrafa ao poeta José Osório de Castro a quem o livro também é dedicado.
PRIMEIRA EDIÇÃO do segundo e raro livro do autor.
Descrição:
Revista da Lingua Portuguesa, Rio de Janeiro, 1925. In-4º de XXV-85 págs. Brochado. Capas de brochura com acidificação marginal, causando fragilização e perda de peqeunos fragmentos de papel.
Separata da Revista da Lingua Portuguesa. Edição especial de 29 exemplares numerados e rubricados pelos autores dos quais "só entram no commercio os de nº 22 a 29", sendo este exemplar o nº 19.
Valorizado pela dedicatória autógrafa ao poeta José Osório de Oliveira.
RARO.
Descrição:
In-4º de 141-(1) págs. Brochado. EXEMPLAR DA EDIÇÃO ESPECIAL limitada a 40 EXEMPLARES, numerados e rubricados pelo autor. Impressão em papel de qualidade superior, com os cadernos por abrir e cosidos manualmente. Ricamente ilustrado com reproduções de frontispícios e encadernações. Apresenta também reproduções fieis de diversas páginas das 3 primeiras edições do livro Caleche para distinção editorial.
INDISPONÍVEL em formato físico. Em formato PDF pode efectuar gratuitamente download em : http://www.livro-antigo.com/listagem/