Descrição:
Na Imprensa Nacional. Lisboa. 1847. In 8º de 2 volumes com (22) - 245 - (3) e (10) - 235 - (8) págs. respectivamente. Encadernação coeva meia inglesa com elaborados ferros gravados a ouro na lombada de pele, esta com ligeiros e insignificantes defeitos acentuados no primeiro volume. Cada volume com 6 litografias desenhadas por Dias da Costa impressas na Lithographia Nacional. Cantos do primeiro volume com ligeiro sinais de manuseamento descuidado. Miolo impecável, muito limpo com rarísimos picos de acidez.
Obra composta por 100 cartas finais do séc. XVIII e princípios séc. XIX, que versam assntos sobre os mais diversos assuntos de interesse para o conhecimento de ambos os países Chine e Índia do ponto de vista etnográficos, costumes, política, comércio, crenças, suicídios, viagens de Fernão Mendes Pinto, justiça, geografia, ordens religiosas, etc
Descrição:
Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1944. In- 8º de 130 – (3) págs. Encadernação inteira de pele vermelha com cercadura dourada nas pastas e dizeres, também dourados, na lombada. Conserva as capas de brochura. ligeiro aparo à cabeça. BELÍSSIMO EXEMPLAR
PRIMEIRA EDIÇÃO
Camilo Pessanha (1867-1926) é um dos maiores poetas da modernidade portuguesa, essencialmente simbolista, sendo uma referência essencial da poesia contemporânea. O fascínio de Pessanha pelo Oriente e pela China em particular é testemunhada aqui com a reunião do conjunto de estudos e ensaios sobre a civilização, literatura e cultura chinesas. Foram aqui reunidas a tradução das oito elegias chinesas, que remontam à dinastia Ming, publicadas no periódico macaense O Progresso e, ainda, a tradução de alguns provérbios chineses.
Descrição:
Portucalense Editora, Barcelos, 1937. In-8º de XVI-177 págs. Brochado. Exemplar imaculado, por abrir, com o papel apresentando-se estruturalmente forte, de tão bem conservado.
Trata-se da terceira edição da obra, sendo a primeira raríssima, de 1570, conhecendo-se unicamente 6 exemplares em bibliotecas públicas, 4 em Portugal. Conheceu uma segunda edição em 1829 pela Tipografia Rolandiana.
Descrição:
Imprensa Nacional, Macau. MCMXLVII (1947). Folhas dobradas e cosidas à maneira oriental, numeradas 20-(4)-(28) págs. Brochado. Foxing exclusivo às capas de brochura, miolo ligeiramente amarelecido em papel originalmente creme e que reproduz em fac-símile, a edição xilográfica impressa em Pequim, em 1704 e das cartas originais dos jesuítas portugueses sobre a questão dos ritos chineses. O texto inclui uma carta de Frei Domingo Navarrete (1616-1686) e respostas.
Charles Boxer (1904-2000) é considerado o maior historiador estrangeiro da expansão portuguesa e começou nesta ctividade tinha 43 anos de idade. Até então ocupou-se na carreira militar ao serviço de sua Magestade (desde 1924). Foi autor de mais de 350 livros e artigos, muitos deles sobre Macau.
Livro de difícil aparecimento no mercado.
Descrição:
Typographia Rangel, Bastorá, 1898. In-8º de (7)-245-(1) págs. Encadernação modesta meia inglesa em skivertex azul, com dourados desvanecidos na lombada. Rúbrica de posse na primeira página de poemas e no final da obra. Aparo generalizado e sem capas de brochura.
Obra em edição original (não se conhece outra edição) de raro aparecimento no mercado, e impressa para a Comissão Comemorativa do Centenário da Índia. Constitui um livro de mandós (canções da terra) trasladados pelo autor para portugês " ... com toda a fidelidade de linhas e de contornos, para que não se perdesse a simplicidade nativa e orginal ..." e escritos quando tinha 20 anos de idade.
Floriano Barreto (1876-1904) pertence à geração de poetas goeses que escreveram entre a última década do século XIX e as primeiras duas décadas do século XX animados por uma apologia à literatura goesa do passado, a que Bragança Cunha chama de «sentimento indiano» e «sensibilidade indiana». Segundo Chiovetto & Garmes, " ... ele pertence ainda a um movimento de escritores da busca selectiva do que foi deixado de lado com a colonização lusitana, que perdurou até meados de 1850, e que alguns críticos chamam dse indianismo de Goa designação inspirada no indianismo brasileiro de Gonçalves Dias, José de Alencar, entre outros, que associaram a identidade indígena à origem da identidade nacional brasileira. No caso de Goa, que jamais se constituiu em uma nação independente, o indianismo se revelou como uma forma de nativismo, que valorizava a especificidade da identidade goesa frente à identidade da metrópole portuguesa e de outras regiões coloniais do império português ...". (Vitória CHIOVETTO & Helder GARMES, in Metalinguagens, 2021, v. 8, n. 4, Dezembro de 2021, p. 97-115)
" Floriano Barreto nascido em Margão finou-se no Porto na frescura da mocidade, apenas com 28 anos. A pequena obra que deixou, consta dum volume, intitulado Falenas, feixe de peças que abrangem vários temas. Mais descritivo e verbalista do que lírico, Floriano Barreto sobressai todavia pela suavidade de rima embora a forma dos seus versos revista de quando em quando artificialismo e monotonia. No poema que consagra à Bailadeira da India deplora, em inertes alexandrinos, a miserável condição em que a infeliz se arrasta.".(CRISTO, Manuel Filinto Dias - Esboço da história da literatura indo-portuguesa. Bastorá, 1963).
Outra bibliografia/referência na revista O OCCIDENTE, 22º ano, nº 730 (10 de Abril de 1899).
Descrição:
Na Typographia das mesma Academia, Lisboa, 1837. In-8º de VII-116-(6) págs. Encadernação coeva meia inglesa em pele, com dizeres dourados na lombada com casas abertas. Bom estado geral, com o papel a manter a sonoridade original. Ligeira falha de pele à cabeça da lombada.
Este pioneiro e muito interessante estudo linguístico de Cardeal Saraiva, sobre o conjunto de palavras de origem etimológica oriental, corresponde a uma publicação realizada e extraída das actas de sessão de 15 de setembro de 1835 da Academia Real das Ciências. Nele são referidos muitos termos da língua portuguesa cuja origem se pode encontrar na "língua hebraica e na língua caldaica", esforço este de encontrar uma origem oriental do português, interrompido por mais de um século e meio, quando Moisés Espírito Santo retoma o tema e alarga o estudo numa relação com o Médio Oriente à cultura, religião popular, toponímia, expressões idomáticas, etc...
Ávila Perez, 7061
Inocêncio II, 423.
Descrição:
Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1956. In-4º de 2 vols com XV-324-(1) pág.+ 3 estampas extratexto & 429+ (2) págs.+ 7 gravs. extratexto respectivamente. encadernação moderna em percalina vermelha, meia inglesa com cantos. Preserva as capas de brochura. Muito bons exemplares, muito bem conservados.
O itinerário de Sebastião Manrique, de interesse universal, como na Peregrinação, foi investigado modernamente e provou-se a veracidade do texto antigo, confirmando a fama da nossa literatura de viagens.
Descrição:
Imprensa Nacional, Nova Goa, 1851. In-8º de 39 págs. JUNTO COM: Imprensa Nacional, Lisboa, 1851. In-8º de 24 págs. Envolvido em capa de papel pardo. Carimbos de antiga e extinta biblioteca privada de afamado Professor da Universidade de Coimbra e eminente pensador.
PRIMEIRA EDIÇÃO, muito invulgar seguindo-se da (muito rara) reimpressão, no mesmo ano, em Goa, aumentada de um apêndice, não constante da edição de Lisboa.
Não identificado por Scholberg na sua Bibliography of Goa and the Portuguese in India
São unicamente conhecidos os exemplares da edição de Lisboa depositados na Biblioteca Nacional de Portugal e no Instituto de Investigação Científica e Tropical. Os da edição de Goa não localizámos nenhum exemplar.
Inocêncio (I, p. 333 e VIII, 364) refere a existência da edição de Goa (informação então obtida pelo conselheiro Rivara) mas nunca viu nenhum exemplar.
Descrição:
Ministério da Educação Nacional. Lisboa. 1970. In-8º de 27-(46) pags. Brochado. Impresso com 3 linhas a duas cores reproduzindo as vinhetas e letras capitais decorativas bem como o texto bilingue em português e tamil. O texto fac-similado é antecedido por um resumé/sumário em françês e inglês
Descrição:
Instituto Português do Oriente, BN, Lisboa, 1998. In-8º de 484 págs. Brochado. Impressão sobre papel couché ilustrado à parte a cores com mapa do Império da China pelo jesuit< Martino Martini, fachada da Igreja da Madre de Deus contígua ao colégio de São Paulo em Macau, etc ...
Descrição:
Fundação Oriente e Museu e Centro de Estudos Marítimos de Macau, Lisboa e Macau, 1989. In-8º de 195 págs. Br. Reedição facsimilada. Ilustrado em extra-texto.
Descrição:
Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1955. In-8º de 86 págs. Br. Ilustrado em extra-texto com fac-similes de correspondência e com fotografias.
Descrição:
Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1955. In-8º de 373 págs. Br. Capa de brochura ilustrada. Exemplar com ligeiros picos de acidez. Ilustrado em extra-texto. Obra em português, até à página 159, seguida de resumos em francês e em inglês.