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Descrição:
Imprensa Nacional, Lisboa,1880. Enc. In-8º de 189-(1) págs.+ 1 mapa desdobrável. Encadernação coeva, meia inglesa com cantos, em skivertex com dizeres dourados na lombada. Preserva capas de brochura, apenas aparado à cabeça. Bom exemplar.
Ilustrada com uma planta da Vila de Mértola em folha grande desdobrável e ilustrações no texto. Edição original da primeira grande monografia de fôlego, de índole histórico-arqueológica de Mértola. A obra faz um levantamento numismático das legendas de ambas as faces das moedas árabes e cristãs de Mértola. Faz ainda um levantamento da epigrafia pré-romana, romana, árabe e cristã que se encontra reproduzida a partir de gravuras obtidas pelo método do decalque. Inclui a transcrição de documentos do Século XIII e do foral da vila de Mértola dado por D. Dinis.
Inocêncio XIX, 189
Descrição:
Notabílissimo espólio epistolar, nunca posto no mercado, de uma das figuras de proa da cultura portuguesa de todos os tempos. A correspondência foi remetida a Fr. Francisco Freire de Carvalho (pseud. Filinto Junior), importante clérigo, homem de letras e autor da primeira história académica da literatura portuguesa, à época Superior do Colégio da Graça de Coimbra.
Para além de José Agostinho de Macedo e de Fr. Francisco Freire de Carvalho, este espólio passou pelas mãos de mais duas figuras maiores das letras nacionais: Theophilo Braga, que, como mencionado supra, as transcreveu — à excepção do ainda inédito "Ode" que ora se APRESENTA — e também das do grande poeta Eugénio de Castro, que lhas passou, por as ter herdado como sobrinho-bisneto que era de Fr. Francisco Freire.
Os receios de José Agostinho de Macedo (1761-1831) sobre a situação de trabalho de Freire de Carvalho revelar-se-iam infundados: o seu grande amigo, nascido em 1779, chegou a membro do Conselho de Sua Majestade, foi Cónego da Sé Patriarcal de Lisboa e Reitor do Lyceu Nacional, entre outros cargos importantes. Professor, historiador, tradutor, biógrafo, poeta e demais valências viriam a garantir-lhe lugar como sócio da Real Academia das Sciencias. Foi o autor de "Primeiro Ensaio sôbre a Historia Litteraria de Portugal desde a Sua mais Remota Origem até o Presente Tempo" (1845), a primeira história da literatura da nossa língua academicamente sustentada. No entanto, não por ter aceitado a sugestão de Macedo, mas pelas suas ideias liberais, zarpou mesmo para o Brasil em 1829, dado o regresso de D. Miguel. Por esta altura, já havia rejeitado o hábito. Voltaria em 1834 ao Reyno também por perseguição política, desta feita no Brasil. Foi um autor prolífico e um intelectual respeitado. Foi Mestre da Princesa Maria Amélia de Bragança, colhida na flor da idade pela tuberculose aos 21 anos, a 4 de Fevereiro de 1853. Certamente desgostoso — como atesta um doloroso poema que publicou — e já idoso para a epocha, Francisco Freire de Carvalho viria a falecer sensivelmente um ano depois.
Soberbo estado geral de conservação. PEÇAS DE COLECÇÃO E DE ELEVADO VALOR HISTÓRICO.
A saber:
Carta 1 – Lisboa 20 de Setembro de 1806. Bifólio. 30,5 cm x 21,3 cm. Entre muitos outros assuntos, Macedo pede correcções e opinião sobre as obras "Natureza" e "Creação", à qual o Tribunal [da Censura] havia sugerido alterações. Menciona a célebre gravura de Bartolozzi do «extincto vatalhão Bocage», a chegada do almirante John Jarvis «com seis formidaveis náos» ao Tejo capitaneando a HMS Hibernia e mais vinte e quatro embarcações de guerra na barra, dada a pressão dos franceses, «uma certa Potencia». Termina com um prosaico conselho para o Superior do Colégio da Graça de Coimbra: «foda quanto quizer e puder, mas faça versos.» e refere ainda a «Ode» (vide infra) que «está na gaveta». Trata-se da carta mais antiga publicada na obra de Theophilo Braga (1900).
Carta 2 — Lisboa 7 de Fevereiro de 1807. Bifólio. 22,3 cm x 17,1 cm. Relata, com a sua fina verbe, o assalto que sofreu a sua casa. Faz troça da última peça de Pato Moniz, seu inimigo figadal, representada no Theatro da Rua dos Condes e que mereceu pateadas. Conclui com um aforismo delicioso: «Venha para Lisboa, aqui vive-se, e fóra d’aqui dura-se.»
Carta 3 — Lisboa 7 de Março de 1807. Bifólio. 22,2 cm x 17,2 cm. Agradece uns queijos que Freire de Carvalho lhe enviou e convida-o à Penha de França. Refere a sua tradução de Horácio, em que Freire o havia ajudado, que se encontrava atrasada no prelo. Refere uma nova obra intitulada "Republica Literaria" e que, ou saiu sob outro título, ou nunca viu a prensa. Escreve brevemente sobre ideias teológicas e o «Cabeção Kant». Refere a entrada no Tejo de uma fragata inglesa com a «tripulação bebada, segundo o costume», acompanhada de 12 naus-da-linha que ficaram a guardar a barra. A grandiosa embarcação trouxe a nova da derrota de Napoleão a 25 milhas de Varsóvia a 26 de Dezembro de 1806, devendo relacionar-se esta notícia com a Batalha de Pułtusk que opôs os exércitos franceses aos russos. Hoje em dia a maioria dos historiadores considera-a não um derrota, mas uma vitória pírrica.
Poema 1 — Rocio de Lisboa 21 de Maio de 1808. Bifólio. 22,5 cm x 17,9 cm. Carta em hendecassílabos. Poema jocoso relacionado com a carta anterior, transcrito por Theophilo, mas censurado nas palavras obscenas, que inicia:
Bifam-se as cartas todas no correio;
Trez m’escreveste respondilhe logo:
Agradecendo orbiculares queijos
(…)
[INÉDITO] Poema 2 — Ode. s.d. [1808?]. Bifólio. 33,5 cm x 20,5 cm. Ode panegírica para o seu grande amigo, gabando-lhe todas as qualidades e referindo-se ao pseudónimo de Filinto [Junior] utilizado por Freire, que atingiu também ele fama à época. Deve tratar-se de uma produção encadeada com o poema anterior, uma vez que menciona o «audaz Britano» e o «galo ovante», certamente no contexto das Invasões Napoleónicas.
Carta 4 — Lisboa 30 de Maio de [1812] seis da tarde. Bifólio. 21 cm x 15 cm. Bifólio pré-filatélico com carimbo do Correio de Lisboa. Fica feliz por ter recebido logo duas cartas do seu amigo. De grande importância para a história da poesia portuguesa, esta curta missiva dá conta de que Macedo laborava em "O Gama", que, como é sabido, daria origem a "O Oriente". Refere ainda num novo poema intitulado "A Meditação" e diz que este substitui "A Natureza", por ser «maior e melhor».
Carta 5 — Lisboa 3 de Junho de 1812. Bifólio. 22 cm x 17,4 cm. Carta longa onde Macedo comunica a Freire que se encontra «em estado de guerra contra um exercito de Burros, que peja e entulha esta capital da parvoice.» Esta luta hercúlea deveu-se, aparentemente, às críticas que recebeu após a publicação de "Os Sebastianistas" (1810). «E hum dos primeiros mentecaptos q. me assestou uma cagalhoada de inepcias foi o [Pato] Moniz.», atestando o verdadeiro ódio que ambos autores retroalimentavam e que deu origem a algumas das mais acesas e deliciosas medições de forças da história da literatura em língua portuguesa. Refere ainda a publicação de "O Argonauta" e a má recepção que obteve "O Gama"; e de como lhe «quebravam os tomates» com o 5.º Canto d’ Os Lusíadas. Menciona as cartas que mandou imprimir em reacção a essas mesmas críticas. Menciona, outrossim, que corria no prelo a impressão de "A Meditação" e, num importante trecho, afirma que reescreveu "O Gama" e que o mesmo agora tem 12 Cantos, «com mais oitavas que o do Camões», tratando-se, pois, da primeira versão de "O Oriente". Este é um testemunho importante pelo próprio punho, porque confirma a obsessão de Macedo em atingir o nível do Vate; delírio com que os seus inimigos se divertiam muito e que ele mesmo chegou a reclamar. A propósito dos onagros mencionados supra, diz que se encontra a escrever um poema «regular» de quatro cantos e cinco mil versos intitulado «Os Burros». Trata-se do libelo que geraria grande polémica e lhe valeria o epíteto de «Padre Lagosta», aparentemente por se encontrar permanentemente ruborizado de raiva. Refere que vive na Calçada do Forno do Tijolo, n.º 45. Conclui convidando o amigo a ir ter com ele a Lisboa ou a ir para o Rio de Janeiro, pois teme pelo seu estado de emprego e pelos ares que se viviam nos conventos; e que, inevitavelmente, levariam à sua extinção cerca de vinte anos depois. Termina queixando-se do estado das letras nacionais, voltando a atacar Pato Moniz.
Carta 6 [fragmento] — Lisboa dia de S. Judas [Tadeu] de 1812 [28 de Outubro de 1812]. 1 fólio. 22 cm x 17,4 cm. 20,2 cm x 15,7 cm. Missiva muito curta que Theophilo considera fragmento, onde Macedo afirma: «Declaro guerra aos Papeloens da Terra.» Documento importantíssimo para a história da poesia de língua portuguesa, pois menciona ainda a publicação dos seus poemas "Meditação" e do celebrérrimo "O Oriente".
Carta 7 — Lisboa 3 de Julho de [1813]. Bifólio. 23 cm x 19 cm. Bifólio pré-filatélico com carimbo do Correio de Lisboa. Refere a saída do prelo de "Os Burros", com a qual fica muito descontente e diz preparar, por isso, a segunda edição. Menciona a possibilidade de imprimir, na Imprensa da Universidade, "O Oriente", uma das mais importantes obras da história da poesia em língua portuguesa, onde «julgo que consegui a possivel perfectabilidade, e que não cabe mais nas forças humanas.» Menciona o atraso na Impressão Regia dos poemas "Meditação" e "Newton". Declara que "... agora só se lêem as Gazetas e que os livreiros «estão às moscas». E onde é que já ouvimos todos nós isto?…". Fecha com um sábio conselho: «Cuide nas letras antes q. se acabem; adoçam a existencia, e depois de bem cultivadas, trazem a vantagem por fim de nos mostrarem que morremos perfeitamente asnos e ignorantes.»
Bibliografia auxiliar:
- Theophilo Braga - Obras Ineditas de José Agostinho de Macedo: Cartas e opusculos documentando as memorias para a sua vida intima e successos da historia litteraria e politica do seu tempo. Typographia da Academia Real das Sciencias. 1900
- Inocencio III, pp. 378-380.
Descrição:
(Imprensa Régia, Lisboa, 1825). In-4º de [87-264]-(1) págs. colação: [L4] M-2K 2L² (-2L2) (2L1 verso em branco). Encadernação moderna, cartonada, com belíssimo papel tintado em tina manual. Rótulo de pele preta com dizeres dourados na lombada. Margens intactas, com grandes rebarbas. Leve mancha de humidade, sem afectar a macnha tipográfica, no canto inferior esquerdo das últimas páginas. Nítida impressão sobre papel de boa qualidade, apresentando-se a mancha tipográfica com margens jumbo.
Separata factícia do tomo IX, parte 1 da Historia e Memorias da Academia das Sciências de Lisboa, de 1825.
Este texto é o único que Baltazar Silva Lopes apresentou na Academia das Sciencias, e a sua importância reside nas descrições de geografia física e humana da região da Bahia e na importante divulgação das práticas de florestação, com base na realidade local, aliando prática agrícola brasileira e teoria europeia, à custa dos estudos que o autor desenvolveu na Universidade de Coimbra, nos finais do séc. XVIII
Descrição:
Livraria Portugália, Lisboa, 1942. In-8º de 193-(1) págs. Brochado e ilustrado por Manuel Ribeiro de Pavia.
Valorizada pela dedicatória autógrafa neste primeiro livro de contos de teor neo-realista de Manuel da Fonseca, correspondendo a uma colectânea escrita a partir do fim dos anos 20 até ao fim da década de 30. Alguns foram publicados originalmente em jornais e revistas literárias.
PRIMEIRA EDIÇÃO deste belo exemplar.
Descrição:
Edições Paulo Guedes, Lisboa, (1933). In-8º de 192 páginas inumeradas (cadernos numerados de 1 a 12). Encadernação moderna, meia francesa com cantos em pele, lombada de 4 nervos com ferros estilizados e corridos em casas abertas, dizeres igualmente dourados. Preserva capas de brochura ilustrada por Fred Kradofler. Ligeiro aparo marginal.
Exemplar muito limpo, embora papel amarelecido, próprio da sua qualidade.
A Marginália que ocupa cerca de uma vintea de páginas no final da obra, apresenta críticas de Jorge de Faria, Dias da Costa, Arthur Portela, J. Quintanilha, António Inêz, Armando Ferreira e Mário Martins .
PRIMEIRA EDIÇÃO desta peça de Teatro apresentada pela primeira vez no Teatro Nacional de São Carlos, que retrata o bairro lisboeta onde Botto cresceu num ambiente popular e boémio, sem instrução formal aprofundada.
Descrição:
Agência Geral do Ultramar, Lisboa, 1960. In-4º de XI-194-(1) págs. Brochado. Exemplar em muito bom estado, sem qualquer defeito de ordem maior apontar. Ilustrado no texto com astrolábios e tabelas e em extra-texto com reproduções coloridas dos mapas contidos no códice original.
Publicação da obra manuscrita, em 1673, por um aluno do oitavo cosmógrafo-mor de Portugal – Luis Serrão Pimentel (1613-1679) – coligindo as lições do mestre e ilustrando com 15 mapas coloridos com os principais portos da costa portuguesa e das suas colónias.
2ª edição com prefácio de A. Fontoura da Costa, comemorativa do V Centário da Morte do Infante D. Henrique.
Descrição:
Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1956. In-4º de 2 vols com XV-324-(1) pág.+ 3 estampas extratexto & 429+ (2) págs.+ 7 gravs. extratexto respectivamente. encadernação moderna em percalina vermelha, meia inglesa com cantos. Preserva as capas de brochura. Muito bons exemplares, muito bem conservados.
O itinerário de Sebastião Manrique, de interesse universal, como na Peregrinação, foi investigado modernamente e provou-se a veracidade do texto antigo, confirmando a fama da nossa literatura de viagens.
Descrição:
Na Officina Patriarcal de Francisco Luiz Ameno, Lisboa, 1762 (a 1763). In-8º de (16)-466-(1), (12)-480 e (4)-503-100 págs. Encadernação coeva e corrida em carneira flamejada, lombada a 5 nervos dourados com florões vegetalistas em casas fechadas, rótulos de pele vermelha (patinada) com dizeres também dourados. Falho de rótulo no primeiro volume e parcialmente preservado o do volume terceiro. Nítida impressão sobre papel de boa qualidade mantendo a sua sonoridade original de frescura. Trabalho de traça no volume 1 e 2, prejudicando por vezes a leitura (em especial no volume 2). Aparo marginal generalizado e carminado.
Apresenta uma marca de posse manuscrita de antigo Collº de S. João Evangª de Coimbra.
O 3º volume apresenta com numeração própria um Roteiro Terrestre de Portugal em que se ensinaõ por jornadas e summarios naõ só os caminhos, e as distancias, que ha de Lisboa para as principaes terras das Provincias deste Reino, mas as derrotas por travessia de humas a outras povoações delle.
2ª edição revista e aumentada. Preserva o mapa desdobrável que na época foi vendido à parte, razão pela qual muitos bibliógrafos não registam a sua existência.
Ávila Perez, 1567 (muito rara)
BNP (HG-4124-V_3)
Inocêncio III, 300 (é a edição preferida por mais correcta e augmentada)
Descrição:
sub-título: (*) Tachigrafo, hum professor da nova descoberta de escrever à ligeira, como por cifra se escrevião algum dia Cartas de Amores.
Na Impressão de João Nunes Esteves, Lisboa, 1823 . In-8º de 44 págs. Encadernação moderna, meia inglesa em percalina vermelha. Presererva a "brochura" original. Manchas maginais de tinta ferrogálica coeva, sendo a última página impressa afectada de forma mais intensa, prejudicando por vezes a leitura, sem no entanto haver perda de papel nem estrutura de suporte.
Segunda edição (Inocêncio não tem bem presente as datas das edições originais, dado ele apenas conhecer as segundas edições).
Inocêncio, IV - 303
Maria Regina Tavares da Silva, A Mulher. Bibliografia Portuguesa anotada (1518-1998), p. 125
Descrição:
Fundação calouste Gulbenkian, Lisboa, 1968. In-8º de 273-81) págs. Encadernação editorial com sobrecapa. Ilustrado em separado com fotografias (do autor? - cremos que sim).
Exemplar em excelente estado de conservação, não obstante da rúbrica de posse no frontspício.
EDIÇÃO ORIGINAL de um dos mais importantes títulos, diversas vezes reeditado, da impoenente literatura geográfica do grandioso Orlando Ribeiro.
Descrição:
sub-título: Cartas e opusculos. Documentando as memorias para a sua vida intima e successos da historia litteraria e politica do seu tempo. Com uma prefação critica por Theophilo Braga.
Typographia da Academia Real das Sciencias, Lisboa, 1900. In-4º de XLVIII-320 págs. Encadernação moderna, meia inglesa com cantos em pele mosqueada, casas abertas e rótulo de pele vermelha, com dizeres dourados. Papel nas guardas, igual nas pastas, pintado em tina manual.
Preserva as frágeis capas de brochura (com restauro marginal) e apresenta todos os cadernos por abrir.
O prefácio de Teófilo Braga ocupa as primeiras 48 páginas.
BONITO EXEMPLAR.
Descrição:
Livraria Classica Editora, Lisboa, 1944. In-4º de XII-420-(1) págs. Brochado. Capa com ligeiro foxing. Miolo em excelente estado. Cadernos parcialmente abertos.
Tradução de António José Brandão. Trata da história da filosofia portuguesa desde o seu coméc̣o até ao final do século XVI (exceptuada a restaurac̣ão da escolástica) e é considerada uma obra de elevado interesse, do melhor produzido em Portugal, no assunto que versa.
Primeiro e único volume publicado.
Descrição:
SUB-TÍTULO: Contendo uma larga copia de termos e phrases empregadas na linguagem popular de Portugal e Brazil, com as respetivas significações, colhidas na tradição oral e em documentos, livros e jornaes antigos e modernos, incluindo muitas palavras ainda não citadas como de "giria" em diccionario algum.
Livraria Central de Gomes de Carvalho, Editor. lisboa, 1901. In-8º de XXXI -334-(2) págs. Encadernação coeva,um pouco coçada, meia ingelsa em pele bordeaux, decoração dourada em fletes triplos e dizeres, também dourados.Assinatura de posse coeva, ligeiro aparo marginal, sem capas de brochura.
Nítida impressão sobre papel encorpado, este um pouco amarelecido e oxidado.
INVULGAR e obra de grande utilidade linguística e etnográfica de interesse para o estudo da linguagem popular em Portugal, e enriquecido com um extenso texto introdutório de Teófilo Braga que ocupa as primeiras 30 páginas
Descrição:
Livraria Clássica Editora, Lisboa, s/d (1951). In-8º de 366-(2) págs. Enc. conserva capas de brochura. Ilustrado em extra-texto com fotografias do autor. Tradução de José da Natividade Gaspar.
Encadernação meia francesa em pele verde, lombada de 4 nervos com decoração e dizeres dourados dispostos em casas abertas. Ligeiro aparo marginal. Corte superior das folhas carminado. Pele na lombada e charneira ligeiramente ressequida. Rúbrica de posse no ante-rosto.
EDIÇÃO ORIGINAL portuguesa deste clássico da literatura marítima mundial, narrando uma epopeia dos pescadores portugueses dos bancos da Terra Nova e Groenelandia.
Descrição:
Na Officina da Academia Real das Sciencias, Lisboa, 1790. In-8º de VIII-119 págs. Encadernado.
Encadernação coeva, meia inglesa em pele, pastas decoradas com papel estampado de época. Leves manchas de humidade no pé do livro, ao longo das primeiras 8 folhas, e na charneira, sem comprometer a estrutura sólida do papel. Rubrica de posse coeva no frontispício. Apesar de alguns defeitos, muito bom exemplar.
PRIMEIRO TÍTULO DA PEDIATRIA EM LÍNGUA PORTUGUESA em PRIMEIRA EDIÇÃO.
OBRA MUITO RARA e de referência sendo considerado também como o primeiro livro dedicado exclusivamente à puericultura, contendo noções úteis aos profissionais e aos leigos. Segundo Almeida Garrett, na sua obra, publicada em 1829, "Da Educação" refere ser um dos “dois breves, simples e excelentes tratados dos D.D. Mello-Franco e F.J. d’Almeida devem andar nas mãos de todos os pais e educadores”.
Borba de Moraes (Bibliografia Brasileira do Período Colonial) 140
Borba de Moraes (Bibliografia Brasiliense vol 1) 320
Inocênco, III-10.
Monteverde, 3461 (refere um segundo volume, mas corresponde ao mesmo título publicado por Franciusco José de Almeida em 1791).
Em bibliotecas públicas, apenas se conhecem os exemplares da Biblioteca Nacional.
Descrição:
Casa Portuguesa, Lisboa, 1929. In-8º de 400 págs. Brochado. Acidez generalizada.
Ostenta uma dedicatória autografada.
Descrição:
Imprensa Portuguesa. Porto, 1923. In-4.º de 190-(4) págs. Encadewrndo em pele verde. Nítida impressão de esmerada apuro gráfico, com frontspício impresso a duas cores sobre papel de linho.
Estimado e invulgar estudo histórico-genealógico, ilustrado com um brasão dos Pessanhas impresso a vermelho e prata. Em folhas desdobráveis possui um Esquema do Almirantado dos Pessanhas e V Tábuas genealógicas.
Descrição:
Calmann Lévy, Paris, 1882. In-4º de (3) - 203 - (3) págs. Encadernação artística demi-maroquin verde, brunida, com filetes dourados duplos nas pastas, lombada de cinco nervos com fina decoração disposta em casas fechadas.
Encadernação coeva e assinada pelo grandioso encadernador francês RAPALIER (Paul-Romain Rapalier,1858-1900, encadernador preferido do escritor Anatole France). Aparo à cabeça brunido a ouro fino. Apresenta uma gravura não descrita pelas bibliografias consultadas.
Um dos 30 exemplares numerados "Grand Papier" (levando o nosso o nº 15) que compõe a edição original em papel Whatman, depois de 10 em papel China e 10 em papel Japon.
Conserva as raras capas de brochura. Exemplar muito limpo, quase "mint condition".
NESTAS CONDIÇÕES PEÇA DE COLECÇÃO de elevado interesse internacional.
Carteret (Romantique I), 427
Clouzot 94
Vicaire IV, 364-365.
Descrição:
Universidade de Coimbra, Coimbra, 1967. In-8º de CXLV-257-(1) págs. Brochado (com picos de humidade). Miolo muito limpo.
Ostenta uma dedicatória autógrafa de Giacinto Manupella e Salvador Dias Arnaut.
Considerado o MAIS ANTIGO LIVRO DE RECEITAS PORTUGUESAS, aqui publicado pela primeira vez.